Jair Bolsonaro acusa grande mídia de tentar desconstruí-lo

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, acredita estar sendo alvo de um campanha de desinformação lançado por veículos de informação da grande mídia.

Através do seu perfil oficial no Twitter, no fim da manhã desta sexta-feira (28), o presidenciável Jair Bolsonaro criticou a onda de matérias negativas publicadas pela grande mídia enquanto o primeiro turno das eleições se aproxima.

Minutos depois, Bolsonaro continuou as críticas ao comportamento da maior parte da grande mídia brasileira, que ignora as ameaças à liberdade de imprensa proferidas pelo Partido dos Trabalhadores (PT), principalmente pelo presidiário Lula.

Em evento na UFRJ no dia 11 de agosto de 2017, Lula – ainda em liberdade – deixou claro a intenção do seu partido, caso volte ao controle do país:

‘Eles têm que saber que têm que trabalhar muito para não deixar que eu volte a ser candidato. Se eu for candidato, vou ganhar e fazer a regulação dos órgãos de imprensa’, disse o ex-presidente.

Renova Mídia falou sobre este assunto alguns dias atrás, apresentando o ponto de vista do candidato do PSL sobre um tema de fundamental importância para manutenção das bases democráticas do país.

Jair Bolsonaro concluiu – pelo menos momentaneamente – seu desabafo no Twitter com as seguintes palavras:

Há anos tentam nos parar com rótulos criminosos falsos e com meias verdades distorcidas. Nos últimos meses os ataques se intensificaram, mas continuamos firmes. Se 1% desse serviço fosse feito contra meus adversários, apenas com verdades, venceriamos por W.O.

Alexandre Frota é condenado a indenizar Gilberto Gil

Em 2017, Frota fez uma publicação em seu perfil do twitter afirmando que o Gil “não poderia mais roubar livremente recursos oriundos da Lei Rouanet”.

A Justiça do Rio condenou Alexandre Frota a pagar R$ 20 mil em indenizações a Gilberto Gil por danos morais. Em 2017, o ator tuitou que o cantor “não poderia mais roubar livremente recursos oriundos da Lei Rouanet“.

A juíza Rafaella Ávila de Souza Tuffy Felipe, da 50ª Vara Cível do Rio de Janeiro, entendeu que Frota “extrapola o livre direito de informação” ao veicular afirmações desprovidas de qualquer prova, “causando danos à imagem e à honra” de Gil.

Gil entrou com o processo em outubro de 2017, contra Frota e contra o Twitter – que não terá de pagar nada pois a juíza entende que seus usuários são “cientificados de forma clara e ostensiva por meio de diferentes cláusulas dos Termos de Serviço” sobre a responsabilidade sobre o conteúdo que postam na rede social.

Alexandre Frota ainda pode recorrer da decisão.

Adaptado da fonte EXAME

Após derrota pra Trump, feministas internacionais miram no Brasil

O movimento feminista contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) ganhou um apoio de fama mundial nesta sexta-feira (28). Madonna entrou na lista de celebridades internacionais influenciando a eleição brasileira.

Madonna não foi a primeira cantora internacional declarando apoio ao movimento “Ele Não”. Dias atrás, a estrela britânica Dua Lipa também repudiou publicamente o político brasileiro Jair Bolsonaro utilizando a hashtag #EleNão.

Além delas, Ellen Page e Stephen Fry, que já entrevistaram o político, Dan Reynolds, Alfonso Herrera, e o Black Eyed Peas são alguns dos nomes contra a eleição do candidato do PSL.

Os argumentos utilizados pelo movimento para justificar o repúdio a Bolsonaro estão baseados na mesma narrativa utilizada para tentar impedir – sem sucesso – a vitória de Donald Trump nos Estados Unidos.

Em matéria da EXAME publicada nesta sexta-feira (28), o ator britânico Stephen Fry falou mais sobre porque é contra Bolsonaro:

O discurso que ele usa contra os negros, mulheres e claro, a comunidade LGBTQ em particular, é genuinamente aterrorizante. E vai resultar em mais cabeças quebradas nas calçadas. Mais sangue derramado, mais tortura, mais morte, mais infelicidade, menos aceitação, mais pais chorando. E isso não pode estar certo. Com certeza, o Brasil é melhor que isso.

