Rapper da França investigado por racismo contra brancos

O jornal Le Figaro desta quinta-feira (27) destaca o polêmico clipe do até então desconhecido rapper Nick Conrad.

No videoclipe, publicado na semana passada nas redes sociais, é possível ver um homem branco sendo torturado e enforcado sob o refrão “Pendez les blancs” (“Enforquem os brancos”, em português).

“Entro na creche, mato os bebês brancos. Rápido, peguem todos e pendurem os pais”. Essa é a letra inicial do clipe de mais de 9 minutos, acompanhado de cenas absurdamente violentas.

“Queimar”, “torturar”, “desmembrar” ou até “dar tiros na cabeça”, são outros termos usados nesta “onda de incitação ao assassinato contra brancos”, diz o jornalista Stephane Kovacs no Le Figaro.

O jornal da França lembra que o rapper era totalmente desconhecido do grande público.

Mas “este artista negro, parisiense orgulhoso e refinado”, como ele mesmo gosta de falar, está agora sob a mira da justiça em uma investigação por “incitação pública a cometer um crime ou um delito”.

O clipe – que começou a ser retirado das diferentes plataformas de vídeos online – começa pelo que seria a cena final, com o homem branco enforcado e pendurado durante a noite, em um bairro da periferia de Paris.

Nas cenas seguintes, vemos ele sendo escolhido de forma aleatória e sequestrado com um saco de lixo na cabeça. Começa então minutos de tortura, com dois homens negros colocando o cano do revólver na boca da vítima. Eles deixam o homem fugir, e dão risada ao dizer que “os brancos correm rápido”, antes alvejá-lo pelas costas.

Adaptado da fonte RFI

Lewandowski autorizou entrevista de Lula à Folha

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski autorizou nesta sexta-feira (28) o presidiário Lula a conceder entrevista para o jornal Folha de São Paulo.

As informações são do portal JOTA.

O ex-presidente do PT está preso na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, desde o dia 7 de abril.

O pedido foi feito pelo jornal Folha de S. Paulo com base na lei de imprensa. A entrevista será conduzida na carceragem da Polícia Federal.

Em 2006, Ricardo Lewandowski foi indicado pelo presidente Lula ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal

Artistas evangélicos se mobilizam em apoio a Bolsonaro

Em reação a um grupo de artistas globais que tem aderido ao movimento feminista #EleNão, algumas celebridades evangélicas têm mobilizado suas redes sociais para expressar seu apoio à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) escrevendo #EleSim.

O depoimento mais expressivo partiu da cantora Eyshila, relatando seu contato com a esposa do candidato, Michelle Bolsonaro.

No Facebook, Eyshila afirmou que seu voto está “decidido e revelado”, e que parte dessa decisão foi formada por conta do que testemunhou nas vezes que se encontrou com a esposa de Jair Bolsonaro.

“Ela não é nem de longe uma mulher mal amada, maltratada, desprezada ou espancada pelo marido. Ela tem uma filha linda desse casamento que também é apaixonada pelo pai”, disse na legenda de uma selfie com Michelle Bolsonaro.

“Enquanto isso a mídia, movida por um espírito que se opõe à mudança de rumo da nossa nação, dissemina ódio pelo único candidato que tem chance de banir essa quadrilha que quer nos transformar na Venezuela, só que Pluz Size (tamanho gigante)”, afirmou. “Pelo amor de Deus, meninas! Mulheres, vocês são inteligentes demais para serem manipuladas pelas Anitas, Danielas e Deboras Seccos”, acrescentou.

O movimento dos artistas evangélicos pró-Bolsonaro vem usando a hashtag #EleSim. Antes da atual ação, André Valadão já havia declarado seu voto no capitão do Exército, e posteriormente voltou a usar suas redes sociais para abordar o tema: “ossa bandeira diz ‘Ordem e Progresso’ e eu amo isso. Mas antes de ter progresso, nós precisamos de ter ordem”, afirmou o cantor.

Recentemente, o cantor Davi Sacer também gravou um vídeo, dizendo que não tem medo de dizer que é favorável ao candidato.

“Eu acho um absurdo cristãos, evangélicos ou católicos e pessoas de bem, votarem em quem é contra a família, a favor do aborto, pela liberação das drogas, gente que defende a pedofilia, gente corrupta e que tem roubado o Brasil nos últimos 30 anos. Lula, Temer, Dilma, Fernando Henrique, Collor de Melo, essas pessoas e seus partidos acabaram com o Brasil, não é possível que a memória de alguns seja tão curta”, escreveu o cantor em seu Instagram.

Adaptado da fonte Gospel Mais

PM recolhe material de campanha da petista Gleisi Hoffmann

A apreensão do material de campanha da presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) foi feita no centro de Curitiba, no Estado do Paraná.

As informações são da revista Época.

A Polícia Militar apreendeu no centro de Curitiba, nesta quinta-feira (27), material de campanha de Gleisi Hoffmann.

A senadora, que é presidente do PT, tenta uma vaga na Câmara dos Deputados.

O material, que estava exposto em camelôs, contém fotos do presidiário Lula, dando a entender que ele ainda seria candidato.

