Trump e Kim trocam aperto de mãos histórico em Hanói

O presidente norte-americano Trump e o líder norte-coreano Kim Jong-un trocam aperto de mãos histórico em Hanói. Por volta das 9:30h, horário do Brasil, os dois se encontraram no Hotel Metrópole, na capital vietnamita. No encontro, Trump estava acompanhado do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo e do chefe de gabinete da Casa Branca, Mick Mulvaney; e Kim, do seu confidente e braço-direito Kim Jong-chol e do ministro das Relações Exteriores Ri Jong-ho.

Foi o começo da reunião de dois dias. Esta, é a segunda vez que Trump e Kim se encontram pessoalmente, depois da reunião em Cingapura, em junho de 2018.
Após a breve reunião em frente às câmeras, os líderes falaram entre si por cerca de 20 minutos a portas fechadas, apenas com a presença de seus intérpretes. De acordo com a Casa Branca, a reunião foi seguida por um jantar com conselheiros e funcionários.

O encontro de hoje significou um avanço nas relações entre os dois arqui-inimigos, mas não houve acordos concretos. As negociações oficiais entre os dois países começarão amanhã.

Acordos com o Vietnã
Antes de sua reunião com Kim Jong-un, Trump assinou acordos comerciais com o Vietnã.
Trump e o presidente vietnamita Nguyen Phu Throng assinaram acordos, com um volume de mais de 21 bilhões de dólares, sendo 15 bilhões de dólares para a fabricação de aviões da empresa americana Boeing. A fabricante fornecerá 110 aeronaves para empresas vietnamitas.

Não é por acaso que os acordos comerciais foram celebrados pouco antes da reunião entre Trump e Kim Jong-un. Isto aconteceu hoje, como um sinal para o líder norte-coreano, de que as portas das relações comerciais poderão ser abertas, se Kim desistir de suas armas nucleares.

Acordos com a Coreia do Norte
Na reunião de amanhã, está previsto que Donald Trump informe a sua satisfação com a paralisação de testes nucleares pela Coréia do Norte. Porém, o problema ainda é o desenvolvimento do programa nuclear que tem sido expandido, de acordo com informações dos serviços de segurança dos EUA.
Será um grande progresso, se Trump convencer Kim, a permitir que observadores internacionais visitem as instalações nucleares norte-coreanas. Em contrapartida, Kim provavelmente solicitará o alívio ou a rescisão das sanções econômicas impostas sobre seu país.

Globalismo significa ditadura capitalista e liberal carregada por braços esquerdistas

Bem ao contrário do que tem sido dito pelos chavões direitistas dos que recém descobriram a batida e insuficiente expressão “marxismo cultural”, homens como George Soros, Bill Gates, os Rockefeller, Clube de Bildenberg, entre outros, são menos esquerdistas do que liberais. Seu objetivo com uma Nova Ordem Mundial tem mais a ver com a organização global para a eficiência e produção capitalista acima de todo o resto.

Como explica Olavo de Carvalho em uma de suas aulas recentes, reflexões como a do socialistas húngaro Georg Lúkacs, que originou a Escola de Frankfurt, são parte da percepção da crise marxista, fruto da desistência do proletariado industrial como agente histórico da revolução. Apostou na crítica profunda do sistema capitalista e na desconstrução do sistema de crenças e valores que o sustentava – a moral cristã, a família etc. Mas os marxistas ortodoxos viam movimentos como feminismo, sex lieb e o relativismo moral, como efeitos de “revoluções subjetivas” da burguesia.

Na opinião deles, e mais tarde na de Lúkacs, essas revoluções internas burguesas poderiam ser utilizadas para a destruição do capitalismo, mas jamais acreditadas pelos proletários. Marxistas ortodoxos sempre foram contrários à imoralidade como método revolucionário, considerados como alienação burguesa. Em si mesma, a destruição moral de uma sociedade era vista como sinônimo de ruína e decadência, processo contrário ao avanço cultural do marxismo, que representava, para eles, a continuidade da tradição clássica cultural do Ocidente.

