Financial Times chama Bolsonaro de “granada humana”

O site Infomoney, referenciando o Financial Times, relata que este último, em matéria publicada na terça-feira (19) teria divulgado que a liderança de Bolsonaro nas pesquisas de intenção de voto representa anseio da população brasileira por explodir o sistema político e começar de novo. Segundo o site, o Financial Times teria se referido a Bolsonaro como “granada humana” e a matéria original (disponível apenas para assinantes) ainda diria que há possibilidade “concreta” de “eleição de um candidato populista, seja Bolsonaro ou Ciro Gomes”. A matéria ainda diz que o “medo é de que nenhum dos dois sejam adequados para capitanear reformas consideradas importantes para a saúde financeira do país: enquanto Bolsonaro pode não ter o capital político nem a habilidade para aprovar os projetos no Congresso, Ciro nem sequer teria o interesse”.

Ao menos quanto a Ciro Gomes, o Infomoney diz alguma verdade.

Fonte: Infomoney

Eunício Oliveira diz que não tolerará censura prévia sob pretexto de “fake news”

O presidente do Congresso Nacional, Eunício Oliveira (MDB-CE), disse nesta quarta-feira (20) que não vai aceitar qualquer tipo de “censura prévia” contra a liberdade de expressão e de opinião sob o pretexto de combate à divulgação de notícias falsas. O senador disse ainda que essas notícias “têm ligação direta com os pleitos eleitorais”. Segundo Oliveira, “não se pode, por combater fake news, colocar em risco a liberdade de expressão. O Congresso Nacional, sob minha presidência, não patrocinará qualquer tipo de censura prévia ou cerceamento do direito à liberdade de opinião”. Veremos.

Liberado uso recreativo de maconha no Canadá

O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, disse que a maconha para uso recreativo será legal no Canadá a partir de 17 de outubro de 2018. O Senado canadense aprovou na terça-feira (20) um projeto de lei que legaliza o uso recreativo da cannabis no país. A legalização da maconha para uso recreativo fez parte da campanha eleitoral bem sucedida dos liberais de Trudeau em 2015, com o argumento de que a nova lei impediria o acesso de menores à droga e reduziria crimes relacionados a ela.

Cadete comunista é expulso das forças armadas dos EUA

Um cadete da Academia Militar dos Estados Unidos, em West Point (NY), que usou uma camiseta com a foto do terrorista Che Guevara em sua cerimônia de formatura, foi expulso das forças armadas americanas.

O militar, que se auto-intitula comunista, Spenser Rapone, 26, foi dispensado por conduta imprópria. Depois de se formar, ele serviria como segundo-tenente na infantaria do Exército.

Segundo a BBC, o fã de Marx e Che, provavelmente, não poderá se alistar nunca mais nem receber benefícios reservados para veteranos.

Spenser exibe camisa do terrorista Che Guevara.

Os militares começaram uma investigação sobre Rapone em outubro do ano passado, depois de ele postar fotos pró-comunismo nas redes sociais, mostrando que usou uma camiseta do guerrilheiro argentino por baixo do uniforme. Outra imagem mostrava a inscrição “o comunismo vai vencer” escrita na parte interna de seu quepe.

O cadete agora terá que fazer sua revolução fora das forças armadas.

Informações: BBC

O céu não é o limite para Trump

O presidente americano Donald Trump, afirmou na última segunda-feira (18) que vai criar um novo departamento militar para “garantir o domínio norte-americano no espaço”. Dessa maneira, as forças militares dos EUA ficariam com seis departamentos, hoje formados por Exército, Marinha, Fuzileiros Navais, Força Aérea e Guarda Costeira.

“Não é apenas ter uma presença norte-americana no espaço. Nós precisamos ter o domínio dos EUA no espaço”, disse Donald Trump durante um encontro com o Conselho Nacional do Espaço. “Nós vamos ter a Força Aérea e nós vamos ter a ‘Força Espacial’. Separada, mas igual”, afirmou o presidente republicano.

Agora, o Congresso dos EUA terá que aprovar a criação do departamento.

O senador democrata Bill Nelson, para variar, descordou de Trump: “felizmente, o presidente não pode fazer isso sem o Congresso, porque agora não é a hora de dividir a Força Aérea. Muitas missões estão em jogo”.

Informações: Tecmundo

Governo federal diz o óbvio: é impossível tabelar preços! 

Em um vídeo colocado nas redes sociais do Palácio do Planalto, o governo federal resolveu dizer o óbvio em relação à economia: o poder público não pode tabelar preços. O resultado desta medida é sempre drástico para a população com o tempo.

Em épocas passadas, o país já sofreu com isso. O governo assume que é impossível o Estado controlar tudo em função dos diversos fatores de mercado. Tabelar preços – em qualquer que seja o segmento – é abrir portas para crises e recessões que podem trazer de volta as piores das inflações.

Com isso, o presidente Michel Temer (MDB) tenta a todo custo melhorar sua imagem ao dizer o óbvio. Só faltou ao governo falar da necessidade urgente de privatizações, redução de carga tributária, combate ao inchaço da máquina pública e outros males do estatismo promovido pelo estamento burocrático desde sempre no país.

O gigantismo estatal desse estamento burocrático que é a República brasileira faz com que o país seja um dos maiores cobradores de impostos do mundo em uma das pontas e na outra o pior distribuidor de serviços essenciais à população.

O vídeo surge em meio a polêmica do tabelamento de preços de fretes, que é uma medida provisória editada pelo Executivo. Recentemente, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, suspendeu provisoriamente todos os processos que tratam da medida e pretende se reunir com empresários, representantes do governo, caminhoneiros e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

O encontro deve ocorrer nesta quarta-feira. Três entidades, incluindo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), argumentam que a medida provisória fere a iniciativa do livre mercado e é interferência estatal indevida na atividade econômica e na iniciativa privada.

Enquanto isso, o Executivo segue com suas contradições.

É preciso impor limites ao STF

A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442 foi ajuizada pelo PSOL no Supremo Tribunal Federal, sob a alegação de que os dispositivos que criminalizam o aborto provocado violariam os direitos fundamentais garantidos pela Constituição. A ADPF 442 exige que os ministros do STF legislem pela legalização do aborto no Brasil até as 12 semanas de gestação.

Não cabe ao STF legislar sobre causa nenhuma. Para que essa prática seja tratado como o crime que é, faz-se necessário que seja levado à Câmara e ao Senado para votação o Projeto 4754/2016, que altera a redação do art. 39 da lei 1079 de abril de 1950, tipificando crime de responsabilidade dos Ministros do Supremo Tribunal Federal a usurpação de competência do Poder Legislativo ou do Poder Executivo.Apenas por meio deste dispositivo conseguiremos conter a agenda da cultura da morte.

Para conseguir a aprovação do PL 4754/2016, é necessário que cada um de nós telefone, todos os dias, para a Câmara e para o Senado, bem como para deputados e senadores eleitos por nós.

Disque-Câmara: 0800-619-619
Senado Federal:  0800-61-2211