Ex-secretária do governo Lula fala contra “Minha casa, minha vida”

Ermínia Maricato, ex-secretária executiva do Ministério das Cidades no início do governo Lula, diz que o programa “Minha casa, minha vida” alimentou a especulação imobiliária e que os conjuntos residenciais do programa erguidos longe de centros urbanos levarão várias décadas para se integrar às cidades. Ela disse, em entrevista à BBC, que nos anos 1990 havia iniciativas bem sucedidas em habitação espalhadas por várias cidades, e que o “ciclo virtuoso” que produzia “políticas inovadoras” se rompe “exatamente no momento em que o Ministério das Cidades é criado”. Segundo Maricato, grandes empresas terminaram por ser favorecidas pelo programa.

Fonte: BBC

Suécia se prepara para a guerra pensando na Rússia

O país mais pacifista prepara população para a guerra. Rússia inspira temor.
O país mais pacifista prepara população para a guerra. Rússia inspira temor.
Luis Dufaur

Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs

Onde estão os refúgios anti-bombardeios? Quais alimentos estocar? Em quais fontes de informação confiar?

Essas e outras preguntas vitais em tempo de guerra estão respondidas num livreto que o governo da Suécia enviou pelo correio a todos os lares.

Ele é para ser usado em caso de conflito ou também de catástrofe natural, informou o quotidiano francês “Le Parisien”.

Não está redigido só em sueco mas em 13 línguas pensando nos imigrantes. O título é “Em caso de crise ou de guerra” e foi expedido entre os dias 28 de maio e 3 junho a 4,8 milhões de endereços, sendo que a Suécia conta por volta de 10 milhões de habitantes.

Brochura “If crisis or war comes” em inglês, arquivo .PDF

Páginas de 'Se vem a crise ou a guerra'
Páginas de ‘Se vem a crise ou a guerra’

O livreto contém vinte páginas ilustradas e enuncia as principais ameaças que pairam sobre o país escandinavo: guerra, atentados, ciberataque, acidentes graves ou catástrofes naturais.

“Embora a Suécia seja mais segura que muitos outros países (…) as ameaças existem. É importante que todos saibam quais são esses perigos para se preparar”, explicou Dan Eliasson, diretor geral da Agência Sueca para a Segurança Civil (MSB), em Estocolmo, a capital.

“Um conflito militar em algum país vizinho afetará as nossas importações de mercadorias, especialmente as alimentares, ainda quando nosso território não seja atingido”, sublinhou Christina Andersson, responsável pela elaboração da brochura, que também está disponível em linha.

O anterior livreto do gênero foi impresso pelas autoridades em 1961, durante plena Guerra Fria, em meio a intenso conflito indireto entre o bloco ocidental e o bloco soviético.

A Rússia não é nomeada mas é o pior espectro.
A Rússia não é nomeada mas é o pior espectro.

A Rússia não é nomeada no fascículo mas é a primeira que veio aos espíritos a propósito do folheto.

Os responsáveis suecos temem uma agressão russa em caso de Moscou iniciar um conflito aberto com a OTAN e vise cortar as vias marítimas que ligam a Aliança Atlântica com seus membros bálticos.

A Suécia não teve guerra em seu território nos últimos dois séculos e não faz parte da OTAN, mas assinou uma Parceria pela Paz em 1994 que na prática desenvolve a cooperação militar entre a Aliança ocidental e países não-membros.

O temor da Rússia foi reavivado pela incursão de um submarino não identificado no arquipélago de Estocolmo no outono de 2014 e por numerosas incursões de bombardeiros russos no espaço aéreo sueco.

Suecos desconfiam de intrusões submarinas russas em missão secreta
Suecos desconfiam de intrusões submarinas russas em missão secreta

Desde o fim da Guerra Fria, a Suécia reduziu de modo considerável seus gastos militares,

Mas a anexação da Crimeia por Moscou mudou o modo de ver as coisas.

Estocolmo anuncio no início de março (2018) o restabelecimento do serviço militar obrigatório a partir deste verão (junho-setembro), suprimido há sete anos.

Também voltou a guarnecer militarmente a ilha de Gotland que está na linha de avançada em caso de ataque russo num conflito no Báltico.