Olavo de Carvalho lembra do fato de artistas como Caetano Veloso serem profundamente rechaçados pelo Partido Comunista, detonados pela crítica jornalística já ocupada por membros do partido, que viam neste tipo de manifestação cultural uma típica decadência burguesa e danosa à revolução.

O trabalho de marxistas culturais que apostavam na destruição dos valores familiares e religiosos, considerados base do capitalismo, acabou se sobressaindo por vários motivos. Um deles é a própria força integradora e popularidade dessas teorias, que correspondia aos anseios de novas gerações educadas por padrões materialistas e profundamente liberais, reflexo das transformações educacionais do final do século XIX.

Reforma educacional a serviço das elites financeiras

Movidos por utopias de progresso tecnológico e uma economia inteiramente administrada, os metacapitalistas milionários, donos de fundações, que desde o século XIX se organizavam em confrarias e entidades de debates sobre o futuro do mundo, concluíram que a educação clássica e o ensino de filosofia e humanidades era inútil para o progresso técnico que almejavam. Com isso, os grandes liberais batiam de frente com os marxistas ortodoxos que pregavam o esclarecimento filosófico para a emancipação do proletariado. Havia também o temor desses grandes capitalistas em relação à promessa marxista da expropriação da burguesia, evento que culminaria na revolução socialista mundial.

Datam da metade do século XIX, as reformas educacionais que começaram a excluir ensino clássico em nome de uma educação essencialmente profissionalizante, como demonstrado no alerta do Relatório de Yale, escrito em 1828. O Relatório é um manifesto publicado pelos reitores e professores da Universidade de Yale, contra a mudança pedagógica que estava sendo proposta para a instituição. Olavo de Carvalho comenta o relatório da seguinte maneira:

Este relatório da Universidade de Yale, publicado em 1828, se não teve a intenção de ser um alerta quanto aos problemas educacionais que desafiam hoje, não só os Estados Unidos, mas o mundo todo, com certeza poderia ter sido considerado como tal. O relatório demonstra que uma mudança na orientação do ensino superior, que o faça enfocar a profissionalização antes da formação integral da pessoa, gera resultados profundamente desastrosos, tanto em âmbito pessoal quanto social. A educação só é eficiente quando está direcionada, antes de tudo, para o seu propósito real: uma educação que liberte o homem de sua ignorância. O relatório de Yale de 1828 é um documento valioso para que se compreenda isto.

Um trecho do Relatório dá uma ideia do risco já previsto em uma época na qual ainda se vislumbrava o valor do estudo acadêmico sem interesses de grandes grupos. Hoje, infelizmente, nós nem sabemos mais o que é isso:

Diminua o valor de uma educação acadêmica, e a difusão de conhecimento entre as pessoas cessaria, o nível geral de valor intelectual e moral cairia, e nossa liberdade civil e religiosa seria colocada em risco por causa da desqualificação última de nossos cidadãos para o exercício do direito e do privilégio da democracia. (Relatório de Yale, 1928).

Esta mudança educacional, por sua vez, fez com que toda a educação cultural fosse ocupada pelas revoluções subjetivas da burguesia, que já vinham crescendo como resultado do trabalho da Escola de Frankfurt e dos efeitos da macabra combinação entre marxismo e psicanálise, o que evidentemente começou a ser visto até com bons olhos pelos financistas.

Afinal, como lembra o professor Olavo, “para um milionário pouco importa se o seu funcionário faz surubas gays nos fins de semana, desde que na segunda-feira ele esteja no trabalho no horário marcado”. Além disso, gays, lésbicas ou pessoas com uma vida sexual movida por impulsos, raramente formam uma família, o que as deixa livres para o consumo e, o mais importante, o trabalho como centro de suas vidas.

Subjetivismo dá muito mais lucro do que necessidade

As economias antigas se baseavam na necessidade dos povos por recursos, a escassez e a produção um dado objetivo. As ditaduras se baseavam na utilização da necessidade humana de recursos para controlar a sociedade, como está sendo feito no caso da Venezuela, Cuba, e tem sido a receita de países como Rússia, China e Coréia do Norte. No entanto, os globalistas aprenderam a controlar o mundo de maneira bem mais eficiente.

