Greve chega ao nono dia com churrasco

Em meio ao caos que vive o país, com a população sofrendo os efeitos da paralisação dos caminhoneiros, a greve continua com churrasco preparado por voluntários. Relatos vindos do Mato Grosso dão conta até mesmo de paróquias pedindo doações de comida para ajudar os caminhoneiros em greve. Porém, o apoio da população começa a regredir, visto que os mesmos relatos dão conta de que os paroquianos em questão se recusaram a doar aquilo que anda faltando até mesmo para eles próprios. Em uma cidade do interior de SP, uma sitiante e produtora de leite, impossibilitada de encaminhar seu produto para o laticínio local, decidiu vender o leite cru para a população ao preço de R$ 1,00 o litro. A vigilância sanitária foi ao local e proibiu a venda. Os grevistas estão conseguindo prejudicar a população tanto quanto o governo.

Carro de passeio apedrejado em manifestação de caminhoneiros

De acordo com o site Sulinfoco, um carro com um bebê foi apedrejado na tarde desta terça-feira (29) em Imbituba (SC). Tratava-se de um Honda Civic com placa de Florianópolis, com um bebê de 1 ano de idade no banco de trás. O veículo, ocupado por um casal com a filhinha, rumava para Içara, onde deveriam comparecer a um velório. Por causa do bloqueio da estrada, o casal desviou para a marginal, onde foi parado e, ao explicar a situação, foi liberado pelos manifestantes. Poucos metros à frente, outro grupo de manifestantes começou a ameaçá-los, assustando a criança. O condutor do veículo tentou sair do local e teve o carro apedrejado. Uma das pedras atingiu o para-brisa na altura da cabeça da mulher, que estava no banco do carona, e o vidro traseiro foi perfurado por outra pedra, que por pouco não atingiu a bebê.

Fonte: Sulinfoco

Incêndio criminoso na Associação Santos Inocentes

OS SANTOS MÁRTIRES INOCENTES
“Da boca dos pequeninos e das criancinhas de peito
preparaste um louvor para ti” (Mt 21,16)

O STF discute a APDF 442 que decidirá se autoriza o aborto livre até 12 semanas de gestação. A ação foi protocolada pelo PSOL – Partido do Socialismo e Liberdade (sic).

Tudo isso nos faz lembrar o Rei Herodes, e o martírio dos Santos Inocentes, assassinadas por ordem do Rei, que desejava matar o menino Jesus (Mt 2,16-18).

O Rei Herodes, chamado “o Grande”, enganado pelos magos, decretou a morte de todos os meninos de até dois anos de idade, na cidade de Belém. Hoje, em Brasília, os novos Herodes do STF decidirão sobre a matança dos bebês até 12 semanas de gestação.

As crianças de Belém foram as primeiras a derramarem o seu sangue inocente por Cristo, que veio para derramar Seu sangue por todos nós.

Os Santos Inocentes não têm direito á voz, nem á defesa. Mas serão condenadas apenas por existirem no ventre materno. Sem dó e sem piedade. E nós, que temos o dom da Palavra, muitas vezes ficamos calados diante de tanta crueldade.

O Rei Herodes não matou os bebês pessoalmente. Mandou que soldados os executassem. Igualmente, o STF determinará que o SUS, com os recursos públicos (meus e seus), mate essas as crianças. E mais, com uma equipe multidisciplinar de profissionais espalhada em vários hospitais, com todo um protocolo rígido a ser cumprido.
Nenhum sangue derramado fica em vão. Triste será a Nação que tem um rio de sangue vermelho derramado pela legalização do aborto. Ainda mais em virtude de uma decisão injusta dos “doutores” do STF.

As crianças morrerão sem terem cometido qualquer crime. E aquelas que escapam do aborto, são expostas com algo terrível: o abandono, os maus-tratos, a exploração sexual, a pornografia e a erotização precoce. Tudo que lhes rouba a paz e a inocência.

Assim como no tempo de Herodes, São José (o primeiro pró-vida), hoje temos os missionários e militantes da causa pró-vida, em Brasília: a Associação Santos Inocentes, entidade católica fundada em 2002. A sua principal missão é a de acolher mulheres que estão em via de realizar, ou que já praticaram aborto.

Os missionários mantêm a Casa de Abrigo Santa Gianna Beretta Molla que acolhe as mães que precisam de ajuda e acompanhamento. Além da Creche São José para crianças de até três anos, que nasceram depois que as mães desistiram do aborto.