Vídeo: Suécia se prepara para a guerra pensando na Rússia

Vídeos explicam instruções básicas (ative legendas em inglês)

ALIMENTAÇÃO (ative legendas em inglês)

COMUNICAÇÕES (ative legendas em inglês)

ÁGUA (ative legendas em inglês)

AGASALHO (ative legendas em inglês)

Representante de postos: ‘Não há lei que nos obrigue a repassar desconto no diesel ao consumidor’

O presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), Paulo Miranda Soares, afirmou nesta sexta-feira (1º), após reunião com o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, que não acredita em dificuldades para repassar a redução do preço do diesel nas refinarias para o consumidor final, mas acrescentou que não há lei que obrigue o setor a fazer isso.

O governo informou que as punições para os postos que não repassarem o desconto ao consumidor vão de multa a interdição. Ainda de acordo com o Planalto, o preço com desconto de R$ 0,46 no litro do diesel será o valor máximo que os postos poderão praticar nos próximos dois meses.

“Não existe lei que me obrigue a fazer esse repasse. É uma boa vontade dessa categoria que é a parte mais competitiva da cadeia do petróleo. Tem 40 mil empresários brigando pelo cliente que tem o maior interesse em ter um preço competitivo, mas eu acho que nos não vamos ter dificuldades em fazer esse repasse”, declarou Soares.

Para Paulo Miranda Soares, as autuações de postos de combustíveis anunciadas pelo governo, porém, só deverão acontecer em “casos esporádicos” em que houver crime contra a economia popular, como o verificado em alguns casos, no início da greve dos caminhoneiros, quando alguns postos dobraram os preços dos combustíveis.

“São casos raríssimos. Aconteceram mais em outros setores, o preço da batata, do tomate. Do combustível não. É um setor muito competitivo, muito fiscalizado pelos procons, MP [Ministério Público], ANP [Agência Nacional do Petróleo], polícia, bombeiros, há uma fiscalização grande em cima dos nossos negócios”, afirmou.

Informações: G1

“Liberais” limpinhos e “conservadores” sem paciência vão acabar elegendo o chavista Ciro Gomes

Está havendo uma confusão absurda na avaliação da greve dos caminhoneiros e suas consequências, talvez pela multiplicidades das condições que permitiram o seu alcance e também dos objetivos em jogo. Está sendo confundida a discordância dos meios e objetivos com a discordância dos resultados finais.

Há dois pressupostos básicos dessa discussão:

  1. Ser contra qualquer tipo de mudança de estrutura política do país através de uma ruptura.
  2. Acreditar que há um ponto de degeneração das instituições onde apenas uma ruptura pode restabelecer a ordem.

Aqueles que lutam para aprofundar o regime de escravidão brasileiro atual contam com a passividade dos crentes nas “instituições”, representadas pelo Executivo controlado por um presidente que foi eleito com dinheiro de propina, um Congresso formado por 2/3 de corruptos segundo a Lava Jato e um Judiciário cujas altas cortes servem mais para proteger os bandidos dos outros poderes do que cumprir o seu papel, transformando-se em parte do esquema corrupto.

Pior ainda, há quem não perceba o nível de degeneração que alcançamos em relação à segurança pública, destruída pela lógica do bandido como vítima da sociedade, produzindo a liderança mundial do Brasil em homicídios e outros tipos de violência. Só isso já deveria ser motivo para uma revolução.

Resumindo, se você acredita na força das nossas “instituições”, você é parte do problema, não da solução.

Caso você acredite na necessidade da ruptura, algumas possibilidades se apresentam, especialmente em relação à sua necessidade imediata e o meio a se atingir tal resultado. Em outras palavras, qual é o limite tolerável para buscar algum tipo de intervenção militar, por exemplo, que no passado já impediu o Brasil de virar provavelmente uma espécie de Cubão.

