O Antagonista denuncia fake news de blogs petistas

O Antagonista acusou advogados e blogs ligados ao PT de espalhar notícia falsa conectando especulador preso pelo FBI em Nova York ao jornal.

“Advogados de petistas implicados na Lava Jato espalharam, via Whatsapp, a mentira de que o especulador preso em Nova York é sócio de O Antagonista”, diz uma publicação do jornal nesta quarta-feira (5).

O Antagonista estava se referindo ao caso de Marcos Eduardo Elias, ex-sócio da Empiricus que foi detido pela Polícia Federal dos Estados Unidos ontem (4) acusado de desviar milhares de dólares.

Em matéria intitulada “Blogs pilantras“, O Antagonista acrescentou:

Os blogs que publicaram a mentira de que o especulador preso em Nova York é sócio de O Antagonista mudaram o texto ou tiraram os posts do ar.

É a tática da guerrilha: publicam para repercutir a mentira e depois tentam limpar a cena do crime.

Está tudo devidamente copiado, pilantras.

OPINIÃO: O feminismo e a farsa dos 30%

Artigo de opinião do colaborador João Guilherme

O wage gap, ou diferença salarial, é uma das principais razões existenciais do movimento feminista do século XXI – junto ao aborto e às campanhas pela liberdade de mostrar os seios. Embora pareça uma luta mais válida do que as outras e muito mais próxima do que era buscado pelo “feminismo original”, que era muito diferente do visto hoje em dia, a tentativa feminista de acabar com o wage gap é rodeada por mentiras, ódio e desinformação, fazendo com que um assunto importante perca a sua credibilidade por ser apresentado e combatido da maneira errada e, com isso, prejudicando as próprias mulheres.

O feminismo atual e suas lutas distorcidas (em referência ao movimento político, não às campanhas de aceitação e empatia – palavra que já deveria ter sido excluída do dicionário) já foram tema de outro artigo escrito por mim, mas decidi direcionar novamente minhas atenções ao movimento após uma semana de polêmicas envolvendo a diferença salarial entre homens e mulheres e, portanto, o movimento feminista.

O que acontece é que, movidas por diversas “pesquisas”, muitas mulheres – e alguns homens – trazem o tema à tona e passam a agir de maneira desinteligente – ou burra, se preferirem – contra qualquer um que ouse questionar ou discordar das informações apresentadas. Decidi separar alguns exemplos mais comuns usados em certos temas para mostrar que nem sempre, ou quase nunca, informações honestas são passadas. Alegações sem sentido são feitas sem se preocupar com a realidade, principalmente quando a capacidade de produzir uma argumentação real está em falta.

A primeira alegação, que também é a mais clichê de todas, é o machismo. Mais comum entre as mais influenciáveis e mais extremistas, ela serve para praticamente tudo que vá na direção contrária daquilo que elas acreditam. Alguém é contra o aborto? Automaticamente é machista, pois não defende o direito de liberdade da mulher – como se existisse oferecer direito fundamental a um baseado na retirada do direito fundamental de outro. Por acaso alguém ousou discordar da tese que as mulheres devam ser eleitas ou contratadas apenas para cumprir “cotas”? Também é machista, neste caso por não querer a participação ativa das mulheres no mercado de trabalho ou na política – afinal, de que importa a competência de alguém quando o gênero está em jogo? Em suma, é terminantemente proibido não concordar com as causas simplistas das extremistas, pois isto torna o discordante em persona non grata naquele meio – não que isto seja algo ruim para o sujeito -, exatamente da mesma maneira que os terroristas e assassinos de ontem adoram chamar aqueles que hoje discordam deles de fascistas.

O “argumento” que aparece como vice-colocado em número de repetições por feministas é a incapacidade de argumentar. Em outras palavras, quando convém para elas, nenhum homem deve ter a audácia de opinar – de forma contrária – sobre algum assunto “que não lhe pertence”, pois ele nunca sofreu por conta daquilo. Usando os mesmos exemplos citados acima, um homem não poderia opinar sobre o aborto pois não tem útero; muito menos falar sobre a falta de mulheres no mercado de trabalho e na política pois está em posição de privilégio.

