Bolsonaro irá rever fusão de ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente

Imagem: Tânia Rêgo/Agência Brasil

De acordo com o Jornal Nacional desta quarta-feira (24), o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) confirmou que pode rever a ideia de fundir os ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente.

Luiz Antônio Nabhan Garcia, o presidente da UDR, afirmou mais cedo que o grupo de empresários do setor rural que apoiam Bolsonaro aceitava a revisão da medida.

Em relação a revisão da fusão dos ministérios, Bolsonaro declarou:

“Está havendo um ruído nessa área. Eu sou uma pessoa que está pronta pro diálogo. Pode ser que a gente não encampe essa proposta, realmente. Eu quero o que seja melhor pro campo e pro meio ambiente.”

TSE substitui empresa que fará a divulgação da apuração no segundo turno

Imagem: Reprodução/TSE

A poucos dias do segundo turno eleitoral, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) resolveu substituir a empresa que fará a divulgação da apuração dos votos, informa O Antagonista.

O novo contrato foi assinado com a CPD (Consultoria, Planejamento e Desenvolvimento de Sistemas), que receberá R$ 532 mil. A empresa foi a segunda colocada na licitação que teve o primeiro lugar ocupado pela BRCloud, empresa que realizou a divulgação no primeiro turno.

Segundo o Tribunal, a BRCloud “não prestou adequadamente o serviço” e causou “contratempos” na distribuição de dados.

Ônibus que realizaram campanha ilegal para Haddad na Bahia podem levar à cassação da chapa

Imagem: Reprodução | Twitter

Em Salvador, na Bahia, vários ônibus de uma concessionária começaram a circular com adesivos da campanha de Fernando Haddad, candidato do PT à presidência. 

O site O Antagonista interrogou o advogado eleitoral Flávio Henrique Costa Pereira, que informou que a chapa de Fernando Haddad e Manuela D’ávila pode, até mesmo, ser cassada pelo ato. 

O caso pode ser enquadrado como abuso de poder econômico e político. Econômico porque estão usando a estrutura de uma empresa em favor da campanha de Haddad. Político porque se trata de uma concessão pública. Os veículos, embora privados, estão à disposição do serviço público”, destacou o advogado.

O DEM-BA informou que entrará com uma representação no TRE-BA, já que autorizações públicas não podem ser usadas para fins eleitorais.

Bolsonaro afirma que pode privatizar os Correios

Imagem: Antônio More/Gazeta do Povo

De acordo com a Folha de S. Paulo, o candidato a presidência Jair Bolsonaro (PSL) afirmou na terça feira (23) que os Correios poderão ser privatizados, se ele for eleito, além de outras estatais que não mencionou os nomes.

Para Bolsonaro, a estatal é alvo de reclamações e seu fundo de pensão causa prejuízo.

“Os Correios têm grande chance de entrar [na privatização], porque o seu fundo de pensão foi simplesmente implodido pela administração petista”, disse o candidato.

Em carta, Lula ataca a imprensa e diz ter sido condenado injustamente

Em carta escrita pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quarta-feira (23), o líder petista ataca a imprensa e o judiciário. Lula também escreveu que foi condenado injustamente. 

“Todos sabem que fui condenado injustamente, num processo arbitrário e sem provas, porque seria eleito presidente do Brasil no primeiro turno”, escreveu o presidiário, condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O líder petista também escreveu que “para derrubar o governo da presidenta Dilma Rousseff, em 2016, juntaram todas as forças da imprensa, com a Rede Globo à frente, e de setores parciais do Judiciário, para associar o PT à corrupção”, classificando a Rede Globo e o judiciário como ‘golpistas’.

Meus amigos e minhas amigas,

Chegamos ao final das eleições diante da ameaça de um enorme retrocesso para o país, a democracia e nossa gente tão sofrida. É o momento de unir o povo, os democratas, todos e todas em torno da candidatura de Fernando Haddad, para retomar o projeto de desenvolvimento com inclusão social e defender a opção do Brasil pela democracia.

Por mais de 40 anos percorri este país buscando acender a esperança no coração do nosso povo. Sempre enfrentamos o preconceito, a mentira e até a violência, e, mesmo assim, conseguimos construir uma profunda relação de confiança com os trabalhadores, com as pessoas mais humildes, com os setores mais responsáveis da sociedade brasileira.

Foi pelo caminho do diálogo e pelo despertar da consciência cidadã que chegamos à Presidência da República em 2002 para transformar o país. O povo sabe e a história vai registrar o que fizemos, juntos, para vencer a fome, superar a miséria, gerar empregos, valorizar os salários, criar oportunidades, abrir escolas e universidades para os jovens, defender a soberania nacional e fazer do Brasil um país respeitado em todo o mundo.