O próprio Thomas Jefferson apresenta esse ponto na Carta de Independência dos EUA:

“Na realidade, a prudência recomenda que não se mudem os governos instituídos há muito tempo por motivos leves e passageiros; e, assim sendo, toda experiência tem mostrado que os homens estão mais dispostos a sofrer, enquanto os males são suportáveis, do que a se desagravar, abolindo as formas a que se acostumaram. Mas quando uma longa série de abusos e usurpações, perseguindo invariavelmente o mesmo objeto, indica o desígnio de reduzi-los ao despotismo absoluto, assistem-lhes o direito, bem como o dever, de abolir tais governos e instituir novos guardiães para sua futura segurança.”

Qual é o limite da tolerância? Lula livre através de conchavos da nossa “suprema corte”? Lula candidato? Fraude eleitoral? Lula presidente?

Não podemos esquecer que a esquerda busca uma ruptura desde sempre no Brasil. Tentaram golpes militares, guerrilhas e alcançaram o sucesso através do uso dos próprios instrumentos democráticos para destruir a democracia. Perceberam que uma ruptura de longo prazo seria mais efetiva. Primeiro tomaram os meios culturais, depois as universidades, em seguida a imprensa e posteriormente a própria estrutura do Estado, seguindo a estratégia gramsciana. O objetivo sempre foi o mesmo: a instalação de um regime socialista totalitário. Talvez tenham buscado uma ruptura gradual porque não tiveram acesso aos instrumentos necessários para a imposição da sua ditadura à força, como ocorreu na Venezuela, e mesmo lá depois de um longo processo de destruição das instituições. Alguém duvida que se a esquerda tivesse os militares nas mãos teria declarado Estado de Exceção durante o processo de Impeachment? Até uma tentativa nesse sentido houve. Ou seja, quando falamos em ruptura, o termo correto seria uma anti-ruptura, visto que em processo de ruptura já estamos há anos.

De qualquer forma, resumindo a questão, caso você aceite que uma mudança radical do sistema é necessária, há dois caminhos que parecem ser viáveis no momento:

  1. O uso do processo eleitoral para eleger um presidente disruptivo, junto com o maior número de deputados, senadores e governadores que o apoiem.
  2. Uma Intervenção Militar que destrua a ordem politica vigente e reconstrua uma nova ordem.

A primeira hipótese enfrenta uma série de desafios. O sistema político brasileiro é estruturado justamente para evitar renovações. O voto proporcional com quociente eleitoral e a nova verba pública de campanha garante que os velhos caciques corruptos dos maiores partidos continuem mandando no jogo. Além disso, o sistema de votação eletrônica não auditável representa uma fraude em si. O fato do TSE descumprir a lei para não implementar o voto impresso sugere que não há interesse por parte da Justiça de deixar o processo auditável, o que impede que haja confiança no sistema. Além disso, a justiça deixou claro que não quer ver um candidato anti-establishment chegar ao poder, ao perseguir o candidato Jair Bolsonaro com processos questionáveis, como na acusação ridícula de apologia ao estupro, entre outras. Além disso, a grande imprensa, amplamente dominada pela esquerda, atuará fortemente contra qualquer candidato conservador.

Mesmo assim, há considerável apoio da população a candidatos conservadores, o que pode dificultar o trabalho de contenção do establishment.

Uma eventual intervenção militar enfrenta uma série de obstáculos. Em 64, havia uma união entre empresariado, sociedade civil, imprensa e até mesmo a maior parte da classe política na defesa de uma intervenção. Hoje há a defesa de parte significativa da população, apesar do crescimento do apoio, a tese ainda não representa uma maioria. Os próprios militares parecem não ter interesse nesse caminho, através das declarações dos seus comandantes. O caminho eleitoral parece ser o almejado por eles, pois terão mais de 70 candidatos nessas eleições, além do próprio Bolsonaro, um militar da reserva.

Além disso, há sérios riscos num eventual golpe militar. O primeiro deles é a possibilidade de uma guerra civil, caso nem todos os comandantes e comandados concordem com a medida. O risco disso no Brasil seria baixo, apesar de maior do que em 64. Há a possibilidade de um golpe não conseguir derrubar o governo, como aconteceu na Turquia, com o efeito oposto ocorrendo: o governo ganhou força para ele mesmo dar um auto-golpe, aprofundado o seu poder e virando de fato uma ditadura. Isso ocorreu também na Venezuela. Um golpe fracassado contra Chávez acabou dando maior legitimidade para o tiranete consolidar o seu regime totalitário. Sempre há também a possibilidade dos próprios golpistas seguirem um caminho totalitário ao invés de refundar o país e reconduzi-lo ao caminho democrático.

