G. K. Chesterton e a denúncia do falso pacifismo da sociedade contemporânea

Referência bibliográfica do artigo:
SANTOS, Ivanaldo. G. K. Ghesterton e a denúncia do falso pacifismo da sociedade contemporânea. In: Estudos Nacionais, Florianópolis, n. 2, ano 1, março, 2018, p. 22-25.

Ivanaldo Santos
Filósofo, professor universitário, escritor e conferencista.
E-mail: ivanaldosantos@yahoo.com.br.

Gilbert Keith Chesterton (1874-1936), mais conhecido como G. H. Chesterton, foi um dos mais relevantes escritores da primeira metade do século XX. Sua obra forma uma rara mistura de sátira, ironia, poesia e denuncia social. Ele valoriza o paradoxo como uma arma contra a aceitação complacente da visão convencional das coisas. Ele realiza uma sofisticada denúncia contra os erros, limitações e até mesmo a visão ingênua que o homem moderno tem de si mesmo e do mundo. Um bom exemplo do estilo crítico de Chesterton é a biografia que ele escreveu sobre Tomás de Aquino, um dos maiores pensadores da humanidade, intitulada Santo Tomás de Aquino: biografia. Nesse livro encontram-se todos os dados biográficos, as principais ideias e feitos sociais realizados por Tomás de Aquino. No entanto, também se encontra a denuncia dos erros e limitações das ideias e do modo de vida desenvolvidos na modernidade. Entre os livros publicados por Chesterton, destacam-se: O homem que foi quinta-feira, Ortodoxia e O Homem Eterno. O romance Homem Eterno é um dos melhores livros de apologética cristã do século XX e, dentre outras coisas, contribuiu para a conversão do escritor C. S. Lewis ao cristianismo. Por tudo isso, a obra de G. H. Chesterton tem sido resgatada, relida e valorizada nas primeiras décadas do século XXI.
Um bom livro para se conhecer a lado da denúncia social de Chesterton é o romance: O homem que foi quinta-feira. Nesse livro encontra-se, por exemplo, o personagem Lucian Gregory, membro de um grupo radical, que praticava atos terroristas, e seguidor da ideologia anarquista. Gregory tem ideias radicais, das quais constam: a abolição de Deus e da religião, acabar com todas as distinções entre vício e virtude, honra e traição, tradição e modernidade, direitos e injustiças. Para disfarçar suas ideias radicais e, com isso, passar despercebido pela sociedade e poder ficar livre para praticar atos terroristas, Gregory se passa por um “ingênuo poeta” que, por sua aparente ingenuidade, as “mães deixariam que levasse o seu carinho de bebê”. Em O homem que foi quinta-feira Chesterton apresenta a tática do “disfarce” desenvolvida por muitos grupos radicais (anarquistas, socialistas, fundamentalismo islâmico, etc) para viverem tranquilos dentro da sociedade e, por isso, ficarem livres para praticarem atos de terror e de violência. Essa tática consiste no fato do grupo radical e dos seus respectivos líderes sempre aparecerem publicamente como pacifistas, poetas ingênuos e inofensivos pregadores de algum modelo de sociedade alternativa (grupos de uso de drogas, grupos anticapitalistas, anti-cristianismo, etc). Enquanto a sociedade não perceber o disfarce, esses grupos ficarão livres para praticarem atos de violência. Uma violência apresentada geralmente como atos de bondade, de poesia e de pregação de um modelo de nova sociedade.
Chesterton é bem conhecido por seu personagem de ficção literária, o sacerdote-detetive Padre Brown. Nos contos do Padre Brown ou, como são conhecidas, nas histórias do Padre Brown, o personagem usa a lógica aristotélica-tomista para resolver empolgantes, misteriosos e cômicos casos de desaparecimento, assassinatos e tramas políticas.
No entanto, assim como em toda a sua obra, Chesterton utiliza-se do personagem Padre Brown para descrever, denunciar e criticar os erros e as limitações do mundo moderno. Um bom exemplo de como Chesterton realiza essa crítica, por meio do Padre Brown, é o conto: O duelo do Dr. Hirsch. É um conto que propicia uma leitura rápida, irônica e suave. Existe um pequeno ar de mistério no conto até que o detetive Padre Brown resolve o caso.
Nesse conto o Padre Brown, que conversava com alguns amigos, é convocado para ajudar um importante intelectual de origem francesa que, nas primeiras décadas do século XX, residia em Londres, o qual afirmava está sofrendo ameaças de morte por parte de algum desafeto. O nome desse intelectual é Paul Hirsch, mais conhecido como Dr. Hirsch. Ele é apresentado como um “líder e mestre em filosofia”, um pacifista e defensor do “desarmamento de todo o planeta” e, por isso, os “soldados deveriam fuzilar seus oficiais”. O Dr. Hirsch apresenta-se como um “manso sonhador e humano”, um intelectual moderado que “não era nem anarquista e nem evolucionista, seus pontos de vista sobre o desarmamento eram moderados”. Ele tinha alguns fiéis discípulos e uma multidão se seguidores que eram capazes de “ajudar o mestre em qualquer situação”. O Dr. Hirsch afirmava que estava sofrendo graves perseguições e, entre outras cosias, que essas perseguições eram semelhantes ao Caso Dreyfus, logo “Dreyfuz, um homem que sabia que era injustiçado”.