Tenho consciência de que fizemos o melhor para o Brasil e para o nosso povo, mas sei que isso contrariou interesses poderosos dentro e fora do país. Por isso tentam destruir nossa imagem, reescrever a história, apagar a memória do povo. Mas não vão conseguir.

Para derrubar o governo da presidenta Dilma Rousseff, em 2016, juntaram todas as forças da imprensa, com a Rede Globo à frente, e de setores parciais do Judiciário, para associar o PT à corrupção. Foram horas e horas no Jornal Nacional e em todos os noticiários da Globo tentando dizer que a corrupção na Petrobrás e no país teria sido inventada por nós.

Esconderam da sociedade que a Lava Jato e todas as investigações só foram possíveis porque nossos governos fortaleceram a Controladoria Geral da União, a Polícia Federal, o Ministério Público e o Judiciário. Foi por isso, e pelas novas leis que aprovamos no Congresso, que a sujeira deixou de ser varrida para debaixo do tapete, como sempre aconteceu em nosso país.

Apesar da perseguição que fizeram ao PT, o povo continuou confiando em nosso projeto, o que foi comprovado pelas pesquisas eleitorais e pela extraordinária recepção a nossas caravanas pelo Brasil. Todos sabem que fui condenado injustamente, num processo arbitrário e sem provas, porque seria eleito presidente do Brasil no primeiro turno. E resistimos, lançando a candidatura do companheiro Fernando Haddad, que chegou ao segundo turno pelo voto do povo.

O que assistimos desde então foi escandaloso caixa 2 para impulsionar uma indústria de mentiras e de ódio contra o PT. De onde me encontro, preso injustamente há mais de seis meses, aguardando que os tribunais façam enfim a verdadeira justiça, minha maior preocupação é com o sofrimento do povo, que só vai aumentar se o candidato dos poderosos e dos endinheirados for eleito. Mas fico pensando, todos os dias: por que tanto ódio contra o PT?

Será que nos odeiam porque tiramos 36 milhões de pessoas da miséria e levamos mais de 40 milhões à classe média? Porque tiramos o Brasil do Mapa da Fome? Porque criamos 20 milhões de empregos com carteira assinada, em 12 anos, e elevamos o valor do salário mínimo em 74%? Será que nos odeiam porque fortalecemos o SUS, criamos as UPAS e o SAMU que salvam milhares de vidas todos os dias?
u será que nos odeiam porque abrimos as portas da Universidade para quase 4 milhões de alunos de escolas públicas, de negros e indígenas? Porque levamos a universidade para 126 cidades do interior e criamos mais de 400 escolas técnicas para dar oportunidade aos jovens nas cidades onde vivem com suas famílias?

Talvez nos odeiem porque promovemos o maior ciclo de desenvolvimento econômico com inclusão social, porque multiplicamos o PIB por 5, porque multiplicamos o comércio exterior por 4. Talvez nos odeiem porque investimos na exploração do pré-sal e transformamos a Petrobrás numa das maiores petrolíferas do mundo, impulsionando nossa indústria naval e a cadeia produtiva do óleo e gás.

Talvez odeiem o PT porque fizemos uma revolução silenciosa no Nordeste, levando água para quem sofria com a seca, levando luz para quem vivia nas trevas, levando oportunidades, estaleiros, refinarias e indústrias para a região. Ou talvez porque realizamos o sonho da casa própria para 3 milhões de famílias em todo o país, cumprindo uma obrigação que os governos anteriores nunca assumiram.

Será que odeiam o PT porque abrimos as portas do Palácio do Planalto aos pobres, aos negros, às mulheres, ao povo LGBTI, aos sem-teto, aos sem-terra, aos hansenianos, aos quilombolas, a todos e todas que foram discriminados e esquecidos ao longo de séculos? Será que nos odeiam porque promovemos o diálogo e a participação social na definição e implantação de políticas públicas pela primeira vez neste país? Será que odeiam o PT porque jamais interferimos na liberdade de imprensa e de expressão?

Talvez odeiem o PT porque nunca antes o Brasil foi tão respeitado no mundo, com uma política externa que não falava grosso com a Bolívia nem falava fino com os Estados Unidos. Um país que foi reconhecido internacionalmente por ter promovido uma vida melhor para seu povo em absoluta democracia.

Será que odeiam o PT porque criamos os mais fortes instrumentos de combate à corrupção e, dessa forma, deixamos expostos todos que compactuaram com desvios de dinheiro público?

Tenho muito orgulho do legado que deixamos para o país, especialmente do compromisso com a democracia. Nosso partido nasceu na resistência à ditadura e na luta pela redemocratização do país, que tanto sacrifício, tanto sangue e tantas vidas nos custou.

Neste momento em que uma ameaça fascista paira sobre o Brasil, quero chamar todos e todas que defendem a democracia a se juntar ao nosso povo mais sofrido, aos trabalhadores da cidade e do campo, à sociedade civil organizada, para defender o estado democrático de direito.