Qualquer que seja a alternativa, há a necessidade de lideranças honestas e preparadas com as quais o povo se identifica, com uma pauta muita clara de mudanças necessárias e como implementá-las. Infelizmente, não parece ser o caso. Observamos, especialmente nas últimas duas décadas, uma verdadeira hegemonia socialista no meio político e em outras esferas de poder, criando uma completa falta de representação dos valores conservadores da sociedade brasileira no poder. Houve um aparente renascimento da direita no país a partir de 2013, mas ainda muito desorganizada e dividida.

Dentro desse contexto é que surge a paralisação dos caminhoneiros, que produziu um verdadeiro colapso de abastecimento e colocou o governo de joelhos em poucos dias porque canalizou toda a revolta da população com um regime que a escraviza. O caminhoneiro que não consegue pagar as contas mesmo trabalhando feito um burro de carga representa quase todo empreendedor brasileiro.

Alguns viram nos caminhoneiros um instrumento para provocar a tão sonhada ruptura, através da instituição do caos. Outros, com a mentalidade socialista de sempre, buscaram a “justiça social” através da ação governamental, com a oferta de subsídios, tabelamentos e reservas de mercado, alimentando exatamente o monstro que os escraviza. Aproveitadores de sempre, entre pelegos e empresários cartoriais, como definia Roberto Campos, se aproveitaram da situação para conseguir as suas vantagens. Estes foram os grandes ganhadores.

Realmente, a chance de sucesso da “estratégia” de produzir o caos para forçar a ruptura, sem lideranças e agenda clara, eram muito pequenas, quase nulas, além de questionável do ponto de vista moral. Agora, é simplesmente errado querer ridicularizar ou mesmo atribuir a culpa pelo desfecho do episódio aqueles que defendem algum tipo de ruptura e viram na paralisação uma forma de protesto, não pelo preço da gasolina, mas pela opressão e colapso de um sistema corrupto.

Creio que nessa altura do campeonato, há poucos meses das eleições e com um candidato representando essa ruptura liderando as pesquisas, não vale a pena buscar algum tipo de intervenção, mas posso estar errado. Vejo legitimidade em quem protesta de forma não violenta por qualquer meio, até porque sabemos que uma revolução ocorre em fases. A indignação popular que está aí não acabará com o fim da paralisação. Quem conseguir canalizar da maneira correta tal sentimento ganhará as próximas eleições ou chegará ao poder de alguma forma. A baixa capacidade do povo brasileiro em compreender a realidade e seu imaginário socialista, desenvolvido através de décadas de lavagem cerebral esquerdista nas escolas, nas universidades, na cultura e na imprensa deixam o processo de mudança positiva quase impossível, mas essa é a situação que se apresenta.

Portanto, mais importante do que nunca é apresentar ao povo tal realidade, através do debate honesto e da apresentação da situação, o que infelizmente não ocorre. O debate é substituído por defesa cega de uma intervenção milagrosa por qualquer meio, usualmente entre conservadores, ou da crença cega na “nossa democracia” e de reformas econômicas “sensatas” como a solução para os nossos problemas, entre os liberais.

Para alguns “liberais”, Ciro Gomes já começa a parecer sensato e para alguns “conservadores”, Bolsonaro se transformou num traidor ao pedir que vias não fossem fechadas e o fim da greve. Ou seja, a esquerda agradece.

Convidados ilustres presenciam audiência disparada no JHN Show

Programa de estreia do JHN Channel, o JHN Show liderou a audiência durante a noite toda em sua estreia.

Nomes responsáveis por fazer a economia girar em nosso país, artistas, jornalistas, o embaixador de Israel, e alunos da primeira turma do curso de Comunicação Global com Caráter e Verdade acompanharam de perto o nascimento de uma mídia livre!