A transformação do consumo como orientado pelo desejo, ao invés da necessidade, provocou uma gigantesca mudança no padrão de vida e na expectativa, uma transformação que migrou rapidamente para a política, orientando até direitos e deveres com base no desejo e, atualmente, até em fantasias sexuais mais bizarras. Hoje, um homem do sexo masculino pode exigir que o estado puna quem eventualmente não tratá-lo como mulher, isto é, como ele deseja ser tratado.

Essa revolução subjetiva é um dos resultados da inserção da psicanálise para o consumo, como mostra o trabalho de profissionais como Edward Bernays, na propaganda. Sobrinho de Freud, Bernays foi responsável pela difusão do trabalho de seu tio nos EUA e a criação da profissão de relações públicas, substituta da propaganda para tempos de paz. Bernays ficou conhecido por duplicar o consumo de cigarros ao associá-lo ao feminismo, fazendo com que milhares de mulheres comprassem o produto do seu cliente. Este fato serve de demonstração de como as pautas identitárias se fizeram úteis ao consumo acima de tudo.

Esquerdistas midiáticos típicos, como ativistas do PSOL, são apenas uma espécie nem tão nova: são comunistas que arrumaram um emprego. Reclamam do grande capital que o sustenta, enquanto trabalha servilmente para ele não vive sem o melhor que o capitalismo pode oferecer. São profundamente consumistas, tanto de bens fúteis quanto de direitos adquiridos, todos artigos subjetivos de seus desejos mais íntimos e hedonistas.

Já os marxistas ortodoxos se tornaram ressentidos e perdidos em meio a um mundo no qual o dinheiro comanda até mesmo a filiação ideológica. Alguns têm optado por unir-se à Rússia, China, deslumbrados como eurasianismo. Mas somente aqueles que estudaram marxismo suficiente para não acreditar na aparente benevolência das pautas diversitárias.

Mas então o que o globalismo tem a ver com socialismo mundial?

Os grandes milionários são donos de grandes bancos, emprestadores de dinheiro para países em desenvolvimento, seu alvo predileto. Interessa aos utopistas financeiros, que os países se endividem a tal ponto de necessitar recorrer ao seu dinheiro. Países endividados com os globalistas acabam cedendo a eles o controle de seus recursos, assim como o destino de suas nações.

O mundo ideal do globalismo é uma sociedade totalmente organizada para a produção industrial, tecnológica e o comércio, cujo único valor moral é a administração de recursos e a submissão a uma ideia difusa de pertencimento mundial, à aldeia global. Nem a paz mundial pode ser considerada um valor em si mesmo, mas uma necessidade submetida ao desejo de comercializar com todos e lucrar mais. Todos os valores são vistos em sua utilidade para o projeto da Nova Ordem e nenhum valor oposto a isso poderá subsistir.

Nacionalismo, cristianismo e outros inimigos

George Soros foi amigo próximo de Karl Popper, autor do clássico da geopolítica “A sociedade aberta e seus inimigos”. Com essa ideia na cabeça, Soros criou a sua Open Society Foundation, pela qual financia pautas progressistas pelo mundo, como a migração e tudo o que desconstrua as fronteiras e o poder das nações sobre seus próprios destinos.

Entre os valores inimigos dessa Nova Ordem estão, em primeiro lugar, o nacionalismo. Evidentemente, não está em jogo mais o nacionalismo histórico do século XX, que via nas nações um papel de agente histórico relacionado a raça, etnia etc. Este é o tipo de nacionalismo ainda existente na Rússia e China. Mas no Ocidente democrático, a ideia de nação passa a ser uma defesa legítima contra autoridades supranacionais, isto é, globalistas. A defesa da soberania não se confunde com ufanismo orgulhoso ou a crença numa missão sagrada global que parta de uma nação específica. Ao menos não no sentido de submissão de outras nações às utopias ou projetos nacionais específicos.