Se há divergências entre nós, vamos enfrentá-las por meio do debate, do argumento, do voto. Não temos o direito de abandonar o pacto social da Constituição de 1988. Não podemos deixar que o desespero leve o Brasil na direção de uma aventura fascista, como já vimos acontecer em outros países ao longo da história.

Neste momento, acima de tudo está o futuro do país, da democracia e do nosso povo. É hora de votar em Fernando Haddad, que representa a sobrevivência do pacto democrático, sem medo e sem vacilações.

Luiz Inácio Lula da Silva”

Nordestinos que apoiam Bolsonaro percorrem o Sertão para mostrar as fake news do PT

Um grupo de nordestinos apoiadores do candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) realizou uma “jornada” pelo interior de Alagoas, sobretudo nas cidades sertanejas, para desmentir as “fake news” que estão sendo espalhadas pela região para angariar votos para o petista Fernando Haddad (PT).

Foram mais de 10 dias percorrendo diversos municípios.

Ainda é comum, conforme um dos organizadores da ação, pessoas de regiões mais pobres temerem o fim de programas como o Bolsa Família. Essa, aliás, tem sido a principal mentira repetida até mesmo por políticos dessas regiões que são associados ao PT.

O grupo produziu panfletos explicativos, destacando as principais propostas de campanha de Jair Bolsonaro, dentre elas a ampliação dos pagamentos do Bolsa Família, que passaria a contar até mesmo com um 13º. São ressaltados ainda os valores defendidos por Bolsonaro em relação à família e à religião.

Um dos organizadores, o empresário alagoano Leonardo Dias, destacou que a ação tem sido positiva. “Muita gente ao entender o que realmente Bolsonaro defende, como as ações de melhoria para a segurança pública, investimentos para o Nordeste e a manutenção do programa Bolsa Família acabam mudando de voto. Nossa ação tem sido de esclarecimento”, salientou.

A perspectiva do grupo é que, ao menos em Alagoas, Bolsonaro tenha mais votos no segundo turno que os que obteve no primeiro. Vale salientar que Maceió, capital do Estado, foi a cidade nordestina em que Bolsonaro teve mais de 50% dos votos.

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PCdoB busca Rodrigo Maia para não ser atingido pela cláusula de barreira

Imagem: Agência Brasil

As deputadas Luciana Santos e Jandira Feghali, do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), reuniram-se nesta quarta-feira (24) com Rodrigo Maia (DEM), o atual presidente da Câmara, no Rio de Janeiro, no mesmo hotel onde acontecem as reuniões de campanha da Jair Bolsonaro (PSL).

Segundo a Crusoé, os três discutiram alternativas para ajudar o PCdoB a não ser atingido pela cláusula de barreira em um bar que fica na recepção do hotel.

A cláusula de barreira restringe ou impede a atuação parlamentar de um partido que não alcança um determinado percentual de votos na eleição.

Com o partido sendo afetado pela cláusula de barreira, a legenda corre o risco de ser extinta.

É Bolsonaro! Nao podemos perder essa chance por conta das mentiras vermelhas

De forma didática, o professor e articulista alagoano Yuri Brandão ressalta de forma cirúrgica a importância da eleição de Jair Bolsonaro (PSL) para presidente do Brasil e as razões pelas quais, em meio ao jogo retórico que vem sendo usado por parte da grande mídia, não devem ser levados em conta determinados discursos dos mais “sensíveis” a algumas declarações do candidato. É tudo jogo de cena!

Antes de mais nada, é preciso compreender que o conceito de “fake news” não se trata apenas da classificação daquilo que é flagrantemente falso, mas também da imposição da mentira por meio da utilização das meias verdades. Nisto, há até uma prática de Gobbles, ao insistir em uma falsidade de forma repetida até virar verdade.

No caso de Jair Bolsonaro, ele tem sido vítima disso, sobretudo por conta declarações reais, mas retiradas do contexto ou levadas ao exagero para se criar um espantalho. Do outro lado, aqueles que de fato ameaçam a democracia, por seu viés autoritário oriundo das cartilhas marxistas e/ou gramscianas, encontram o benefício desta mesma grande mídia.

É o caso do deputado petista que já defendeu o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) ou até mesmo do condendo José Dirceu (PT), que agora pousa em entrevista com a “inteligência” orgânica desse país ignorando seu recente passado, quiçá o mais distante. Dirceu já falou em “tomar o poder”, já se reuniu com caciques do estamento burocrático, como quando esteve com o senador Renan Calheiros (MDB) em Alagoas e por aí vai.

É a grande mídia que torna as ameaças reais como palatáveis, e aquele que é a única opção contra o estamento como ameaça.