Diversão, carinho e muito trabalho, veja a galeria:

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Temer afirma que política de preços da Petrobras continuará a mesma

O presidente Michel Temer indicou nesta sexta-feira (1º) o diretor financeiro da Petrobras, Ivan Monteiro, para substituir Pedro Parente no comando da estatal. Monteiro já havia sido aprovado pelo Conselho Administrativo da Petrobras para assumir interinamente o cargo, que ficou vago na manhã desta sexta-feira com o pedido de demissão de Parente.

Em um breve pronunciamento, Temer garantiu que a política de preços da Petrobras não sofrerá mudanças. “Não haverá qualquer interferência na política de preços da companhia”, frisou. De acordo com o presidente, “Ivan Monteiro é a garantia de que esse rumo (de recuperação) permanece inalterado. Eu naturalmente desejo e tenho certeza do sucesso da gestão do novo presidente e tenho certeza também que sua diretoria, seus funcionários e colaboradores alcançarão excelentes resultados para os acionistas e para todos os brasileiros”.

Temer agradeceu a Parente e emendou: “A recuperação da Petrobras veio para ficar”. A recomendação será analisada pelo conselho da estatal. Antes de assumir a diretoria na Petrobras em 2015, Monteiro era vice-presidente de Finanças do Banco do Brasil. Na estatal, ele é tido como braço direito de Parente.

A demissão de Pedro Parente era um dos pedidos dos petroleiros que fizeram a paralisação no meio desta semana. Eles também reclamam da política de preços da empresa. Nesse cenário turbulento, Parente pediu demissão e afirmou que sua presença deixou de ser positiva. Ao anunciar que deixaria o cargo, ele recomendou ao presidente continuidade nas “regras corporativas”.

Informações: MSN

Estado Islâmico assume autoria de atentado na Bélgica

O grupo terrorista Estado Islâmico reivindicou a autoria do ataque da última terça-feira (29) que deixou duas policiais e um estudante mortos, além do próprio terrorista, em Liège, na Bélgica.

Por meio da agência de propaganda, a “Amaq”, o grupo muçulmano diz que o atirador Benjamin Herman era “soldado do  Estado Islâmico ” e “respondeu aos apelos do grupo para atacar nações da coalizão” – a Bélgica integra a aliança internacional criada para combater o grupo.

Policial chora a morte de companheiras de farda.

A reivindicação foi divulgada pelo portal de contraterrorismo “Site” e indica que a milícia não coordenou o ato, mas sim que tenha se tratado de um caso de “lobo solitário”.

O atentado de terça-feira (29) acabou com três dos mortos por um terrorista, que foi abatido pelas forças policiais locais. Tudo ocorreu por volta das 10h30 locais (às 5h30 no horário de Brasília), no centro da cidade belga, próximo de uma cafeteria. De acordo com as agências internacionais, o assassino foi identificado como Benjamin Herman.

Informações: Último Segundo, Folha de S. Paulo

Eduardo Cunha é condenado a 24 anos de prisão

O Juiz Vallisney de Souza, da 10ª Vara Federal de Brasília, condenou o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (MDB), a 24 anos e dez meses de prisão em regime fechado por fraudes envolvendo o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

O ex-deputado foi considerado culpado pelo recebimento de propinas de empresas interessadas na liberação de verbas do FGTS. Na mesma sentença, o ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves, seu antigo aliado, recebeu pena de oito anos e oito meses de prisão.

A investigação é baseada em delações premiadas do ex-vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Fábio Cleto, e operador financeiro Lúcio Funaro, “homem forte” de Cunha em seus tempos na Câmara e que também foi condenados.

Em um dos depoimentos, Cleto acusa Eduardo Cunha de receber 80% da propina arrecadada entre empresas interessadas na liberação de verbas do FGTS.

Informações: IG

 

Espanha tem novo chefe de governo

A Câmara dos Deputados da Espanha aprovou nesta sexta-feira (01) uma moção de censura contra o governo de Mariano Rajoy, levando um socialista, Pedro Sánchez, a se tornar o novo chefe de governo do país. Para derrubar Rajoy, Sánchez organizou uma coalizão com a extrema esquerda do partido Podemos, com os separatistas da Catalunha e com os nacionalistas bascos. O novo líder de governo oferece “diálogo” aos separatistas catalães: “este governo quer que a Catalunha esteja na Espanha e escutará a Catalunha”, disse Sánchez.