No último sábado, 26, por volta das 22h, o galpão onde eram mantidas todas as doações para a realização dos bazares que ajudam a manter a entidade, pegou fogo com indícios de um ato criminoso.

A Associação vive de doação e da providência. A realização do bazar é uma das principais fontes de renda e o galpão foi totalmente destruído. As doações de roupas, brinquedos, calçados, eletrodomésticos, móveis, utensílios domésticos, fraldas, leite em pó além de roupas de cama, mesa e banho; todas foram perdidas.

A Associação Santos Inocentes realiza a “Operação Regaste” que realiza o trabalho de confortar a mãe gestante a que esteja pensando em realizar um aborto. Muitas vezes pelo abandono do pai, ou terem sido vítimas de agressões, ou por questões emocionais, psicológicas, financeiras, desilusões amorosas, traumas afetivos, abortos anteriores realizados ou depressões.

Após o nascimento, é realizado o acolhimento da mulher e do bebê com o comprometimento de total apoio ao bem-estar da mãe e da criança. A creche fornece tudo que for necessário: amparo espiritual além do enxoval, exame pré-natal, cestas básicas e apoio assistencial, psicológico e jurídico se for o caso.

A Creche São José atualmente com 51 crianças acolhe as crianças dessas mães que desistiram do aborto. As crianças são amparadas gratuitamente até completarem três anos de idade, tempo suficiente para que as mães possam estudar e trabalhar.

Mais do que nunca a associação precisa de ajuda para continuar salvando vidas.

Para ajudar com qualquer tipo de doação, entre em contato pelos números: 61 3359-2867/ 3359-3652 ou faça a sua contribuição para a Associação Santos Inocentes (ASAI) CNPJ 09.649.920/0001-00 no Banco do Brasil Agência 1507-5 conta corrente 1507-5 conta corrente 300965-3 ou Caixa Econômica Federal Agencia 4167 operação 013 conta poupança 21.779-6.

A Sede da Associação fica na, QR 425 conjunto 05 – casa 15, Samambaia Norte, em Brasília – DF.
Se você ficou interessado e deseja conhecer mais a respeito do nosso trabalho realizado pela Associação, acesse: http://www.santosinocentes.com.br

Santos Mártires Inocentes, rogai por nós!

Governo Temer adota discurso para descredibilizar movimento dos caminhoneiros

O discurso adotado pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha – nesta terça-feira, 29 – visa descredibilizar o movimento dos caminhoneiros apontando eventuais infiltrações políticas existentes.

Padilha toma a “parte” para definir o todo e classificar a mobilização que se dá em função dos impostos sobre o diesel, dentre outras pautas, para definir a paralisação como algo de “cunho político”. Ou seja: orquestrado por uma oposição.

Em suas declarações recentes, ele coloca os representantes de caminhoneiros que negociam com o Palácio do Planalto como as legítimas lideranças, quando muitas dessas já foram rejeitadas pelos profissionais autônomos.

O governo do presidente Michel Temer (MDB) insiste que a greve foi encerrada, mas os focos de paralisação não mais tem a ver com a pauta do movimento, mas sim de “aproveitadores” da situação. Tanto que acusa de haver mais participação de populares do que caminhoneiros.

“O que temos hoje são manifestações que envolvem populares, alguns caminhoneiros, óbvio. E o cunho da manifestação extravasa as demandas dos caminhoneiros e passa a ter cunho político”, declarou em recente entrevista.

Na visão de Padilha – que é a do governo – o movimento está prejudicando os próprios caminhoneiros. O governo ainda falou de sete prisões ocorridas no estado do Maranhão e que não existiam caminhoneiros entre os presos. “Existe infiltração indevida neste momento, porque pessoas estavam impedindo os caminhoneiros de dirigir os seus caminhões”, finalizou.

Por conta de paralisação, Rodrigo Maia entra em rota de colisão com Executivo

O governo federal ainda enfrenta dificuldades para lidar com a paralisação dos caminhoneiros em todo o país. A situação gerou uma “rota de colisão” entre o presidente da Câmara de Deputados, Rodrigo Maia (Democratas) e o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia.

Isto torna ainda mais difícil para o governo concretizar suas propostas ou tentar repassar a conta.

Para Maia, as declarações do ministro foram irresponsáveis quando este falou de aumento de impostos e redução de benefícios de tributos sobre o diesel. O presidente da Câmara destacou que o parlamento não votará propostas que aumentem impostos.