O único momento em que uma dissertação minimamente honesta – levando em conta que a tal PNA, usada para defender o aborto, é completamente falsa – é feita é para se referir ao wage gap. De fato, existem algumas pesquisas que apontam uma diferença gritante entre os salários de homens e mulheres, como esta e esta. O problema, porém, é a metodologia. A maior parte das pesquisas salariais são reais, mas usam um método que não é eficaz para mostrar um resultado real, pois se baseiam em uma média. A falha das pesquisas comuns sobre a diferença salarial é simples: as amostras usadas não generalizadas, não condicionadas a cargos, empresas e produtividade. Ou seja, coloca no mesmo balaio a diretoria de uma empresa e a recepção de outra, tirando daí o comum 30%. O número é real, mas não representa a realidade, portanto não poderia ser usado como argumento para justificar o suposto machismo presente e predominante no país.

Que o número não é válido muitos sabem, mas muitas vezes falta argumentos para contrapô-lo. Sabendo disso, inclusive por ter sido parte deste grupo por muito tempo, decidi ir em busca de pesquisas que usavam metodologias diferentes daquelas comumente usadas pelos institutos que as realizavam. A mais completa que encontrei foi uma pesquisa de 2015 da Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul, a FEE, que usa um método reconhecido internacionalmente, o qual sequer tentarei explicar pois as fórmulas estão além do meu conhecimento. No entanto, usando os argumentos feitos para invalidar as outras, resumirei: uma amostra de cerca de 100 mil salários foi recolhida e dividida em empresas, cargos e produtividade. A partir daí, todos os devidos cálculos foram feitos e a seguinte média foi obtida: os salários de homens e mulheres apresentam diferença em cerca de 20% dos casos.

Porém, contudo, todavia, em 13% dos casos em que há diferença, ela pode ser explicada por diferenças “pessoais”: mulheres estudam mais e começam a trabalhar mais trade; têm mais probabilidade de interromper o trabalho no ano seguinte e tendem a se concentrar em ocupações que remuneram menos. Ou seja: em apenas 7% dos casos de wage gap as razões não são o cargo, a empresa e/ou a produtividade. Estas são citadas no próprio estudo como “motivos não revelados”. Isto significa que, mesmo sendo extremista e considerando que em todos os casos destes 7% o motivo é o machismo, a má vontade do empregador representa uma esmagadora minoria de casos de diferença salarial. Do contrário, caso as mulheres fossem realmente mão-de-obra mais barata, qualquer empresário minimamente inteligente tiraria proveito disto e empregaria muito mais mulheres do que homens, já que menos custo de produção significaria mais lucro.

Portanto, para concluir em clima de eleições, perguntar a qualquer candidato o que ele faria para diminuir a diferença salarial não é inteligente por dois motivos:

  1. A CLT já proíbe qualquer discriminação motivada por gênero ou razões intrínsecas – e, como foi visto, as razões que causam a diferença salarial real não são preconceituosas.
  2. wage gap de 30% é uma farsa. Além disso, a diferença que existe é mínima e o argumento feminista usado para justifica-la é completamente inútil já que não representa a realidade.

O feminismo político é muito mais danoso do que benéfico, e suas mentiras devem ser expostas para que não sejam mais levadas em consideração por aquela parte da população que, por acaso, tenha menos acesso a meios para saber da verdade. Ou, em grande estilo, feminismo político é fake news!

Artigo de opinião do colaborador João Guilherme

Os pontos de vista expressos neste artigo são as opiniões do autor e não refletem necessariamente a posição da Renova Mídia

Ex-assessor de Alckmin explica voto em Jair Bolsonaro

O ruralista Frederico D’Avila, que foi assessor do candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, explicou o porquê do voto em Jair Bolsonaro.

Em artigo intitulado “O Brasil precisa de Bolsonaro”, Frederico D’Avila explicou as razões que o fizeram apoiar o candidato do PSL ao Planalto.

