“País precisa de uma agenda anticorrupção e anticrime organizado”, diz Sérgio Moro

Imagem: Werther Santana | Estadão

O juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, já está na casa do presidente eleito, Jair Bolsonaro, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Ao expressar a pauta principal do encontro, Moro afirmou:
O País precisa de uma agenda anticorrupção e anticrime organizado”.

No dia 29, após ser oficialmente eleito, Bolsonaro afirmou, durante entrevistas, que Sérgio Moro poderia integrar o Ministério da Justiça ou, caso optasse, uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).

Um santo pode ser feito a partir de todo tipo de homem

Um comentário chestertoniano sobre São Francisco de Assis e Santo Tomás de Aquino.

(Trecho do livro Santo Tomás de Aquino)

São Francisco era um homenzinho fisicamente frágil e ativo, magro como um barbante e vibrante como a corda de um arco, e, em seus movimentos, parecia uma flecha saindo do arco. Toda sua vida foi uma série de saltos e carreiras: disparar atrás de um mendigo; ir depressa, despido, para a floresta; entrar escondido no navio desconhecido; aparecer de repente na tenda do sultão e oferecer-se para se jogar no fogo. Em termos de aparência, ele deve ter sido como uma folha outonal esquelética e fina, amarronzada, dançando eternamente no vento, mas a verdade é que ele era o próprio vento.

São Tomás era um homem imenso e bem sólido, gordo, lento e de gestos controlados; muito amável e magnânimo, mas não muito sociável; tímido, mesmo se ignorarmos a humildade do santo; e distraído, mesmo sem levar em conta suas casuais, e cuidadosamente escondidas, experiências de êxtase ou de transe. São Francisco era tão agitado e até irrequieto que os eclesiásticos diante dos quais ele de repente aparecia julgavam-no louco. São Tomás controlava tanto suas emoções que os professores das escolas que ele frequentou regularmente o julgaram tolo. Na verdade, ele era o tipo de aluno, não incomum, que preferia ser um tolo a ter seus sonhos pessoais invadidos por tolos mais ativos ou animados.

Esse contraste externo alcança quase todos os aspectos dessas duas personalidades.

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O paradoxal em São Francisco era que, não obstante sua paixão por poemas, desconfiava bastante dos livros. O que havia de notável a respeito de São Tomás era sua adoração pelos livros, sua vida dedicada aos livros. Ele levou exatamente a vida do estudioso de Os Contos da Cantuária, de Geoffrey Chaucer, que preferia ter mil livros de Aristóteles, e sua filosofia, do que qualquer riqueza que o mundo pudesse lhe dar. Quando lhe perguntaram o que mais tinha a agradecer a Deus, ele respondeu simplesmente: ‘Entendi todas as páginas que li’.

São Francisco era bem vívido em seus poemas e bem descuidado em seus documentos; São Tomás dedicou toda a vida a documentar sistemas completos de literaturas, pagã e cristã, e de vez em quando, nas horas vagas, escrevia um hino.

Eles viam um mesmo problema a partir de ângulos diferentes, um sob a ótica da simplicidade; o outro, da sutileza. São Francisco julgava que era suficiente dizer o que sentia aos maometanos para convencê-los a não adorar Maomé. São Tomás ficava examinando todo tipo de distinção e de dedução, por menor que fosse, sobre o absoluto ou o acidente, só para evitar que os maometanos entendessem Aristóteles de maneira errada.

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São Francisco era o filho de um comerciante, ou mercador de classe média, e embora toda sua vida fosse uma revolta contra a atividade mercantil do pai, mesmo assim conservou algo da agilidade e da adaptabilidade social que faz o mercador zumbir como uma colmeia. Na frase comum, embora adorasse os campos verdes, nunca deixou a grama crescer debaixo de seus pés. Era o que os milionários e gângsteres americanos chama de ‘fio vivo’ (pessoa que nunca para). As pessoas modernas de mente mecânica, mesmo quando tentam imaginar uma coisa viva, em geral só conseguem pensar numa metáfora mecânica a partir de uma coisa morta. Há minhocas vivas, mas não há fios vivos. São Francisco teria concordado enfaticamente que era minhoca, mas uma minhoca muito viva. O maior de todos os inimigos do ideal do ‘ir-conseguir’ (do empreendedor aquisitivo), São Francisco por certo deixou de lado o ‘conseguir’, mas nunca parou de ‘ir’.