Também nesta quinta, um juiz eleitoral do Ceará determinou busca e apreensão de material de campanha com “Lula presidente”.

Sete líderes defendem refundação da UE para conter a direita

Faltando oito meses para as eleições europeias, sete líderes pediram nesta quinta-feira (27) a refundação da União Europeia para conter o fortalecimento da direita que, segundo eles, “ameaça a paz, prosperidade e liberdade do continente”.

“Queremos refundar a Europa”, dizem os oito líderes em uma coluna publicada nos principais jornais europeus, incluindo no jornal britânico The Guardian, no francês Libération e no portal espanhol El Diario.

“Devemos agir agora, ou o projeto europeu vai perder o fôlego. Pior, será sufocado por políticos populistas para os quais a União é uma anomalia da história que deve ser abandonada”, advertem neste texto batizado de “Despertemos para a Europa!”.

O manifesto foi assinado pelo primeiro-ministro maltês Joseph Muscat, pelo presidente do partido espanhol Ciudadanos Albert Rivera e pelo presidente do conselho italiano Matteo Renzi.

Também traz a assinatura do líder do partido do presidente francês Emmanuel Macron, Christophe Castaner; a dos políticos belgas Guy Verhofstadt e Oliver Chastel; bem como a do antigo primeiro-ministro romeno Dacian Ciolos e do político holandês Alexander Pechtold.

Dias atrás, em seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, o líder da França  aproveitou para alfinetar o patriotismo do presidente americano Donald Trump e defender o “globalismo”.

“Nós nos recusamos a ser uma nova geração de sonâmbulos”, declaram os signatários do documento europeu.

“A Europa de hoje parece pouco adequada para enfrentar os desafios ecológico, econômico e migratório. Não responde às expectativas dos cidadãos que exigem menos leis e mais ações”, afirmam.

“Nosso projeto de refundação é claro”, eles apontam, pedindo “reformar os tratados se a refundação da Europa exigir isso” e “superar as estruturas políticas existentes se elas se tornarem obstáculos”.

Adaptado da fonte ISTO É

General Mourão diz que artistas passam por ‘lavagem cerebral’

O candidato a vice-presidente da chapa de Jair Bolsonaro (PSL), o general da reserva do Exército Hamilton Mourão (PRTB), disse que uma parte dos artistas e intelectuais do país passou por uma “lavagem cerebral”.

Alguns destes artistas brasileiros têm se empenhado publicamente em defender o voto contra o presidenciável do PSL. Para eles, segundo informações da Renova Mídia, o candidato Jair Bolsonaro é uma “ameaça à democracia”.

Em entrevista por telefone na quarta-feira (26), o general Hamilton Mourão declarou:

O que você vê nitidamente é que a nossa classe artística aí, a classe intelectual, esse pessoal passou por um processo de lavagem cerebral que parece que só tem uma visão de mundo para eles. Eu acho que isso está errado.

Ao ser questionado sobre os movimentos, principalmente em redes sociais, de artistas com representatividade nacional que pregam o voto contra Bolsonaro, Mourão afirmou ainda que a classe artística no país é patrulhada ideologicamente e, se não tomam uma posição contra o presidenciável do PSL —líder nas pesquisas de intenção de voto—, podem até perder o emprego.

O general declarou:

Olha, os artistas são patrulhados ideologicamente, né? Então, se eles não tomam essa posição, eles perdem até o emprego. Então eu tenho até pena da classe artística, porque parece até que eles pararam de pensar.

Mourão citou que algumas das cantoras que andaram tomando posição —que ele destacou que “não sabe nem se é delas mesmo ou se é algo que foi imposto”— estão “começando a tomar aqueles famosos ‘dislikes’ nos Facebooks da vida numa proporção muito maior”.

Cantoras como Anitta e Daniela Mercury usaram redes sociais para defender o voto contra Bolsonaro, embaladas pela hashtag #EleNão, que tem ganhado a adesão de toda militância petista, inclusive da organização de extrema-esquerda Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Hashtag contra a revista Veja viraliza no Twitter brasileiro

Na noite desta quinta-feira (27), a revista Veja publicou uma matéria exclusiva com fortes acusações contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

A hashtag #Veja600Milhões chegou ao topo dos assuntos mais comentados do Twitter brasileiro na manhã desta sexta-feira (28).

Algumas horas atrás, a revista Veja publicou uma matéria intitulada “O Outro Bolsonaro” com detalhes sobre o processo de divórcio envolvendo Jair Bolsonaro e sua ex-esposa Ana Cristina.

A briga conjugal de Bolsonaro com sua ex-mulher, em 2007, rendeu um processo de 500 páginas na 1ª Vara de Família do Rio de Janeiro.

Apesar de ações desse tipo estarem protegidas por segredo de justiça, de alguma forma, o processo foi parar na capa da Veja.

Ao ser procurada pela reportagem da Veja, a ex-esposa Ana Cristina não quis entrar em detalhes. Deu-se o seguinte diálogo:

– De onde vieram as joias, dólares e reais?

Era coisa minha, que juntei. Coisas do meu ex-marido, joias que ganhei do Jair.

