Assessoria desmente vídeo íntimo atribuído a João Doria

Imagem: Germano Lüders | Exame

Nesta terça-feira (23), começou a circular um suposto vídeo íntimo do candidato do PSDB ao governo de São Paulo. Em nota, a assessoria de João Doria afirmou que se trata de uma montagem.

No Twitter, os termos ‘Doria’ e ‘Acelera SP’ estão entre os assuntos mais comentados.

O conteúdo mostra um homem participando de uma orgia ao lado de cinco mulheres.

Segundo informações internas, o caso será levado à Justiça e será solicitada uma perícia para ‘confirmar a falsidade do vídeo’.

Suposto vídeo íntimo de João Doria vaza na Internet

Imagem: Reprodução | Internet

João Doria, candidato ao governo do estado de São Paulo, mais uma vez se tornou o assunto mais comentado no Twitter nesta terça-feira (23).

Dessa vez, o motivo foi um suposto vídeo íntimo divulgado na Internet.

Na gravação, um homem atribuído ao tucano, aparece deitado numa cama de motel ao redor de cinco mulheres. 

O vídeo tem duração de 20 segundos e contém cenas comprometedoras. 

Até o momento, a assessoria do político não se manifestou sobre o caso.

ASSISTA AO VÍDEO!

Estratégia Petista: Abandonar A Campanha Para Disseminar Mentiras & Blefes

A campanha petista nesse segundo turno é uma campanha de mentiras e blefes, com o objetivo de trazer insegurança ao eleitorado. Petistas blefaram ao ameaçar que iriam conseguir bloquear o WhatsApp. Mentem ao plantar e disseminar o blefe do pseudo-atentado simulado, como informamos no artigo Falso Atentado & Outros Blefes: A Guerra Psicológica Na Reta Final Da Campanha, publicado há poucos minutos.

A última mentira da campanha petista, reproduzida pelo boca do próprio poste nacional e porta-voz do presidiário, foi respaldar a afirmação mentirosa e calunioso do cantor Geraldo Azevedo, que afirmou que teria sido supostamente torturado pelo General Mourão em 1969. Como o próprio general informou, naquele ano ele era adolescente e aluno do Colégio Militar e, portanto, não poderia estar engajado em nenhuma operação de combate à guerrilha comunista daquele período.

Portanto, a afirmação leviana do cantor e o endosso mentiroso feito pelo poste nacional petista não passam de mais um item da guerra psicológica de que falamos no artigo anterior: incapazes de apresentar propostas consistentes para tirar o País da crise que eles próprios criaram, os petistas e seu aliados desistiram de fazer campanha e dedicam-se agora unicamente a promover ataques e disseminação de mentiras e blefes e de fake news. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


Gleisi Hoffmann cogita ‘atentado’ contra Haddad ou lindbergh e culpa Bolsonaro “se algo acontecer”

Imagem: Dida Sampaio | Estadão

Dirigentes do Partido dos Trabalhadores, sob liderança da presidente nacional da legenda, Gleisi Hoffmann, afirmaram nesta segunda-feira (22) que entrariam com ações no TSE e STF contra uma suposta incitação à violência proferida pelo presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

Em vídeo, Gleisi ameaçou que Bolsonaro será o culpado caso algo aconteça com Fernando Haddad (PT) ou o futuro ex-senador Lindbergh Farias (PT-RJ).

O portal Renova Mídia noticiou na manhã desta terça-feira (23) que o senador petista Lindbergh pediu proteção à Polícia Federal e acusou Bolsonaro de ser apoiado por milicias do Rio de Janeiro.

Flavio Morgenstern, em matéria no Senso Incomum, falou sobre uma estratégia utilizada com primor por partidos de viés esquerdista ao longo das décadas:

O PT tem se especializado no que se chama de false flag, como o incêndio no Reichstag que iniciou o nazismo: forjar um pseudo-atentado, posar como “vítima” de uma perseguição e, então, usar todas as armas legais e ilegais contra o inimigo. É o que parece que irá fazer na reta final das eleições, para depois tentar impugnar a candidatura de Bolsonaro. Se não pode fraudar todas as urnas, que tal ignorá-las?

Basta-se lembrar dos supostos “tiros” na caravana de Lula, enquanto o ex-presidente não era preso. Um jornal do Paraná já havia alertado quase 3 meses antes que o MST planejava criar um falso atentado em Quedas do Iguaçu, exatamente a minúscula cidade onde os tiros acertaram a caravana sem ninguém ver quem foi o autor dos disparos.

O procurador federal Ailton Benedito também citou um episódio interessante da história mundial onde podemos encontrar uma certa relação com o momento atual:

“Há 85 anos, um “atentado fake”, o incêndio no Reichstag, era usado por Hitler para golpear democracia alemã”.

As redes sociais agiram proativamente e deixaram claro que não faz sentido um candidato que está liderando as pesquisas com ampla vantagem estimular um ataque contra seu adversário faltando poucos dias para o dia da eleição.

Com informações, Renova Mídia

Falso Atentado & Outros Blefes: A Guerra Psicológica Na Reta Final Da Campanha

por paulo eneas
Faltando apenas cinco dias para o segundo turno das eleições, a guerra psicológica alimentada com fake news e blefes de todo tipo por parte da campanha do poste nacional do presidiário petista tem sido a tônica observada nas redes. O objetivo dessas iniciativas é justamente promover e disseminar a insegurança e o temor junto aos eleitores.

Um desses blefes que começou a circular na semana passada afirma que a campanha petista estaria preparando um false flag, uma simulação de atentado contra o poste nacional e sua candidata a vice, com o objetivo de incriminar os apoiadores de Jair Bolsonaro. Esse pseudo-atentado simulado seria cometido na quinta ou sexta-feira para ser explorado pela grande imprensa até a véspera da eleição.

O blefe foi reforçado por um vídeo divulgado essa semana, e que pode ser visto mais abaixo, em que a presidente petista acusa antecipadamente, de maneira leviana e caluniosa, Jair Bolsonaro por qualquer coisa que venha supostamente a ocorrer ao candidato petista e aos dirigentes de sua campanha. 

Sabemos que comunistas e mentirosos e porta-vozes de criminosos da estirpe do poste nacional petista e seu entorno são amorais o bastante para até mesmo atentarem contra um dos seus para atingir seus objetivos de poder. No entanto, sabemos também pela história que o Incêndio do Reichtag, promovido pelos nazistas para justificar um golpe de estado, não foi anunciado com antecedência.

Isso posto, diante dessa desinformação plantada, devemos considerar o seguinte:
a) Se houvesse mesmo esse plano de simulação de atentado, ele por definição não viria público.

b) Se existisse e viesse a público, tal plano seria abortado.

c) Não há construção de falsa narrativa que possa sustentar esse hipotético atentado, pois a vitória de Jair Bolsonaro já é dada como certa até mesmo pelos petistas.

d) Na hipótese remota de que esse pseudo-atentado venha ocorrer, seu efeito surpresa já estaria completamente anulado.

Em vista dessas considerações, entendemos que a disseminação desse suposto plano de atentado forjado é mais um elemento de guerra psicológica, visando forçar a campanha de Jair Bolsonaro e seus apoiadores a adotarem um postura defensiva, que contraste com o amplo e inegável favoritismo da direita a poucos dias da eleição.  #CriticaNacional #TrueNews #RealNews