São Tomás, por outro lado, veio de um mundo em que poderia ter se dedicado ao lazer, e continuou a ser um desses homens para os quais o trabalho tem algo da placidez do lazer. Trabalhava com muita dedicação, mas provavelmente ninguém diria que era uma pessoa apressada. Trazia em si algo indefinível que distingue as pessoas que trabalham sem precisar trabalhar, pois era por nascimento um cavalheiro de uma casa importante, e essa facilidade poder permanecer como um hábito depois de ter deixado de ser impulso. Mas, nele, isso só se manifestou em seus elementos mais agradáveis; por exemplo, era possível que houvesse algo disso em sua cortesia e paciência.

Todo santo é homem antes de ser santo, e um santo pode ser feito a partir de todo tipo de homem

(Santo Tomás de Aquino; Gilbert Keith Chesterton)

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Governo Bolsonaro levará água para o nordeste?

Yossi Avraham Shelley, embaixador de Israel no Brasil, encontrou-se com Bolsonaro esta semana e ofereceu um projeto que torna a água do mar boa para irrigar plantações e outros usos.

O projeto de dessalinização da água do mar poderá ter uma usina no nordeste completamente paga pelo governo israelense.

Em setembro, Bolsonaro esteve no país de Yossi e viu de perto os resultados do uso da tecnologia que trata a água do mar. Na ocasião, twittou:

Fonte: CompreRural

Sergio Moro no Ministério da Justiça: A Opinião de Petistas & Corruptos É Irrelevante

As reações ante à possível ida de Sérgio Moro para o Ministério da Justiça mostram a inversão dos valores morais que o petismo e a mentalidade esquerdista criaram na sociedade brasileira. Muitas pessoas estão afirmando que a possível ida do juiz federal da Lava Jato para o novo governo federal daria razão ao argumento dos petistas de que as decisões de Sergio Moro, inclusive a de mandar prender Lula, teriam sido politicamente motivadas.

O erro desse raciocínio, que chega a ser sofismático, é supor que o presidente da república eleito e o juiz federal devam tomar decisões levando em conta os petistas irão ou não achar a respeito delas. Oras, a opinião dos petistas e comunistas e seus aliados corruptos a respeito desse assunto e de qualquer outro, é irrelevante, e ponto final.

O presidente eleito Jair Bolsonaro deverá tomar suas decisões considerando o que é melhor para o futuro governo e para o país, e não considerando as narrativas que petistas e corruptos e a caterva de comunistas criarão a respeito delas. O adágio que diz que os cães ladram e a caravana passa nunca fez tão sentido como agora. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


Gestão Bolsonaro terá apenas 15 ministérios

O mandato Bolsonaro começa efetivamente em 1 de janeiro de 2019, mas os ministérios já estão definidos e serão reduzidos para 15.

Veja abaixo quais serão:

1) Casa Civil – assumindo funções do Governo

2) Economia – fusão de Fazenda, Planejamento e Indústria, Comércio Exterior

3) Defesa

4) Saúde

5) Ciência e Tecnologia (com ensino superior)

6) Educação, Esportes e Cultura

7) Trabalho

8) Minas e Energia

9) Justiça e Segurança

10) Integração Nacional (com Cidades e Turismo)

11) Infraestrutura, englobando Transportes

12) Gabinete de Segurança Institucional

13) Desenvolvimento Social (com Direitos Humanos)

14) Relações Exteriores

15) Agricultura e Meio Ambiente

Com informações de: O Globo

Dia dos Finados ou dos Fiéis Defuntos: o que é, como vivê-lo e como ganhar as indulgências deste dia

A ORIGEM DA CELEBRAÇÃO do Dia dos Fiéis Defuntos ou de Finados (2 de novembro) remonta aos tempos do Antigo Testamento, quando já os judeus rezavam pelos seus falecidos (conf. Tb 12,12; 2Mc 12,43-46). Encontramos também registros históricos que testemunham como os cristãos da Igreja primitiva rezavam pelos seus mortos, visitando os túmulos dos mártires, desde o final do primeiro século da era cristã…

** Ler o artigo na íntegra e ver oração pelos finados
ofielcatolico.com.br

Sobre o caso da jovem Rayane: pena de morte já!

Imagem: Divulgação | Conexão Política

Com relação ao assassinato covarde e cruel da garota de Mogi das Cruzes, não quero comentar detalhes até porque as investigações prosseguem, mas quero ressaltar que na minha modesta opinião já passou da hora de se discutir com ênfase a pena de morte e ou prisão perpétua no Brasil.

Sim, porque alguns criminosos não se ressocializam e soltos após o cometimento de crimes graves e cumprimento da pena, infelizmente voltarão a delinquir.

Já chega de passar a mão na cabeça de bandido e já chega de deixar as nossas crianças e jovens a mercê de bandido irrecuperável.