Maia elevou o tom: “Não vai ter porque isso aqui é uma democracia e ele não manda no Congresso Nacional”. Segundo Maia, as falas do membro do Executivo se chocam com a pauta dos caminheiros, que quer redução de impostos. “Ele fala o contrário e sabe muito bem que no Congresso não haverá aumento de imposto”.

“A expectativa é que haja excesso de arrecadação de R$ 13 bi só para o governo federal e de R$ 14 bi para estados e municípios. O projeto de cessão onerosa, se for acelerado, pode garantir arrecadação extra para o governo da ordem de U$ 40 bi. Não podemos brincar com o momento em que o país vive. Não há espaço para aumento de imposto”, destacou o presidente da Câmara.

No Senado, Eunício Oliveira (MDB), mesmo sendo do mesmo partido do presidente Michel Temer, destacou que nada será feito às pressas. “Estamos buscando os entendimentos para ninguém fazer nada açodado, nada que prejudique a população, que crie mais carga tributária. Estamos discutindo com os parlamentares e com a área econômica”.

O estamento governamental “bate-cabeça” diante da situação.

Renan quer demissão da cúpula da Petrobras? Onde estava Renan quando a estatal era saqueada?

Em seu papel de grande opositor do presidente Michel Temer (MDB), o senador Renan Calheiros quer que seja demitida toda a direção da Petrobras. E quer o quanto antes…

É de se concordar com Renan Calheiros em um ponto: o problema passa pelas cúpulas que tomaram e tomam conta da Petrobras até agora. Mas quem as comanda e quem participa da festa? O presidente Michel Temer não é solução, mas parte do problema.

Renan também não é solução, mas parte do problema.

Temer é mais uma das figurinhas carimbadas do estamento burocrático brasileiro onde o poder emana do povo, mas contra este mesmo povo é exercido.

O governo de Michel Temer é fraco e, diante da situação que é vivenciada no país, busca (como todos os outros já fizeram nas mais variadas crises!) solução paliativa sem encarar de fato o problema: a imensa máquina estatal e o preço que todos os brasileiros pagam por ela para sustentar um Estado ineficiente, metido a empresário e com péssima prestação de serviços.

Uma hora a bolha estoura. O governo deveria começar se livrando da imensa quantidade de estatais ineficientes, cortando custos, dentre outras medidas.

Rever de forma séria o papel do Estado é urgente nesse país, no qual trabalhadores são obrigados a entregarem cinco meses de suas vidas para custear a bela máquina estamentária e o bancar os privilégios de quem dela faz parte. Michel Temer lambe os beiços nesse estamento!

Ao se apossarem desse estamento, do qual Temer é parte, os governos petistas agigantaram ainda mais o Estado, maquiaram as contas públicas e promoveram um verdadeiro saque às estatais, incluindo a Petrobras, que foi loteada entre partidos, incluindo o MDB do qual Calheiros faz parte.

Onde estava toda essa indignação de Renan Calheiros na época? Onde estava o Dom Quixote alagoano a mirar em seus Moinhos de Vento pedindo a queda de todos? Era muito mais ameno com o governo.

Para Renan Calheiros, o presidente Michel Temer é uma catapulta para uma agenda positiva, já que quase não há quem não odeie – em com toda razão! – Temer.

Agora, o que Renan Calheiros – o profeta do caos – defende? Controle de preços com maior intervenção na economia para mais uma vez disfarçar o caos oriundo das decisões do passado, tomadas dentro de um projeto de poder cujo cunho ideológico dispensa apresentação? Renan Calheiros quer mais Estado para resolver os problemas causados pelo estatismo de base socialista do qual o emedebista era aliado? Aliás, ele e Michel Temer eram aliados ao custo de uma parceria nefasta ao país com o PT.

Em passado recente, Renan Calheiros era um homem importante aos petistas que, ao lado de Michel Temer (que era o vice de Dilma Rousseff (PT)), ajudaram a quebrar o país. Michel Temer é o efeito colateral da tragédia, logo trágico também. No presente de agora, Renan Calheiros é aliado do PT com toda força, inclusive brigando pela candidatura do condenado Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

No Inferno de Dante chamado estamento burocrático brasileiro, Renan Calheiros é um personagem que transita em todos os círculos, mas escolheu o vilão da vez para praticar seu antagonismo de momento.

Diante da incompetente Dilma Rousseff, uma das personagens centrais dos dramas da Petrobras, Renan Calheiros também escolheu um lado: rasgar a Constituição para garantir os direitos políticos da ex-presidente. Para Renan, EX-PRESIDENTA!