– Por que a senhora não atendeu às convocações para depor na polícia?

Não lembro. Fiquei quieta.

– Por quê?

Não me sentia à vontade. Iria dar um escândalo para ele e para mim. Deixei para lá.

– Escândalo para o deputado?

Eu, brava, falo besteira.

– Por isso a senhora desistiu da investigação?

Nós dois tínhamos um acordo de abrir mão de qualquer apuração porque não seria bom.

– Qual o acordo?

Aí eu prefiro ficar… me omitir.

Logo após a publicação da matéria, apoiadores do capitão reformado inundaram a rede social com a hashtag #Veja600Milhões, em referência a um suposto pagamento recebido pela revista para atacar o líder das pesquisas da corrida presidencial.

Segundo informações do Diário do Brasil:

Na manhã de ontem (26), a jornalista Joyce Hasselmann denunciou uma suposta ‘propina milionária’ que estaria sendo paga para uma grande revista (de circulação nacional) para tentar destruir a imagem do candidato Jair Bolsonaro.

“Recebi uma informação, de uma boa fonte, de que uma das maiores revistas do país fechou um grande acordo financeiro para tentar destruir o deputado Jair Bolsonaro em sua campanha à presidência […] segundo essa fonte segura, o valor da negociação foi fechado em R$ 600 milhões” declarou a jornalista.

Confira o vídeo da jornalista Joyce Hasselmann falando sobre o suposto financiamento milionário:

Ciro Gomes afaga Haddad e ataca Bolsonaro

Em entrevista a uma rádio de Pernambuco, o presidenciável Ciro Gomes (PDT) disse nesta quinta-feira (27) que, se conseguir passar para o segundo turno, preferia enfrentar Fernando Haddad.

Segundo informações de O Antagonista, o candidato do PDT ao Planalto, Ciro Gomes, declarou:

Claro que eu deveria dizer ‘venha quem vier’, mas o Brasil precisa se proteger do poço sem fundo do Bolsonaro. Uma disputa entre eu e o Haddad seria uma disputa entre dois democratas, entre duas pessoas respeitáveis, entre duas pessoas que respeitam a democracia.

Ele acrescentou:

Independentemente de ser mais fácil para mim derrotar o Bolsonaro, eu preferia, para proteger o Brasil, que fosse eu com Haddad.

Ainda nesta quinta-feira (27), segundo informações da Renova Mídia, o poste de Lula disse estar confiante que o presidenciável do PDT vai apoiá-lo no segundo turno.

Fachin tira de Moro trechos de delações que citam Lula

O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no STF, decidiu retirar do juiz Sergio Moro trechos da delação premiada de Marcelo Odebrecht que citam o presidiário Lula.

Os trechos retirados das mãos de Moro falam sobre supostos pagamentos feitos ao marqueteiro João Santana para a campanha municipal de 2008 e repasses ao Instituto Lula que teriam sido abatidos da “Planilha Italiano”.

A defesa de Lula sustentava que os depoimentos de Marcelo Odebrecht em questão não fazem referência a supostas fraudes na Petrobras nem à prática de crimes na cidade de Curitiba, não havendo, portanto, conexão com as investigações da Operação Lava Jato.

Em 4 de abril de 2017, Edson Fachin atendeu ao pedido do então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e determinou a remessa do material para a Justiça Federal do Paraná.

Em sua nova decisão, o relator da Operação Lava Jato destacou que a Segunda Turma do STF retirou de Moro em agosto deste ano outros trechos de delação da Odebrecht que citam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega (PT). Na ocasião, o colegiado determinou a remessa do material à Justiça Federal do Distrito Federal.

Adaptado da fonte Estado de Minas

Bolsonaro celebra ataques de Dirceu contra sua candidatura

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, festejou em seu perfil pessoal Twitter a aposta do ex-ministro petista José Dirceu contra sua vitória eleitoral.

Dentro de um ônibus leito em Jaboatão dos Guararapes, Região Metropolitana do Recife, o articulista político do PT concedeu uma entrevista ao jornal EL PAÍS.

Questionado sobre se imaginaria o Brasil governado por Bolsonaro, José Dirceu rebateu de forma direta:

Já passamos pelo Jânio Quadros, sabemos o que é. Passamos pelo Temer. Tem governo mais irresponsável do que o dele?

“O senhor acha que um Governo de Bolsonaro seria igual ao de Temer?”, continuou perguntando o repórter. O petista respondeu:

Não. Bolsonaro é o Temer mais a regressão de comportamento cultural e o autoritarismo não democrático. O Governo do Bolsonaro com Paulo Guedes vai ser um arrasa quarteirão. Mas isso não dá certo em lugar nenhum.

O ex-ministro do Partido dos Trabalhadores (PT), que já foi preso três vezes por envolvimento em casos de corrupção, deixou claro que o resultado do deputado federal nas eleições será decepcionante.

“Bolsonaro não ganha essa eleição. Não tem maioria no país para as ideias dele”, acrescentou Dirceu.

Em seu perfil pessoal no Twitter, o candidato do PSL ao Planalto, Jair Bolsonaro, celebrou as críticas do petista.