Renova Mídia reproduz uma parte do texto publicado no jornal Folha de S. Paulo:

Eu voto em Jair Bolsonaro para presidente da República. Motivos e razões não faltam. Ele é a melhor pessoa para comandar um país à beira da falência econômica, política e moral. É o único com capacidade de administrar o Brasil de olho nos melhores interesses de todas as pessoas que trabalham incansavelmente, de empresários a segmentos profissionais, de professores a alunos, de médicos a pacientes, de ricos a pobres. Um governo Bolsonaro coloca o Brasil nos eixos.

Lógico que Bolsonaro tem posições firmes sobre temas que lhe são caros. Mas ele não se isola, nem atua de maneira enclausurada. Ouve, escuta e sabe como apresentar no Congresso todas as reformas que vão devolver dinamismo, competitividade e seriedade para o país. Isso é essencial para acabar com a corrupção e com a negociação espúria do toma-lá-dá-cá.

Saber identificar demandas e possibilidades é importantíssimo para o agronegócio, que o abraçou por convicção e não por casuísmo.

Bolsonaro é defensor do setor porque entende que há um ataque orquestrado por alguns setores do mundo político, do Judiciário e da sociedade civil, por meio de ONGs, para acabar com a competitividade da agricultura brasileira.

Propaganda eleitoral do PSDB subestima a inteligência dos brasileiros

A propaganda do PSDB de Geraldo Alckmin comete um ato torpe de descontextualização de falas de Jair Bolsonaro, nas quais o deputado se defende de xingamentos feitos por mulheres de esquerda, notórias defensoras de estupradores,  após uma discussão no Congresso Nacional em que Bolsonaro defendia penas MAIS SEVERAS para estupradores, no que a comunista Maria do Rosário chamou-o de estuprador, invertendo os papéis do criminoso e de seu algoz. ,

Ato torpe de atentado à lógica e à decência, que deriva do mantra comunista: “acuse-os do que fazes”. Maria do Rosário, notória petista, comunista e defensora de estupradores, repito, estava a defender um estuprador.

De certo Geraldo Alckmin  deve achar melhor que haja muitos estupradores soltos, livres e inatingíveis pela lei do que haver alguém que fale groso no combate a este tipo de crime abominável.

 

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Trump sugere mudança na lei após novo livro difamatório

O presidente Donald Trump voltou a reagir, nesta quarta-feira (5), contra mais um livro sobre sua presidência lançado pelo jornalista Bob Woodward.

A obra intitulada “Fear: Trump in the White House” (“Medo: Trump na Casa Branca”, em tradução livre) é mais um livro lançado nos últimos anos descrevendo a administração do presidente dos Estados Unidos com um cenário de caos.

Donald Trump sugere que o Congresso deveria mudar as leis de difamação no país para evitar este tipo de publicação difamatória:

Não é uma vergonha que alguém possa escrever um artigo, ou um livro, totalmente inventar histórias e formar uma imagem da pessoa que é literalmente o oposto do fato, e sair impune disso sem retaliação, ou custo? Não sei por que os políticos de Washington não mudam as leis de difamação.

Em “Fear”, o jornalista Bob Woodward relata uma Casa Branca que é uma “casa de loucos” (no original, o autor usa “crazytown”) nas mãos de um presidente raivoso e desequilibrado, cujos assistentes tentam o tempo todo evitar que leve o país para uma guerra, entre outros desastres.

Adaptado da fonte AFP

Ciro Gomes vai em busca de apoio comunista no Maranhão

O candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, deverá desembarcar nesta quinta-feira (6) em São Luís, capital do Maranhão, onde pedirá pessoalmente o apoio de Flávio Dino.

As informações são do portal O Antagonista.

O governador do Maranhão, candidato à reeleição, é do Partido Comunista do Brasil (PCdoB). A mesma legenda de Manuela D’Ávila, a vice do poste do presidiário.

O deputado maranhense Weverton Rocha, candidato ao Senado pelo PDT de Ciro Gomes, declarou:

Apesar de o Lula ser muito forte aqui, acredito que o Ciro terá um bom desempenho.

Aliado histórico do Partido dos Trabalhadores (PT), o PCdoB decidiu lançar a pré-candidatura de Manuela, mas voltou atrás e indicou a comunista gaúcha ao posto de vice do vice de Lula.

Não é à toa que Manuela está insatisfeita com as últimas movimentações políticas da legenda do presidiário.