Apenas para esclarecer, o Caso Dreyfus foi um drama político que abalou a França no final do século XIX. Em síntese, o oficial do exército francês, de origem judaica, Alfred Dreyfus foi condenado injustamente, num processo fraudulento. O julgamento de Dreyfus provocou uma profunda crise na sociedade francesa. Uma crise que contribuiu para o acirramento do movimento anticlerical, anticristão e antissemita na França e na Europa. O Caso Dreyfus é apontado como uma das bases para o estabelecimento, em 1940, da França de Vichy, ou seja, de um governo fantoche e pró-nazista na França que durou até o ano de 1944.
O Padre Brown investiga as denúncias de tentativa de agressão contra o líder pacifista, o Dr. Hirsch. No entanto, para surpresa de todos, ao contrário do que se esperava, o Dr. Hirsch não era nem um pacifista. Pelo contrário, ele não passava de um espião a serviço de uma grande potência estrangeira e inimiga da Inglaterra. No Duelo do Dr. Hirsch não fica claro o nome verdadeiro do Dr. Hirsch e nem para qual país ele trabalhava. Isso fica em aberto. Em tese, poderia ser países que, no início do século XX, estavam em conflito com a Inglaterra, como, por exemplo, a Alemanha e a Rússia. O que Chesterton deixa claro, neste conto, é que o discurso do Dr. Hirsch era falso, que nem seu nome é verdadeiro. Tudo no falso Dr. Hirsch não passa de “mentiras na esperança de ter dito um pouco da verdade”.
Em O duelo do Dr. Hirsch, Chesterton denuncia os pregadores que influenciam a classe média, os intelectuais e até mesmo a Igreja. São pregadores que se apresentam como moderados, que só querem o bem da sociedade, que são contra toda forma de radicalismo, pacifistas que pregam o desarmamento, o fim do exército, o fim das fronteiras nacionais, pregam contra o preconceito, querem a abolição de toda forma de radicalismo e, para se atingir o fim do radicalismo, propõem, o fim do cristianismo. São pregadores que apresentam um mundo mágico, paradisíaco, cheio de facilidades. Pregadores que colocam a culpa sempre na família, no casamento, na maternidade, no cristianismo, na lei, no governo, que falam contra algum tipo de entidade mágica chamada de “elite” e coisas semelhantes. De acordo com esses pregadores, a solução dos problemas humanos passa pela abolição do casamento e da família, pela extinção do cristianismo e a presença, de forma radical, do Estado dentro da vida privada dos cidadãos.
No entanto, o próprio Chesterton, por meio do personagem Padre Brown, chama a atenção que ninguém deve se enganar com essa pregação mágica. Por trás desse tipo de pregação se encontram os mais sujos, corruptos e antiéticos projetos de dominação social. São projetos que, se colocados em prática, ao invés de trazerem a paz e o conforto social, trarão a privação da liberdade e a opressão para a esmagadora maioria da população.
Apesar do conto Duelo do Dr. Hirsch ter sido escrito a quase 100 anos atrás, a denúncia que Chesterton realiza é extremamente atual. As primeiras décadas do século XXI estão carregadas de pregadores, escritores, artistas, gurus de toda sorte e de toda forma de modismo intelectual que pregam um pacifismo radical (desarmamento, fim do exército, fim das fronteiras, etc), que pregam contra a família, contra o cristianismo e contra toda forma de valor moral. A sociedade contemporânea está repleta de falsos Dr. Hirschs que, assim como no conto de Chesterton, iludem multidões, enchem as casas das pessoas comuns com mentiras e ilusões. Esse tipo de ilusão, de falsa pregação está presente em muitos ambientes da sociedade (universidades, centros de estudos, nas mídias, etc) e até mesmo dentro da Igreja.
Por fim, afirma-se que a leitura do conto de Chesterton demonstra que a pregação pacifista, anti-família, anticristã e de outras naturezas já estavam presentes no Ocidente a 100 anos atrás. O que temos na sociedade contemporânea não é uma pregação nova, mas sim um novo capítulo da velha pregação pacifista. Por isso, é necessário ficar atento a denúncia de Chesterton, ou seja, todos os indivíduos desejam alcançar a paz, a pacificam dos conflitos sociais é um sonho a ser realizado, mas devemos ficar atentos, pois por trás desse tipo de pregação existem os mais obscuros, corruptos e antiéticos interesses políticos e econômicos.

