Polícia Federal: conheça os possíveis disfarces do Cesare Battisti

A Polícia Federal divulgou este domingo (16) na internet uma lista de possíveis disfarces que o terrorista italiano Cesare Battisti pode ter adotado. O mandado de foi prisão expedido pelo STF, mas o comunista está foragido.

Qualquer informação sobre o foragido pode ser fornecida pelo telefone (61) 2024-9180 ou pelo e-mail plantao.dat@dpf.gov.br. O anonimato é totalmente resguardado.

Cesare Battisti - disfarces

Guardiões da verdade?

Meme que circula na internet retrata jornalistas da capa da Time como NPC’s, sátira criada no fórum 4chan que usa o conceito de jogadores figurantes para criticar esquerdistas que apenas seguem um perfil ideológico, sem apresentar opinião própria.

A personalidade da revista Time deste ano não foi uma pessoa, mas um conjunto de jornalistas vítimas de perseguição, que a revista chamou de “guardiões na guerra contra a verdade”. A matéria supostamente é um tributo aos sujeitos que pagaram um preço alto por se expressar, mas nas entrelinhas deixa claro a autocomiseração, a arrogância e a busca pela censura de uma classe que atravessa profunda crise de identidade e legitimidade.

O que a Time busca com a sua escolha de personalidade do ano é utilizar alguns exemplos de verdadeira perseguição à imprensa e supressão da liberdade de expressão por regimes ditatoriais ou pouco liberais para sugerir que toda a imprensa estaria sendo perseguida, além de apontar para o culpado: a internet e as redes sociais, que estariam facilitando a manipulação do público através das “fake news”, disseminadas de forma organizada por políticos inescrupulosos e populistas, como Donald Trump e o próprio Jair Bolsonaro.

O autor da peça até ensaia um mea culpa, ao confessar o viés esquerdista dos jornalistas. Mas ao invés de explorar mais esse “pequeno” detalhe, sugere que a postura ideológica dos jornalistas não afeta a sua isenção, servindo apenas como desculpa para a criação de canais conservadores, como a Fox News, levando o país a ter canais de televisão partidários ao invés da “força suavemente unificadora dos jornais noturnos de meia hora”.

Ou seja, há aí a clara visão totalitária de poucas mídias controladas por jornalistas “profissionais” que apresentariam “a verdade” ao público, de forma isenta, como uma forma de “unificar” o país. Obviamente que nesse arranjo, são os ungidos jornalistas esquerdistas que decidem o que o público deve ou não saber.

Para quem quiser saber mais sobre como a imprensa americana era enviesada nessa “época de ouro”, sugiro o ótimo “Bias”, do jornalista Bernard Goldberg, onde ele relata com casos reais o viés esquerdista na CBS, o canal que produziu o mais popular “jornal noturno unificador” durante décadas a fio.

Não precisamos ir tão longe. A recente campanha eleitoral brasileira mostrou o nível de esquerdismo da grande imprensa brasileira, que apoiou amplamente o candidato da quadrilha petista. Ninguém representou melhor essa postura da extrema-esquerda do que Míriam Leitão, ao afirmar que o PT tinha nascido e crescido na democracia, enquanto Bolsonaro seria autoritário e uma verdadeira ameaça à democracia.

“… Há muita gente que compara os dois (Bolsonaro e Haddad), mas na verdade eles não são equivalentes. Jair Bolsonaro sempre teve um discurso autoritário e o PT de vez em quando falou uma palavra aqui outra ali. Têm declarações de grupos que apoiam a Venezuela, mas na verdade é um partido que nasceu e cresceu na democracia, ele sempre jogou o jogo democrático e governou respeitando as instituições democráticas…” Míriam Leitão

É mais do que uma fraude jornalística, representou simplesmente propaganda partidária mascarada de jornalismo. Cabe notar no vídeo acima que Míriam é acompanhada por Chico Pinheiro, outro notório petista, pego na defesa apaixonada de Lula em áudio enviado a um grupo de amigos no WhatsApp.