Mias de 500 dias após sua vitória na corrida presidencial norte-americana, Donald Trump é perseguido até hoje por esta mesma patrulha politicamente correta.

Madonna apareceu na foto contra Bolsonaro – candidato que lidera todas as pesquisas de intenção de votos no Brasil – com a boca tampada e uma inscrição “liberdade”. Além do #EleNão, ela adicionou #EndFacism (acabe com o fascismo).

Um conselho que não é escutado pela maior parte da humanidade diz que é importante observar e aprender com os erros do passado para não cometê-los novamente no futuro.

Aparentemente, estas celebridades internacionais, vivendo em suas “torres de marfim”, ignoram completamente a revolta da população com o sistema vigente.

A maioria silenciosa nos Estados Unidos ignorou completamente os apelos da classe artística e votou em Trump nas eleições de 2016. Será que o mesmo pode acontecer no Brasil ou estes influenciadores de renome internacional vencerão esta batalha?

Independente do que venha a acontecer. É importante que Madonna, que já é uma senhora de idade, mantenha a calma após o resultado do pleito.

Em protesto na capital americana Washington, em janeiro de 2017, a cantora pop estava tão indignada com a posse de Donald Trump que falou em explodir a “Casa Branca”.

O portal G1 explica melhor:

A cantora pop Madonna, que disse ter pensado em “explodir a Casa Branca” durante um discurso cheio de palavrões durante a Marcha das Mulheres de sábado em Washington, explicou no domingo (22) que falava metaforicamente.

O discurso de Madonna, que foi criticado nas redes sociais, levou alguns canais de televisão a interromperem bruscamente suas transmissões ao vivo da marcha, que atraiu centenas de milhares de pessoas em manifestações em todo o território norte-americano em protesto contra a eleição de Donald Trump como presidente.

Em seu discurso durante o protesto, Madonna direcionou palavras grosseiras aos críticos do protesto. “Aos nossos detratores que insistem que esta marcha nunca dará em nada, vão se f…”, disse a pop star, que depois repetiu a ofensa.

Suas palavras desencadearam críticas imediatas nas redes sociais. No Youtube, onde seu discurso foi mostrado ao vivo e em formatos gravados, vários usuários chamaram a artista de “má”.

Outros expressaram revolta por seu comentário de que pensou em explodir a Casa Branca. No Twitter, alguns usuários exigiram que ela seja investigada por fazer ameaças terroristas.

Suspeitas sobre Ibope e Datafolha compromete credibilidade dos números

Nas últimas eleições presidenciais, os institutos erraram em 10 pontos percentuais e davam vitória a Aécio Neves, o que mudou repentinamente na apuração secreta dos votos em que Dilma venceu

Os dois institutos de pesquisa mais famosos, Ibope e Datafolha, têm seus números divulgados toda semana pelos meios de comunicação. Mas os dados apresentados têm enfrentado descrédito e constante suspeita em grande parte do eleitorado, situação oposta à verificada em jornalistas e políticos, por exemplo. A falta de confiança nessas empresas não é a toa. O primeiro fato que comprometeria a credibilidade deles é o repasse bilionário do governo federal petista às suas empresas contratantes, Globo (Ibope) e Grupo Folha (Datafolha), o que explicaria a grande credibilidade jornalística que recebem.

Em 2013, uma CPI do Ibope foi criada na Assembléia Legislativa do Paraná, para apurar possíveis fraudes nas eleições à prefeitura de Foz do Iguaçu, em 2012. Como resultado, os membros da comissão apontaram que há “fortes indícios de fraude”. Além disso, o Ibope também foi motivo de escândalo no caso dos contratos com a JBS, nos quais o instituto teria participado de esquema de propina.