Outro inimigo mortal da Nova Ordem é o cristianismo. Há muitos motivos para isso, mas podemos resumir com o mais importante deles: assim como o cristianismo, a Nova Ordem Mundial pretende criar a solidariedade global de todos os homens à autoridade de um único organismo. Os cristãos são imunes a autoridades humanas e confiam apenas em Deus, o que passa a ser um obstáculo difícil ao estabelecimento de uma sociedade totalmente administrada.


 


 

Outra Mentira de O Antagonista: Pessimismo & Descontentamento

O blog de clippings O Antagonista publicou outra mentira a respeito do governo, ao afirmar em nota que haveria um ambiente de pessimismo e descontentamento generalizado na equipe econômica por conta da maneira como o presidente Jair Bolsonaro estaria conduzindo os entendimentos iniciais com o Congresso Nacional a respeito da Nova Previdência.

O blog diz ainda que esse suposto clima negativo envolve todos os integrantes da equipe que tem elaborado as propostas de reformas a serem apresentadas pelo Governo Bolsonaro ao Congresso Nacional.

Segundo apuramos, essa informação divulgada pelo Antagonista é rigorosamente falsa e mentirosa. Não existe na equipe econômica qualquer métrica destinada a medir o desempenho político do governo na sua relação com o parlamento, no que diz respeito às propostas elaboradas pela equipe, e nem a equipe possui atribuição para isso.

A nota publicada pelo blog é uma fake news fabricada e mentirosa, e desafiamos O Antagonista a dar para seus leitores alguma evidência que corrobore o que publicaram. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


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Onyx Lorenzoni: Joice Hasselmann será líder do governo no Congresso

O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, confirmou nesta terça-feira (26/2) que a deputada federal, Joice Hasselmann, será a nova líder do governo no Congresso. O anúncio foi feito no Palácio da Alvorada, na abertura da reunião do presidente, Jair Bolsonaro, com os líderes partidários. “Já estava pré combinado que seria feito [o anúncio] hoje. O […]

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Maduro deporta jornalistas que filmaram pessoas comendo lixo

Três jovens reviram o lixo em busca de comida e um deles diz: “Estamos com fome”. Revoltado, diz que é pai de família e faz isso todos os dias para conseguir comer. “É preciso trocar o presidente, não podemos viver assim”, diz ele. Os autores do vídeo foram presos por Nicolás Maduro (veja o vídeo no fim da matéria).

As imagens dos homens comendo lixo foram mostradas pelos jornalistas de uma TV americana em visita ao Palácio do governo. As imagens enfureceram o ditador, que ordenou a detenção dos responsáveis. O vídeo foi gravado em Caracas por Jorge Ramos, um dos jornalistas de língua espanhola mais respeitados dos Estados Unidos. Segundo o repórter, quando ele mostrou as imagens, Maduro se levantou e interrompeu a entrevista.

“Eu disse a ele: ‘Isso é o que ditadores fazem, não os democratas’”, contou Ramos, já no aeroporto.

Os seis jornalistas que faziam parte da equipe ficaram detidos no Palácio Miraflores por duas horas. Eles passaram a noite no hotel e foram deportados e desembarcaram em Miami na tarde desta terça-feira (26).

Outro jornalista, da Telemundo – outro canal americano em espanhol – foi detido na manhã desta terça quando fotografava a deportação da equipe de Jorge Ramos. Num comunicado, o canal disse que ele foi sequestrado e interrogado por seis horas, até ser liberado por homens que não se identificaram.

Câmeras, vídeos e até os celulares deles foram confiscados. A produtora Ana Martinez contou que a equipe de Maduro apagou as luzes e que, no escuro, foi revistada.

A detenção e até o sequestro de jornalistas na Venezuela são frequentes desde o tempo de Hugo Chavez, que expulsou empresas de comunicação por serem consideradas opositoras. Com o agravamento da crise no país, muitos casos tem sido registrados. Nas últimas 24 horas, houve mais dois casos de prisão de jornalistas.

O ministro das Comunicações da Venezuela, Jorge Rodriguez, disse que centenas de jornalistas foram bem recebidos no Palácio Miraflores, mas que o governo não se presta ao que chamou de show barato.

Representantes de 17 organizações que defendem a liberdade de imprensa assinaram um comunicado conjunto condenando a intimidação e a censura de Maduro.

