Em Alagoas, ex-ministro de Temer declara apoio a Bolsonaro

Conforme a eleição se apróxima, alguns políticos e lideranças regionais tem se definido dentro do clima de “eleição plebiscitária”. É o caso do ex-ministro do Turismo e deputado federal, Marx Beltrão (PSD).

Beltrão declarou apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) e tem trabalhado espontaneamente para que Bolsonaro seja o mais votado na região onde obteve mais votos para sua reeleição de deputado federal: o Litoral Sul de Alagoas.

O apoio é circunstancial e chega por gravidade, como se diz na política. Afinal, Beltrão é muito ligado, politicamente, ao senador Renan Calheiros (MDB). Ele se reelegeu deputado federal em um chapa que fez aliança com o Partido dos Trabalhadores, por exemplo.

A migração de tantos políticos é, na eminência de uma vitória de Jair Bolsonaro, a busca por espaços e interlocuções com o futuro governo.

Por sinal, foram muitos os políticos alagoanos presentes no evento em que o senador Magno Malta (PR) representou Bolsonaro em Alagoas. Até o senador Benedito de Lira (PP), que não teve êxito na reeleição, se fez presente.

O fato é que todos já dão a eleição como certa e que Jair Bolsonaro é o próximo presidente do Brasil. Logo, chegam por último na busca por uma cadeira na janela.

O post Em Alagoas, ex-ministro de Temer declara apoio a Bolsonaro apareceu primeiro em Terça Livre TV.

Haddad mente e diz que vice de Bolsonaro era “um dos torturadores da ditadura”

Imagem: AFP

Nesta terça-feira (23), Fernando Haddad, candidato do PT à Presidência da República, acusou general Hamilton Mourão, vice de Jair Bolsonaro (PSL), de ter cometido torturas durante a ditadura militar.

Bolsonaro nunca teve nenhuma importância no Exército. Mas o Mourão foi, ele próprio, torturador. O Geraldo Azevedo falou isso. Ver um ditador como eminência parda de uma figura como Bolsonaro deveria causar temor em todos os brasileiros minimamente comprometido com Estado Democrático de Direito”, disse Haddad em sabatina ao Globo.

No entanto, Hamilton Mourão tinha apenas 16 anos em 1969, e ingressou no Exército em fevereiro de 1972, na Academia Militar das Agulhas Negras.

Além da imprensa tradiconal, os maiores fabricantes de fake news é o PT e Haddad.

Fernando Haddad é uma ameaça à democracia, ao país e aos direitos do povo brasileiro.

Terceira cirurgia de Bolsonaro marcada para dezembro

Um mês e meio após o ataque que sofreu, o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, prepara-se para, em dezembro, ser submetido à terceira cirurgia, desde que levou uma facada, no início de setembro, durante ato de campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais. Será uma operação para restabelecer o trânsito intestinal, abrindo a incisão, na qual ele levou 35 pontos, e retirando a colostomia – uma espécie de bolsa que funciona como intestino externo.

Os detalhes da terceira cirurgia foram revelados em reportagem especial levada ao ar pela TV Record. A equipe da emissora acompanhou o exame médico, na semana passada, e conversou com especialistas. Segundo os jornalistas , a recuperação após a operação é de uma semana a 10 dias.

Bolsonaro foi esfaqueado pelo mineiro Adélio Bispo Oliveira, que está preso em Campo Grande.

Na reportagem da Record, o candidato aparece sorrindo. “Tô me sentindo muito bem em casa e bem tratado”, afirmou o candidato, que fez duas cirurgias: a primeira, a laparoscopia, para estancar a hemorragia e a segunda, para a colostomia.

Nas redes sociais, ele comemorou hoje (22) à tarde o número de mais de 2 milhões de seguidores no Youtube.

Fonte: EBC

O post Terceira cirurgia de Bolsonaro marcada para dezembro apareceu primeiro em Terça Livre TV.

Haddad elogia ‘O Globo’ e diz que grupo tem exercido ‘profissionalismo’ e ‘seriedade’

Imagem: Custódio Coimbra | O Globo

Em suas palavras finais, na sabatina promovida pelo grupo O Globo, Fernando Haddad agradeceu a oportunidade e elogiou a cúpula jornalística.