Em todo o Brasil, vídeos com fraudes nos questionários estão sendo divulgados, como o caso de uma cidade do interior da Paraíba, em que o entrevistador do Ibope apresentava um questionário faltando o nome de uma candidata local, em pesquisa solicitada por um canal de televisão local. Ou um outro vídeo que mostra entrevistadoras negando-se a entrevistar após ver adesivos de determinado candidato em seu carro.

Os institutos já vinham sendo criticados por incluir o nome de Lula, condenado e preso na Operação Lava Jato, nas intenções de voto, o que só deixou de acontecer com o impedimento formal da sua candidatura pelo TSE. O candidato que seria o vice da chapa, Fernando Haddad, começou a decolar nas intenções de voto tão logo houve o impedimento, indicando uma grande transferência de votos do ex-presidente preso.

Jornalistas mentem descaradamente ou não sabem interpretar dados estatísticos

Há tempos que a mídia brasileira se tornou refém dos números apresentados por estes institutos, considerando-os quase como oráculos que preveem o futuro dos cenários eleitorais. Ou, no mínimo, verdadeiros diagnósticos fotográficos e precisos de um momento eleitoral, o que de nenhuma forma poderia ser. Por definição, números estatísticos são probabilísticos e retratam uma situação real apenas na amostragem escolhida. É assim em qualquer estudo científico. Mas na interpretação desses dados, jornalistas da grande mídia se mostram pouco hábeis para relacionar números com a realidade, abusando de expressões como “cenários impossíveis”, o que caberia melhor a palavra “improvável, segundo os dados apresentados pelo instituto”.

A verdade é que todos os cenários possíveis apresentados dependem, em última análise, da veracidade de instituições cuja credibilidade fica a cargo da própria imprensa. Os jornalistas que desejam dar ainda mais credibilidade aos dados que preferem, tratam os números como se fossem previsões de tendências da moda, ou seja, determinações vindas de cima.

A maior suspeita vista por eleitores se refere a um conjunto de suspeitas que inclui as urnas eletrônicas. Afinal, se pode haver uma fraude nos votos ou na sua apuração, as pesquisas de intenção de votos precisariam tornar o resultado fraudulento verossímil à população.

Irã diz que Israel vai se “arrepender” se atacar a Síria novamente

O secretário do Supremo Conselho de Segurança Nacional do Irã, Ali Shamkhani, disse que Israel se arrependerá se continuar a atacar o Exército da Síria e seus aliados.

O regime islâmico do Irã e a Rússia vêm apoiando o presidente sírio, Bashar al-Assad, em sua guerra de sete anos contra facções jihadistas.

Mas Israel, cada vez mais temeroso de que o inimigo Irã estabeleça uma presença militar de longo prazo no país vizinho, diz ter realizado mais de 200 ataques contra alvos iranianos na Síria nos últimos dois anos.

“O regime sionista vem tentando estabelecer uma crise na Síria e adotou medidas para apoiar diretamente grupos terroristas e visar o Exército sírio e forças que estão confrontando o terrorismo”, disse Shamkhani nesta quinta-feira, de acordo com a agência de notícias semioficial Tasnim.

“E, se continuar, enfrentará reações que o farão se arrepender”. Ele não especificou o que isso pode significar.

Nesta quinta-feira (27), o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, acusou o regime do Irã de esconder um grande arsenal atômico e prometeu continuar evitando o fortalecimento do seu arqui-inimigo na Síria.

Adaptado da fonte Reuters

Polícia da Holanda prende 7 e frustra atentado terrorista

As forças de segurança da Holanda detiveram sete jihadistas planejando um “grande atentado terrorista” no país com cinturões de explosivos e fuzis AK-47

As informações foram concedidas pelo Ministério Público nesta quinta-feira (27).

Os detidos planejavam “causar numerosas vítimas” e seu plano estava em uma “fase muito avançada”, explicou a instituição.

Durante uma investigação que durou vários meses, a polícia observou um grupo de pessoas ligadas a um iraquiano de 34 anos condenado em 2017 por tentar entrar em território controlado pelo grupo Estado Islâmico.