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Centenas de muçulmanos recebem o batismo católico na França

Luis Dufaur

Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs

Mais de 4.258 adultos – 40% a mais que no ano passado – receberam o batismo na Igreja Católica na França na vigília da Páscoa.

Entre esses havia 280 pessoas que renunciaram ao islamismo, um número que está crescendo nos últimos anos, segundo a Conferência Episcopal da França (CEF) citada pelo “Times of Israel”.

Na vigília da Páscoa se celebra a Missa da Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo em que tradicionalmente é dado o batismo aos catecúmenos.

Perto de 60% dos adultos tinha entre 18 e 35 anos. 53% e provinha de famílias de tradição cristã. 22% até a conversão se diziam “sem religião”, ou ateus. O número dessas conversões aumentou 35% nos últimos dez anos.

Os dados foram comunicados à agência France Press pelo Pe. Vincent Feroldi, diretor do Serviço Nacional para as Relações com os Muçulmanos da CEF, quem destacou que “até 2016, o número desses casos estava sempre embaixo de 200”.

O responsável destacou que os migrantes muçulmanos chegam de países onde não há liberdade religiosa e que na França dão o passo e se convertem por um “encontro pessoal com Jesus Cristo”.

A renúncia do Islã é problemática, pois o Corão a condena como apostasia intolerável merecedora da morte aplicável imediatamente e sem julgamento pelo primeiro que puder.

Muitos pedem que o batismo seja feito “com certa discrição” e fora das festas da Páscoa para não serem vistos. Por isso o número anual total de batismos de ex-maometanos é assaz superior.

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Congresso médico no Rio de Janeiro terá curso de aborto por desmembramento para primeiro e segundo trimestre

O Congresso Mundial de Obstetrícia e Ginecologia, FIGO 2018, será realizado em outubro desde ano no Rio de Janeiro e terá na fase pré-congresso um curso de tecnologias em aborto, cujo objetivo é preparar médicos para a realização de abortos induzidos, no primeiro e no segundo trimestre de gestação.

O curso, que é promovido em parceria com clínicas de aborto como a Marie Stopes International, irá abordar inclusive as técnicas de abortos mais agressivas como a D&E, conhecida como desmembramento. A técnica de D&E (desmembramento) vem sendo banida em alguns estados americanos, onde o aborto é legal, por conta da agressividade do procedimento de mutilação do feto, que está em estágio avançado de desenvolvimento.

O congresso Figo 2018 terá cerca de 48 colóquios sobre o tema do aborto, incluindo palestras com a participação da militante pró-aborto Débora Diniz, presidente do Anis – Instituto de Bioética, no Brasil, e Vice-Presidente da ONG International Women’s Health Coalition (IWHC).

Dentre as organizações que estão promovendo o evento no Brasil está a Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Obstetrícia e Ginecologia), órgão que tem se engajado fortemente com outras ONGs da militância pela legalização do aborto no Brasil. A Febrasgo também se inscreveu na audiência pública da ADPF 442, que tramita no STF, para discutir a possibilidade da legalização do aborto até 12 semanas de gestação sob vontade da gestante, onde a Federação posiciona-se claramente pró-legalização.