Para ele, candidato à Presidência pelo PT, o grupo Globo tem atuado com ‘profissionalismo’ e ‘seriedade’.

O petista ainda pediu que a emissora promova mais direitos à fala para que exista ‘democracia’. 

“Eu sou cristão”, diz Fernando Haddad ao Globo

Imagem: Marcelo Chello | CJpress | Estadão

Ao ser questionado sobre o eleitorado conservador no Brasil, Fernando Haddad destacou o poder religioso neste segundo turno.

Na ocasião, o candidato petista afirmou: “Eu sou cristão“.

Haddad disse não entender o motivo de Jair Bolsonaro ter o acusado de ateu.

O candidato assegurou não é “papa-hóstia”, mas “é uma coisa que faço com alguma frequência”.

TIM leva multa de R$ 50 milhões na Justiça por derrubar chamadas

A Justiça do Distrito Federal condenou a Tim em segunda instância ao pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 50 milhões. A decisão publicada na última sexta-feira (19) reconheceu prática abusiva da operadora ao promover a “derrubada” de chamadas da promoção Infinity por meio de sistema de interrupção automática.

A ação de 2013, promovida pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), argumentou que a operadora não estava prestando serviços com a devida boa fé, uma vez que a interrupção intencional de chamadas promocionais tinha o objetivo de gerar cobrança de nova ligação. Segundo o MPDFT, somente no DF, no dia 8 de março de 2012, quase 170 mil consumidores foram atingidos pelo comportamento ilícito da ré.

O plano em questão começou a ser oferecido em 2009. Os demais minutos seriam de graça, desde que gerados para outro número da mesma operadora. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a promoção acabou por sobrecarregar o sistema, o que tornou o desligamento do Plano Infinity quatro vezes maior que o de outros da mesma operadora.

É inequívoco o dano causado aos consumidores, além de serem vítimas da propaganda enganosa, tiveram que refazer a ligação para continuar a chamada em virtude da interrupção culposa e/ou dolosa do serviço, mormente àqueles integrantes dos planos Infinity, arcando novamente com o custo do primeiro minuto de ligação“, disse a relatora, desembargadora Maria Ivatônia.

Outro lado

A defesa da Tim disse que a fiscalização da Anatel não constatou a derrubada proposital das chamadas do plano Infinity, mas um defeito na qualidade do serviço decorrente do sistema de proteção às fraudes, o que impediu que a Tim entregasse aos consumidores o que foi por eles contratado, ou seja, ligações com duração ilimitadas com a cobrança apenas no primeiro minuto.

Em nota a empresa afirmou que já foi notificada pelo tribunal e que vai tomar as medidas cabíveis. “A operadora reitera, de toda forma, que a Anatel já confirmou a inexistência de qualquer indício de queda proposital das ligações”.

Em relatório publicado em maio de 2013, a agência afirma que “não é possível concluir que a TIM estaria conferindo tratamento discriminatório aos usuários do plano Infinity pré-pago”. “Assim, a companhia repudia veementemente qualquer alegação nesse sentido e reforça seu compromisso com a ética e transparência em seus negócios e com a qualidade dos seus serviços“, diz a nota.

Fonte: EBC

O post TIM leva multa de R$ 50 milhões na Justiça por derrubar chamadas apareceu primeiro em Terça Livre TV.

Fernando Haddad afirma ser contra o fim da reeleição

Imagem: Custódio Coimbra | O Globo

Em sabatina ao Globo, Fernando Haddad afirmou ser contra o fim da reeleição.

Para ele, um presidente necessita de mais de quatro anos para firmar seus projetos. 

A resposta faz referência ao projeto de Bolsonaro.

O que eu pretendo é fazer uma excelente reforma política, acabando com o instituto da reeleição, que começa comigo caso seja eleito, e reduzindo um pouco, em 15% ou 20%, a quantidade de parlamentares”, disse. 

Haddad diz que atentado favoreceu Bolsonaro

Imagem: Reprodução | O Globo

Em entrevista ao Globo, Fernando Haddad disse que “é triste dizer um negócio desse, porque ninguém quer ser esfaqueado para ganhar uma eleição”.