Os detidos, originários das regiões de Arnhem e Roterdã, têm entre 21 e 34 anos, incluindo dois já condenados por tentarem viajar para zonas jihadistas no Iraque e na Síria.

Adaptado da fonte AFP

Janaina faz apelo para Bolsonaro participar dos debates

A advogada e candidata a deputada estadual, Janaina Paschoal (PSL-SP), fez um apelo nas redes sociais ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

“Deputado Jair Bolsonaro, tome as rédeas de sua campanha! Não ouça mais ninguém!”, disse Janaina ao iniciar uma série de tuítes na manhã desta sexta-feira (28).

A jurista demonstrou insatisfação com a forma como a campanha do PSL estava sendo conduzida e pediu para Jair Bolsonaro participar dos debate entre presidenciáveis na Rede Globo – o último antes do primeiro turno.

Janaina Paschoal declarou:

Segundo informações publicadas minutos atrás pela Renova Mídia, há uma certa divergência entre as lideranças do partido sobre a participação de Bolsonaro no debate da Globo.

O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, falou nesta quinta-feira (27) que o deputado federal não deveria participar questões médicas, como a produção de gases no abdômen.

Janaina continuou seu pedido no Twitter enfatizando acerca da importância de Bolsonaro exercer sua influência na condução da reta final da campanha.

Ela declarou:

O povo gosta do Sr, tenho falado com muita gente… o senhor tem o dever de enquadrar todo mundo e tomar as rédeas da campanha! Se estiver em condições de ir ao debate, tem que ir! Gases não podem parar um Chefe de Estado! Que brincadeira é essa?

A advogada concluiu com um desabafo:

Na manhã desta sexta-feira (28), Renova Mídia noticiou um fortalecimento da possibilidade de Bolsonaro comparecer pelo menos ao último debate entre os presidenciáveis antes do primeiro turno, que será realizado na Rede Globo, no dia 4 de outubro.

Presença de Bolsonaro no debate da Globo não está descartada

Cúpula da campanha presidencial do PSL diverge sobre ida de Jair Bolsonaro ao debate na Rede Globo.

Integrantes da campanha de Jair Bolsonaro divergem sobre a eventual participação dele no debate da Globo, dia 4 de outubro.

Alguns dirigentes, como o presidente do PSL, Gustavo Bebianno, defendem que ele não vá ao evento.

Mesmo sem decisão tomada, integrantes da equipe do deputado foram a reuniões com organizadores do encontro na emissora, que teria colocado à disposição do presidenciável toda a estrutura necessária para que ele compareça.

A palavra final será do candidato Bolsonaro que, segundo apoiadores, já disse que gostaria de participar do debate.

Adaptado da fonte Folha

“Questão de tempo para tomar o poder”, ameaça José Dirceu

Em sua agenda de divulgação de seu livro, o ex-guerrilheiro José Dirceu deixou bem claro as intenções nefastas do Partido dos Trabalhadores (PT).

Respondendo ao jornal EL PAÍS sobre a possibilidade do PT ganhar as eleição e “não levar” devido a oposição da direita, Dirceu declarou:

É uma questão de tempo pra gente (PT) tomar o poder.

José Dirceu fez questão de apontar a diferença entre “tomar o poder” e “ganhar uma eleição”.

O petista declarou:

Acho improvável que o Brasil caminhará para um desastre total. Na comunidade internacional isso não vai ser aceito. E dentro do país é uma questão de tempo pra gente tomar o poder. Aí nós vamos tomar o poder, que é diferente de ganhar uma eleição.

Foi, segundo ele, por essa falta de força que medidas como uma reforma tributária não foi feita nos 13 anos de governo petista.

Dirceu acrescentou:

Tem que acumular força. Eles (a direita) priorizaram a mobilização popular, deles, da classe média, durante o nosso governo.

Durante a entrevista, o ex-guerrilheiro aproveitou também para atacar o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

O capitão do exército ficou satisfeito de ser atacado por Dirceu, conforme divulgado pela Renova Mídia.