Diagnóstico completo e denúncia

A equipe de pesquisa do site Estudos Nacionais realizou um grande diagnóstico e um relatório sobre o caso, publicado como Relatório Estudos Nacionais 01 2018. O estudo permite verificar como a indústria internacional do aborto, composta por fundações, ONGs e clínicas de aborto, planejou e executou nas últimas décadas uma estratégia de instrumentalização de associações de obstetras e ginecologistas para que estes se tornassem aliadas na causa da expansão do acesso ao aborto em diversos países.

O relatório, nas 13 primeiras páginas, apresenta toda a análise de evidências que apontam para um sério problema de conflito de interesse envolvendo o órgão médico do Brasil e clínicas de abortos internacionais. Nas páginas 14 a 22 o relatório traz, na forma de anexos, informações detalhadas sobre o evento, obtidas por meio do site oficial do evento e pesquisas.

O drama da Ucrânia desenhado por uma jovem

Luis Dufaur

Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs

A joven ucraniana Kseniya Simonova desenha com areia o drama de seu país sob a bota soviética.

Ela ganhou o prêmio “Ukraine’s Got Talent” pela animação com areia.

A habilidade da jovem impressiona o público presente nesta apresentação.

Mas, também arranca lágrimas pela evocação muda das imensas dores sofridas pelo povo ucraniano sob a pior e mais desumana ditadura ideológica da história: a do “socialismo marxista”, ou “socialismo real”.

Hoje os sucessores dos carrascos comunistas do Kremlin usam novas vestes para acobertar os mesmos sinistros desígnios ideológicos voltados contra Ucrânia e contra o mundo.

Vídeo: Kseniya Simonova desenha com areia o drama da Ucrânia sob o socialismo soviético

“Ditamole”

O estudante David Jose Vallenilla, morto pela ditadura venezuelana em protesto contra o regime que jogou 88% da população na extrema pobreza. Contra o genocídio venezuelano não encontramos muitas vozes na esquerda brasileira.

É impossível saber se o memorando da CIA sobre execuções nos governos Geisel e Figueiredo é verdadeiro, mas sabemos por outras fontes que houve execuções.

Também é certo que o número de mortes produzidas pelo regime militar, por volta de 400, segundo contabilidade do grupo perseguido, é ínfimo se comparado com os regimes totalitários do estilo que os perseguidos almejavam implementar no Brasil.

Em Cuba, o regime mais idolatrado pelos esquerdopatas matou pelo menos 17 mil pessoas (num país de 7 milhões) e mantém até hoje pessoas presas pelo simples fato de fazer oposição. Na União Soviética, as estatísticas variam, mas pelo menos 20 milhões de pessoas foram exterminadas pelo furor revolucionário, na China algo como 70 milhões, no Camboja pelo menos 2 milhões, ou 25% da população foi morta pelo regime comunista!

Mesmo em comparação a outros regimes militares na América Latina de cunho opositor ao comunismo, a violência praticada foi muito maior. No Chile se estima que houve 20 mil mortes, um país 30x menor.

Por essas e por outras que a ditadura brasileira recebeu o apelido de “ditamole”. Não é o caso de enaltecer práticas nefastas, como execuções sumárias, mas sim estabelecer a verdade dos fatos. O Brasil corria o risco real de virar uma ditadura comunista, o que representaria pelo histórico dessa ideologia macabra um banho de sangue infinitamente maior. E a repressão a quem utiliza o terror como método é sempre complicada ao se usar todas as proteções que a tradição ocidental confere aos indivíduos. Quem não comemorou a execução de Bin Laden, por exemplo?

A maior prova da postura soft do regime é a existência de centenas ou milhares de comunistas que não só sobreviveram ao “terrível” regime militar, mas que prosperaram a ponto de chegar ao poder e estabelecer até mesmo a hegemonia política, cultural e midiática no Brasil.

São esses mesmos que se escandalizam com os “crimes da ditadura”, num misto de hipocrisia e inveja. Nunca criticam o terror produzido pelas guerrilhas comunistas que os miliares combateram e nem a completa destruição dos países dominados pela mesma ideologia. Fossem eles os vencedores na década de 60, alguém tem dúvidas sobre o que aconteceria com qualquer pessoa que se levantasse contra o comunismo?