Mas o fato é que ele [Jair Bolsonaro] ganhou 10 pontos em uma semana no nosso tracking.”

Haddad também lamentou ainda que Ciro Gomes (PDT), não tenha se engajado em sua campanha no segundo turno.

Quinze anos do referendo das armas, o prelúdio de 2018

O stabelichment exigia a população desarmada, inerte, indefesa. Exigia a capitulação e a imediata deposição das armas como fazem os vencedores aos vencidos nas guerras.

COMPARTILHE COMPARTILHE

Neste mesmo dia de 23 de outubro, há quinze anos atrás, ocorria o referendo das armas, onde os brasileiros foram chamados às urnas para decidir se queriam a proibição da venda legal de armas ou não. Queriam ver a política de desarmamento enfiada goela abaixo do povo brasileiro pelo chamado Estatuto do Desarmamento aprovado em pleno vigor do Mensalão. Queriam dar ao Estado o monopólio da força. O resultado final, no entanto, acachapante e indiscutível, foi de 63,94% (59.109.265 de votos) dos eleitores dizendo não ao desarmamento.

Mais de uma década de verdadeira demonização contra as armas de fogo, toda a grande mídia ainda está a favor do desarmamento, a câmara, o senado, artistas “globais”, ONGs milionárias, o presidente e seus antecessores, a ONU e sei lá mais quem! Todos e tudo contra nós. O stabelichment exigia a população desarmada, inerte, indefesa. Exigia a capitulação e a imediata deposição das armas como fazem os vencedores aos vencidos nas guerras.

Fracassaram, e o fracasso não cai bem para alguns derrotados, assim sendo, todos aqueles que advogaram pelo desarmamento optaram por teses esdrúxulas como a de que a população votou errado, não sabia o que exatamente estava votando ou ainda simplesmente ignoraram a derrota, apagando de suas mentes algo que não sabiam, não podiam ou não queriam explicar. Preferiram enfiar a cabeça em seu buraco ideológico e refugiaram-se em suas bolhas vivenciais.

Hoje, passados quinze anos, o fantasma da derrota amarga volta a assombrar esse pessoal. Bolsonaro lidera todas as pesquisas de segundo tudo com larga margem e, salvo uma catástrofe, deve vencer facilmente seu oponente. A mesma turma que “não entendeu” o que ocorreu em 2005 se mostra incapaz de reconhecer que é exatamente o que ocorre agora. Se lá tínhamos, pela primeira vez em uma eleição no Brasil, uma tese majoritariamente de direita, a garantia da posse de armas pelo cidadão de bem, contra a tese do desarmamento, que era esmagadoramente de esquerda, hoje temos praticamente todas as teses de esquerda e de direita colocadas na bandeja. Armas, aborto, drogas, criminalidade, economia, família, religião, moral e outras. Bolsonaro e Haddad, cada qual no seu espectro político ideológico, colocaram finalmente a prova o que pensa a maioria da população brasileira.

Finalmente, após quinze anos, esquerda e direita voltam a se enfrentar, sem meios-tons, sem meias-palavras, sem discurso politicamente correto, sem o falso debate onde tínhamos apenas mais do mesmo – os cinquenta tons de vermelho –, onde tínhamos, ao final das contas, apenas candidatos alinhados ao suplantado marxismo, verdade escancarada pelo próprio Lula que em 2009 afirmou: “É fantástico não ter candidato de direita nas eleições”.

Goste você ou não, 2018 é o primeiro ano onde a alternância de poder – máxima da democracia – pode ocorrer e não deveria haver nenhuma surpresa nisso. Bastava dar uma olhadinha em 2005 para saber que isso ocorreria um dia, mas viver na bolha, na negação, na falsa ideia que a população brasileira é alinhada aos dogmas da esquerda, era muito mais tranquilizador para aqueles que agora saem gritando desesperados como se houvesse realmente algo totalmente inesperado. Está tudo lá, tudo igual, só não ocorreu antes por pura falta de opção. O ano de 2005 foi o prelúdio de 2018.

Bene Barbosa é especialista em segurança, escritor, presidente do Movimento Viva Brasil, palestrante e autor do best-seller Mentiram Para Mim Sobre o Desarmamento.

Redes sociais do colunista:

Twitter – Instagram – Facebook