Em Nova York, o Conselho de Segurança das Nações Unidas se reuniu para discutir a crise na Venezuela. Estados Unidos, União Europeia e vários países ocidentais como o Brasil reconhecem o poder de Juan Guaidó. Mas a China e a Rússia, que têm poder de veto, apoiam Nicolás Maduro.

O representante americano pediu que mais países apliquem sanções econômicas contra o governo venezuelano e recusou a oferta de diálogo. “Perguntem a Jorge Ramos, da Univision, sobre o valor do diálogo com Nicolás Maduro”, falou ele.


 


 

Trump se reúne com Kim Jong-Un no Vietnã

A segunda série de encontros do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, começam nesta quarta-feira (27), em um jantar que acontecerá em Hanói, no Vietnã. Na quinta (28), eles se encontram novamente e a pauta das reuniões será as políticas de desnuclearização e flexibilização das sanções contra a Coreia do Norte.

Segundo a Agência EBC, o encontro ocorre oito meses depois do primeiro, em junho de 2018, em Cingapura. Trump viajou acompanhado pelo secretário de Estado, Mike Pompeo, e do chefe de gabinete da Casa Branca, Mick Mulvaney. Na conta pessoal no Twitter, Pompeo demonstrou otimismo com avanço das negociações em busca de “relações transformadas, construção de uma paz duradoura e completa desnuclearização”.

Kim Jon-un chegou antes a Hanói depois de viajar de trem de Pyongyang, na Coreia do Norte, ao Vietnã. Ele está acompanhado por uma comitiva de funcionários do governo norte-coreano e da irmã caçula, Kim Yo Jong.

A Organização das Nações Unidas, por meio de sua porta-foz Stephane Dujarric, elogiou a iniciativa do encontro dos dois líderes. Em janeiro, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que já era hora de garantir que as negociações entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte seguissem um roteiro definido.

Informações: Agência EBC, com informações da Xinhua, agência pública de notícias da China.


 


 

Enquete do UOL: Maioria Concorda Em Filmar O Filho Cantando O Hino Nacional

Em enquete iniciada às dezoito horas de ontem, terça-feira, no site do UOL, o público manifestou a opinião a respeito de os filhos serem filmados ao cantar o Hino Nacional na escola. Até às 2h da manhã dessa quarta-feira, um total de pouco mais de 30 mil internautas haviam votado na enquete, sendo que 68.50% votaram no sim, manifestando-se favoravelmente à filmagem dos filhos ao cantar o Hino Nacional.

Os números parciais da enquete, que pode ser acessada nesse link aqui, revelam que mesmo junto a um público de tendência progressista, como os leitores e usuários do Portal UOL, pertencente à mesma empresa que publica a Folha de São Paulo, a ampla maioria não vê problema algum em filmar seus filhos durante a execução do Hino Nacional.

O resultado da enquete evidencia o que afirmamos em nota anterior mostrada mais abaixo: toda a pseudo-polêmica criada em torno do tema não passou de guerra política rasteira promovida pela esquerda contra o Hino Nacional, pois a esquerda tem aversão absoluta aos símbolos pátrios. E os próprios leitores do UOL e da Folha de São Paulo estão confirmando isso. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews

O Que Move A Esquerda É Sua Aversão Aos Símbolos Nacionais

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Cabral diz que esquema de propina envolvia dom Orani Tempesta

Ex-governador assumiu receber propina e citou nominalmente religiosos católicos

O ex-governador Sérgio Cabral afirmou hoje (26), durante depoimento ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, que membros da cúpula da Igreja Católica do Rio de Janeiro participaram de transações envolvendo pagamentos de propinas. Cabral citou nominalmente o arcebispo do Rio, cardeal dom Orani Tempesta, e um outro padre, identificado como dom Paulo. O depoimento foi registrado em vídeo ao qual a Agência Brasil teve acesso.  

As propinas teriam a ver, segundo o ex-governador, com a organização social (OS) Pró-Saúde, que administra hospitais no Rio de Jasneiro e em outros estados. O depoimento de Cabral foi pedido por ele e fez parte do último ato da Operação Fatura Exposta, que investigou pagamentos de propinas do setor de saúde a agentes públicos.