Dito isto, convido o leitor para ler com bastante atenção as palavras de Yuri Brandão. Professor de Língua Portuguesa, Brandão já ocupou lugar de destaque em vários veículos de comunicação de Alagoas desnudando a hipocrisia revolucionária e colocando realmente os pingos nos is.

Em texto tão corajoso quanto importante, pontua o que de fato – nessa reta final – precisa ser pontuado.

Boa leitura:

“BOLSONARO: O DEPUTADO, O CANDIDATO E O PRESIDENTE. OU: UMA SUGESTÃO, UM DESAFIO E UMA EXPLICAÇÃO

Sugiro que todos os que ainda não assistiram ao ótimo vídeo do deputado e candidato Bolsonaro dirigido aos manifestantes paulistas, no domingo, façam-no com serenidade, sem paixões, sem torcida.

Já o desafio é a todos os esquerdistas e àqueles ditos liberais ou centristas que ficaram horrorizadinhos com a parte do discurso na qual o deputado e candidato Bolsonaro afirmou que os marginais vermelhos resistentes à lei vão ou para a cadeia, ou para fora do Brasil. O banimento, se é que foi esse o sentido, é constitucionalmente inviável; a cadeia, porém, deve ser mesmo o lugar de marginais resistentes ao império da lei, e os vermelhos são os que mais ilustram essa resistência ou afronta. O histórico fala por si. Mostrem-me onde está o erro do deputado e candidato, desde que considerada contextualmente a seguinte e brevíssima explicação.

É claro que, em meio a verdades e necessidades urgentes, como, por exemplo, a de cortar a verba pública destinada a coletivos esquerdistas arruaceiros (medida acertadíssima!), há alguma retórica eleitoral no excelente discurso do candidato. Faz parte do jogo. É comum, em um discurso, a sinergia entre a razão, para buscar convencer, e a emoção, a fim de persuadir. Qualquer um que já tenha estudado Retórica não ignora que se trata de instâncias distintas e, frequentemente, complementares.

Bolsonaro sabe que nem toda inflamação discursiva cabível numa campanha e no âmbito do Legislativo, e até típica de ambos, pode ser fomentada ou materializada no Executivo, divisão funcional do poder mais sentida diariamente pelo povo. Talvez seja mais fácil lidar com as atividades legiferante e fiscalizadora do que com a gestão e aplicação de tanto dinheiro dos contribuintes, o que implica efeitos mais imediatos na vida de milhões de pessoas, cada qual com um drama, um anseio, uma história. Ser gestor público hoje no Brasil é missão hercúlea, inclusive por causa do moralismo justiceiro de alguns membros de órgãos de controle e fiscalização.

Sim, é possível e desejável a um gestor público, e mais ainda a um presidente da República, manter a austeridade moral e coibir ou enfrentar vícios, permissividades e hábitos daninhos ao erário e ao cidadão, conduta esta a ser estimulada nas famílias, nas escolas, nas igrejas, etc., de modo que se torne uma constante na cultura de uma sociedade. A postura de um chefe do Executivo, entretanto, tende a ser menos arisca do ponto de vista retórico-discursivo, por mais que a assertividade, até então presente no Legislativo ou na eleição, esteja ou estivesse adequada.

“Grosso modo”, especialmente a depender das circunstâncias vividas por uma nação, a figura do parlamentar e a do candidato estão um pouco mais inclinadas à dialética e ao combate, enquanto a do gestor volta-se um pouco mais ao diálogo e à busca de entendimento, e uma das razões para esse tipo de variação repousa, creio, no fato de que a vida é concretamente vivida nos municípios, nas cidades, nos bairros, nas ruas, nas casas, onde a presença de segurança, água, energia elétrica, saneamento, comida e quejandos impacta o dia a dia de pessoas reais, de carne, osso e alma. É o administrador que está na ponta desse mister.

Nesse sentido, a eventual belicosidade de um discurso, legítima ou não, segundo a força das circunstâncias, a necessidade da situação comunicativa e a expectativa do auditório, cede espaço a soluções práticas que resguardem um mínimo senso ético, construído culturalmente e integrado a uma espécie de patrimônio comum do povo, para além do sujeito psicologizado (POPPER, no livro “Conhecimento objetivo”, e FREGE, no texto “Sobre o sentido e a referência”).

Estou convencido de que o atual deputado e candidato Bolsonaro fará um bom governo, a despeito de toda sorte de pressões e ataques dos quais já é alvo. Deve, sim, ser intransigente com a corrupção, com o crime organizado e com as pautas progressistas que ferem de morte o núcleo da civilização ocidental, como o aborto, as drogas e a ideologia de gênero, a título de exemplo. Mas, como Presidente do Brasil, haverá de saber dialogar, no que couber, com todos os setores não selvagens da sociedade e com os Poderes instituídos, em busca de uma vida melhor e digna para os brasileiros. O desafio, senhores, é tremendo.

Por ora é isso”.

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