São tão canalhas que não falam uma palavra sobre o verdadeiro genocídio produzido pela esquerda na Venezuela HOJE, com 88% da população jogada na pobreza absoluta, onde quem reclama é preso, torturado ou morto. E nas raras críticas, apresentam a velha ladainha da “subversão” dos verdadeiros ideais comunistas.

O regime militar teve vários defeitos. Houve inocentes mortos, e isso sempre é uma tragédia. O gigantismo estatal foi outro legado horrível para o país, além da produção da hegemonia política esquerdista. Mas não tenho dúvidas sobre a alternativa exponencialmente pior que seria um Brasil comunista.

Em meados de 80 os militares devolveram o poder aos civis e a esquerda, já hegemônica, pode implementar pelo menos parte do seu projeto de destruição nacional. O resultado? O mundo cresceu e ficamos para trás, um país que trata criminoso como vítima da sociedade e cidadão honesto como “opressor”, resultado em 60 mil assassinatos por ano, fora os outros tipos de violência que o brasileiro sofre diariamente.

Ou seja, a cada 3 dias de “democracia” o equivalente à violência de 20 anos do horrível regime militar em termos de mortes. Não sonho com uma ditadura para resolver os nossos problemas, mas sonho menos ainda com a continuidade da destruição moral, econômica e social levada a cabo pelas últimas gerações de esquerdopatas. Vamos estudar a história sem distorções ideológicas e comparando regimes reais, não os utópicos. Sem nenhum sendo de proporção, é impossível fazer qualquer julgamento justo e tirar conclusões corretas.

Reino Unido propõe sentença de seis anos de prisão para quem criticar o Islã

O projeto de lei apenas menciona “criticar a religião”, mas todos sabem que religião ele se refere. Ninguém vai para a prisão por criticar o cristianismo ou o judaísmo. Este projeto de lei é mais um passo gigante da Grã-Bretanha em direção à Sharia e à sua própria ruína.

10 DE MAIO DE 2018 – ROBERT SPENCER

“Reino Unido propõe sentenças de prisão de seis anos por postagens on-line contra religião ou pessoas transgênero” (Breitbart)

Pessoas que promovam “hostilidade” em relação a uma religião ou aos transgêneros na Internet podem receber sentenças muito mais severas, de até seis anos de prisão, especialmente se tiverem um grande público on-line de acordo com novas propostas.

O Conselho de Sentenças da Inglaterra e do País de Gales elaborou mudanças em delitos de ordem pública, incluindo qualquer pessoa que se desconfie ter como alvo online “características protegidas”, incluindo “raça; sexo; incapacidade; orientação sexual; religião ou crença; gravidez e maternidade; e redesignação de gênero.”

As punições mais severas serão entregues àqueles “em posição de confiança, autoridade ou influência e que abusam de sua posição para incitar ódio”, como líderes políticos ou figuras de mídia e qualquer pessoa cujas ofensas sejam “persistentes”.

Se um “agressor for um membro, ou estiver associado a um grupo que promova hostilidade baseada em raça ou religião”, a sentença também será mais severa.

O Conselho de Sentenças acredita que o uso das mídias sociais, do YouTube e de outros “sites” para provocar o ódio é um problema crescente – apesar do número de processos permanecer relativamente baixo.

“Os volumes desses delitos são extremamente baixos e não houve condenados por algumas ofensas”, disse o Conselho de Sentenças.

“No entanto, dado o clima social recente e um foco ampliado neste tipo de delito, o conselho considera que seria útil que os sentenciados fossem equipados com orientações sobre a sentença dessas ofensas”, continuam eles.

Acrescentando: “Entre os casos analisados, houve várias ofensas do tipo “discurso do ódio”, em que discursos inflamatórios foram dados por figuras influentes com a intenção de incitar o ódio.

“Outros casos envolveram a publicação no YouTube de conteúdo que incita violência séria em relação a determinados grupos religiosos, sites publicados incluindo conteúdo ofensivo e insultuoso e pretendendo alcançar audiências globais.”

As propostas estarão agora sujeitas a uma consulta pública de três meses, que termina em agosto.

Outras diretrizes relacionadas a “crime de ódio” divulgadas em janeiro do ano passado reafirmaram que nenhuma evidência é necessária para denunciar um “crime de ódio”, bastando que a suposta vítima se sinta ofendida.