Somente a pena capital, ou a pena de prisão perpétua, podem frear essa onda de crimes graves e resguardar o nosso povo.

Já testemunhei diversos crimes graves, principalmente com conotação sexual contra nossas crianças e jovens, onde depois de presos, os criminosos ganharam novamente a liberdade e voltaram a cometer crimes semelhantes.

Será uma das minhas primeiras lutas dentro da Câmara Federal.

Haddad ressentido com a democracia; esquerda preparada para a vingança

Imagem: Divulgação | Conexão Política

Em seu discurso de derrota no domingo (28), Fernando Haddad não lidou bem com a vontade majoritária do brasileiro, o que deve ter frustrado quem acreditou no homem que fingiu ser um grande republicano durante o segundo turno.

O tom de sua fala foi todo de mágoa com a democracia, essa danadinha que não deu o que ele queria. Haddad também fez insinuações de “resistência”, a nova narrativa da esquerda contra o fantasioso Estado repressor e malvadão que vem por aí. Que preguiça!

Pela primeira vez o derrotado não parabenizou o vitorioso e nem desejou boa sorte ao novo governo em seu discurso. Isso é significativo e diz muito sobre o que o PT deseja realmente para o nosso país nos próximos anos.


O PT agora vai se concentrar na vingança.

Se eles não venceram, então a democracia está ameaçada, pensam os megalomaníacos vermelhos. Já pregaram essa “lógica” em outros adversários e agora pregam também em Jair Bolsonaro, sem novidades.

Se o adversário ganha, incutem logo na cabeça de seus fantoches um sentimento de que há algo de errado com esse Brasil que votou “com ódio”.

Jamais reconhecem que o ódio é o PT e suas fake news, ódio é o PSDB que promoveu a mais vergonhosa e repulsiva campanha de ódio contra a dignidade de um adversário político.

É uma pena que essa turma jamais utilizará o resultado destas eleições para um mea culpa, uma reavaliação, uma reconexão com as ruas e com a verdade.

O partido e a causa, afinal, não podem ceder aos anseios da sociedade, mas a sociedade é quem deve embarcar nos anseios e mentiras do partido e da causa.

É assim que eles pensam, jamais vão mudar.


Somente na manhã desta segunda-feira, 29, de forma discreta, somente para registro, Haddad publicou em seu Twitter que deseja a Bolsonaro “sucesso” e que “nosso país merece o melhor”.

Disse tudo isso “de coração leve”, afirmou o petista atropelado pelos brasileiros nas urnas.

Bolsonaro, também pelo Twitter, concordou que o “Brasil merece o melhor”.
Vingança on the way
Boulos, o zero à esquerda, já confirmou que o exército de bandeiras e uniformes vermelhos vão para as ruas ainda nesta semana contra o novo governo (que nem posse tomou ainda).

É o início da vingança, da negação da democracia e de seus frutos (sempre com a maquiagem de oposição).

Essa luta contra a vontade popular será travada em diferentes frentes ao lingo dos próximos anos, como nas ruas, nos corredores de instituições, no Congresso, nas universidades, junto à classe artística etc.

O objetivo será tocar o terror e atrapalhar ao máximo o ambiente democrático e a recuperação ética, moral, econômica e social do Brasil.

Não vai ser fácil lutar contra essa gente, o lado que piscar o olho e se desmobilizar, perde.


A esquerda foi derrotada como nunca antes em nosso país, mas segue viva e de volta ao hábitat em que nasceu, cresceu e de lá tomou o poder: a oposição.

Todo cuidado é pouco daqui para frente.

Wilson Witzel constrange jornalistas da GloboNews: criminoso com fuzil será abatido

O governador eleito pelo estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), deu um verdadeiro nó no discurso politicamente correto dos jornalistas da GloboNews, nesta terça-feira (30). Convidado para o programa “Estúdio I”, comandado pela jornalista Maria Beltrão, Witzel defendeu abertamente que criminosos que forem flagrados portando fuzil nas costas devem ser abatidos por “snipers” da polícia.

Após ouvir as explicações firmes do ex-juiz federal sobre segurança pública, um clima de constrangimento tomou conta da bancada global.

Ao ser questionado pela âncora Flávia Oliveira sobre riscos de pessoas que estejam portando “guarda-chuvas ou furadeiras” serem alvo, o governador foi enfático: “snipers não atiram em pessoas com guarda-chuvas ou furadeiras”.

“Prefiro defender policiais no Tribunal do que ir a funeral. O policial será defendido. Se condenado, nós vamos recorrer. Se a setença for mantida, é um risco que a gente corre. O que me deixa desconfortável é ver bandido com fuzil na rua.”, explicou.