“Eu não tenho dúvida de que deve ter havido esquema de propina com a OS da Igreja Católica, da Pró-Saúde. Eu não tenho dúvida. O dom Orani devia ter interesse nisso, com todo respeito ao dom Orani, mas ele tinha interesse nisso. Tinha o dom Paulo, que era padre, e tinha interesse nisso. E o Sérgio Côrtes nomeou a pessoa que era o gestor do Hospital São Francisco. Essa Pró Saúde certamente tinha esquema de recursos que envolvia religiosos. Não tenho a menor dúvida”, disse Cabral a Bretas, que em breve determinará as sentenças aos envolvidos.

Outro lado

A Igreja Católica respondeu em nota: “Sobre o depoimento do ex-governador, podemos afirmar que a Igreja Católica no Rio de Janeiro e seu arcebispo têm o único interesse que organizações sociais cumpram seus objetivos, na forma da lei, em vista do bem comum”.

A organização social Pró-Saúde disse em nota que colabora com a investigação: “A Pró-Saúde tem colaborado com as investigações e, em virtude do sigilo do processo, não se manifestará sobre os fatos. A entidade filantrópica reafirma neste momento o seu compromisso com ações de fortalecimento de sua integridade institucional, bem como com a prestação de um importante serviço à saúde do Brasil”.

Solidariedade

Em outro trecho de seu depoimento, Cabral revelou que houve pagamento ao partido Solidariedade, para que este apoiasse, em 2014, a eleição de Luiz Fernando Pezão, que era vice-governador e secretário de Obras.

“Na campanha de 2014 eu pedi dinheiro para pagar o Solidariedade. É uma outra história. O Solidariedade foi, de certa maneira, comprado para apoiar o Pezão em 2014, mas esta é uma outra situação, que o Miguel Iskin [empresário do ramo de produtos médicos, envolvido e preso] ajudou também, pagando por dentro e me deu um dinheiro por fora”, disse Cabral.

O Solidariedade negou. “O Partido Solidariedade repudia as declarações do ex-governador Sérgio Cabral. O partido integrava a base de apoio do seu governo e a decisão de apoiar a reeleição do governador Pezão foi apenas uma continuidade do posicionamento existente. As doações recebidas foram devidamente registradas e as contas aprovadas pelo TSE”, disse em nota.

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Você concorda que escolas executem Hino Nacional e filmem o ato para enviar ao Governo Bolsonaro?

O Ministério da Educação (MEC) personalizou um e-mail para as escolas públicas e privadas do país, solicitando a leitura de uma carta do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodrígues, na qual pede que, depois de lido o texto para os alunos, seja executado o Hino Nacional, com filmagem de todo o ato.

A carta tem a seguinte mensagem: “Brasileiros! Vamos saudar o Brasil dos novos tempos e celebrar a educação responsável e de qualidade a ser desenvolvida na nossa escola pelos professores, em benefício de vocês, alunos, que constituem a nova geração”.

O texto diz que “os diretores que desejarem atender voluntariamente o pedido do ministro, a mensagem também solicita que um representante da escola filme (com aparelho celular) trechos curtos da leitura da carta e da execução do Hino. A gravação deve ser precedida de autorização legal da pessoa filmada ou de seu responsável”.

A execução do hino nacional nas escolas está prevista em lei. O texto está na lei 5.700 de 1971, sobre a apresentação de símbolos nacionais:

Art. 39. É obrigatório o ensino do desenho e do significado da Bandeira Nacional, bem como do canto e da interpretação da letra do Hino Nacional em todos os estabelecimentos de ensino, públicos ou particulares, do primeiro e segundo graus.

Em 2009, um parágrafo foi acrescentado ao artigo:

Parágrafo único: Nos estabelecimentos públicos e privados de ensino fundamental, é obrigatória a execução do Hino Nacional uma vez por semana.

Portanto, a execução do Hino Nacional uma vez por semana é legal para escolas públicas e particulares do ensino fundamental e médio.

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