Primeira-Ministra do Reino Unido, Theresa May

Chesterton e o empoderamento do lunático

“A emancipação moderna tem sido, na verdade, uma nova perseguição ao Homem Comum. Se emancipou alguém, emancipou antes o Homem Incomum” – (“The Common Man”, artigo a ser publicado em O Essencial de Chesterton)

As críticas ao mundo moderno aparecem do início ao fim da obra de Chesterton. O livro Hereges, primeira polêmica a lhe valer certa fama, é uma crítica aos principais advogados de ideologias modernas do seu tempo. Em O que há de errado com o mundo descasca o feminismo (“a estranha ideia de que as mulheres são livres quando servem a patrões”), o imperialismo e a educação moderna. E mesmo sua ficção está cheia desses elementos.

Especialmente em A Taberna Ambulante Chesterton deixa claro o que ele considerava o grande conflito da modernidade.

Lorde Ivywood, a encarnação do que há de errado com o mundo, burocrata chefe do parlamento, modernista, agnóstico e vegetariano, coloca uma lei que impede os donos de taberna abrirem estabelecimentos sem pagar uma pesada taxa (medida para agradar a uma minoria islâmica, visando apoio político). Os heróis são dois perfeitos tipos do homem comum inglês da época de Chesterton: Pump, o taberneiro inglês e Patrick, o soldado irlandês.

E aí está o problema moderno para Chesterton: a modernidade deu poderes aos Ivywoods e perseguiu os Pumps e Patricks:

“Eis o que quer dizer a emancipação moderna: que qualquer um com dinheiro no bolso poderá publicar um jornal. Mas o Homem Comum não haveria de querer publicar um jornal, mesmo se tivesse dinheiro no bolso. Antes, preferiria falar sobre política num bar ou no salão de uma estalagem. E aí está, precisamente, o tipo de conversa genuinamente popular sobre política que os movimentos modernos têm amiúde abolido: as antigas democracias ao proibir o bar, as novas ditaduras ao proibir a política”.

O liberalismo deu poder sem limites a ricaços materialistas – e, principalmente na Inglaterra, eliminou as pequenas propriedades familiares.

Esse novo homem que surgia nos tempos de Chesterton, o empresário agnóstico de tendências progressistas, influenciado pelo pensamento malthusiano, via o simples camponês, o trabalhador braçal, como uma espécie de bactéria. Algo sub-humano.

Já estava preparado o terreno para os ideais eugênicos que inspirariam o nazismo, mas também as políticas antinatalistas que vemos até hoje.

Como Chesterton notou, a modernidade emancipa o louco, mas persegue o homem comum. Como ele diz em artigo da coletânea O Essencial de Chesterton:

“Assim, pois, se começarmos com os séculos XVII e XVIII descobriremos que o homem se foi tornando mais e mais livre para fundar uma seita. Mas o Homem Comum não quer, em absoluto, fundar uma seita. É muito mais provável que queira fundar uma família, por exemplo”.

A partir daí Chesterton debateu implacavelmente com marxistas, céticos, relativistas, agnósticos, liberais, imperialistas, feministas e todas as demais ideologias que surgiram em sua época – e trazem consequências em nossa época.

Por isso consideramos tão importante um livro como O Essencial de Chesterton. Apresentar sua obra, que respondeu de forma tão certeira problemas que hoje têm dimensões gigantescas, é algo que se faz muito necessário. Apoie sua publicação e garanta já seu exemplar clicando aqui.

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Foro de São Paulo: esquerda brasileira reforça apoio a ditadura venezuelana

Eleições organizadas pelo governo para o dia 20 de maio não terá candidatos de oposição

Seguindo a orientação da resolução final do Foro de São Paulo (FSP), reunido em julho de 2017, os membros da esquerda brasileira, PT, PCdoB e PDT, reforçaram, na semana passada, o apoio à manutenção da Revolução Bolivariana da Venezuela, iniciada em 1999, com Hugo Chavez e, a partir de 2013, com Nicolás Maduro.

Na resolução de seu 23º encontro, em julho de 2017, o FSP reforçou a posição da entidade e de seus membros (partidos de esquerda da América Latina) na direção de um apoio à revolução contra a “guerra não convencional, econômica e midiática contra a Venezuela, por parte da direita oligárquica” contra o “governo democraticamente eleito de Nicolás Maduro”.

“O Foro de São Paulo se coloca em estado de alerta permanente em apoio à luta do povo venezuelano em defesa da Revolução Bolivariana”, diz a resolução.

Desde o governo de Hugo Chavez, a Venezuela enfrenta uma crise econômica sem precedentes, com casos de escassez de alimentos, falta de empregos e controle abusivo dos direitos dos cidadãos venezuelanos chegaram a receber atenção da Organização das Nações Unidas e provocam migrações em massa ao Norte do Brasil.

Eleições de fachada

Apesar das queixas da esquerda unida do continente, as eleições marcadas para o próximo dia 20 de maio não terá a presença da oposição venezuelana, sendo todos os candidatos escolhidos pelo governo, entre chavistas e apoiadores de Maduro, o que garantirá a continuidade da Revolução Bolivariana. Diversos países manifestaram repúdio à forma como estão sendo organizadas as eleições.

Durante a Cúpula das Américas, em Lima, Peru, o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence pediu que a Venezuela cancelasse as eleições fraudulentas e organizasse uma verdadeira. Após várias sansões do governo norte-americano, Pence ameaçou continuar boicotando o país enquanto não optar por eleições verdadeiramente democráticas.

Espanha e Argentina também se manifestaram contra as eleições venezuelanas e afirmaram não reconhecer o pleito. O presidente argentino, Maurício Macri disse que as eleições não terão qualquer valor e o presidente eleito não será reconhecido pela Argentina.

“Não vamos validar o resultado eleitoral de maio, ele não tem nenhum valor. Por mais que o senhor [Nicolás] Maduro me insulte, não vamos reconhecê-lo como um presidente democrático porque nesse momento não há democracia na Venezuela”, disse Macri.

Trump abandona acordo nuclear com Irã

O acordo nuclear iraniano também conhecido como Plano de Ação Conjunto Global (PACG). Na época em que foi assinado (2015), o acordo foi extremamente criticado não somente pelo público americano, mas também pelos demais países árabes no Oriente Médio, preocupados com a possibilidade de um Irã nuclear. Obama nunca enviou o  acordo para aprovação pelo Congresso dos EUA, sabendo que o mesmo o rejeitaria. Segundo alguns constitucionalistas dos EUA, o fato deste acordo nunca ter sido aprovado pelo Congresso, como manda a Constituição, o torna sem valor (de fato, nem mesmo o Irã assinou o acordo). De modo que Trump está desfazendo unilateralmente o que Obama fez também unilateralmente. O acordo injetou bilhões de dólares nos cofres do governo iraniano (liberação de 115 bilhões de dólares em ativos imobilizados e 1,7 bilhões de dólares de “dinheiro lavado” – incluindo 400 milhões de dólares em espécie transportados secretamente por avião). O Irã é o principal Estado patrocinador do terrorismo no mundo. Esta injeção de recursos garantiu, na prática, que os xiitas de Teerã tenham recursos para enriquecerem urânio a níveis suficientemente altos para a construção de ogivas e bombas nucleares (bem como apliar sua ação terrorista no Oriente Médio e América do Sul). O acordo tão pouco estancou o desenvolvimento de foguetes interbalísticos. Hoje, os foguetes iranianos têm capacidade de atingir não apenas Jerusalém, mas também Moscou.

O anúncio, ocorrido ontem na Casa Branca, pode ser visto no vídeo abaixo, com legendas em português. 

O que torna esta decisão acertada foi a recente liberação de dezenas de milhares de documentos e vídeos por parte do serviço secreto israelense, de que

O canal militar comenta sobre os documentos secretos iranianos roubados pelos israelenses.

Os países europeus envolvidos neste acordo nuclear, Reino Unido, França e Alemanha, criticaram a decisão dos EUA e prometeram manter o acordo, ou seja, vão continuar fazendo vistas grossas ao desenvolvimento nuclear para fins militares do Irã. O vídeo abaixo resume bem o motivo que leva a União Européia a apoiar este acordo. Lembre-se que a União Européia é governada por burocratas que nunca foram eleitos e não tem o menor compromisso de justificarem suas decisões com o povo europeu.