“A coisa está louca. A direita não tem o que fazer. Os coxinhas estão perdidos. Eles têm que arranjar outro caminho agora. Que o Lula tenha paz e sabedoria, ele está bem guardado, ele está protegido, e ele está caminhando por aí. Porque é como ele disse, a melhor frase de tudo, ‘eu não sou mais um ser humano, eu sou uma ideia’, ideia não se prende. A gente tá solto”. Chico Pinheiro

A dupla de esquerdistas, em pleno jornal, desses que o jornalista da Time chamou de “unificadores do país”, apresentou a grande mentira que foi a tônica dessas eleições na extrema-imprensa: o PT era corrupto, mas democrático.

Ora, como chamar de democrático um partido que roubou para financiar um projeto de poder totalitário? Os depoimentos de Palocci e de outros petistas presos são muito claros: o objetivo sempre foi utilizar os bilhões roubados para comprar o parlamento, bancar as campanhas por décadas a fio, manter o apoio dos grandes empresário com verbas bilionárias do BNDES e utilizá-los para lavar o dinheiro e transportá-lo para ditaduras produzidas e suportadas com a ajuda do partido. Mais, com verbas públicas o PT montou uma rede de blogs chapa-branca, utilizados para defender o partido com unhas e dentes. Um dos mais notórios desses blogs, o Brasil 247, criado pelo Jornalista Leonardo Attuch, foi delatado na Lava Jato por Milton Pascowitch, entre outros jornalistas envolvidos na operação.

Mas nem vamos nos focar em recebimento ilegal de recursos. Há a montanha de dinheiro “legal” recebida pela grande imprensa durante os governos petistas. Como apontou o próprio Jair Bolsonaro ao-vivo durante entrevista no Jornal Nacional, apenas a Globo recebeu mais de R$ 6 bilhões de reais durante os governos petistas (informação negada pela emissora, mas confirmada pelo próprio TSE). Apenas no primeiro governo Dilma, o Governo Federal investiu mais de R$ 9 bilhões em publicidade estatais, a maior parte dessa verba destinada aos grandes veículos.

Fonte: https://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2015/06/29/em-4-anos-dilma-gastou-r-9-bilhoes-em-publicidade-23-a-mais-que-lula/

Além desses vultuosos recursos, há mais um explicação para a natural inclinação da grande imprensa ao alinhamento com o governo. Televisão e rádio no Brasil são concessões públicas que podem ser cassadas. Esses dois fatores, aliados ao esquerdismo quase monopolista nas redações explicam como o PT pôde ter criado o maior esquema de corrupção com fins de controle político na história sem ter sido desmascarado pela imprensa.

Lula e o PT sempre foram corruptos, apesar da sua propaganda de partido “ético”. Já havia casos conhecidos de corrupção petista, com aqueles relatados no “Já vi esse filme”, do Luiz Maklouf Carvalho, proscrito no meio por ter escrito matérias que contrariavam Lula e o partido.

Mas como sempre na esquerda, o mais importante era seguir com a revolução. Lula tinha uma origem humilde e representava a implementação do socialismo radical, portanto receberia um tratamento carinhoso dos jornalistas.

É verdade que a grande imprensa boicotou Lula em 89, não pela ação dos jornalistas, mas pela postura dos donos dos principais veículos que temiam, com razão, a chegada ao poder de um revolucionário. Mas após aparar a barba, colocar o terno Armani e atenuar o seu discurso, a grande imprensa estava pronta para ungir o “pai dos pobres” em 2002.

A partir da sua eleição, Lula viveu uma lua de mel com a imprensa pelo menos até maio de 2005, quando uma capa da Veja deu início ao escândalo do Mensalão, que acabou com a aura santa do partido. Mesmo com todas evidências apontando para Lula como o grande chefe do esquema, de uma certa forma a imprensa e a própria oposição, encabeçada pelo PSDB, o poupou. O Brasil passava por uma expansão econômica e não havia pressão popular por um impeachment.

De qualquer maneira, o foco das investigações jornalísticas ficou concentrada no desvio de recursos, não na própria essência da corrupção politica: um governo socialista grande e concentrador de poder para promover a “justiça social”. Como a esmagadora maioria dos jornalistas era favorável a tal arranjo, e continua sendo, a corrupção era vista como um desvio no projeto socialista, não inerente a ele.

Durante todo esse tempo, ficou distante da imprensa a articulação política da esquerda latino-americana, encabeçada por Lula e por Fidel Castro para implementar governos de extrema-esquerda no continente. Os poucos que denunciavam a existência do Foro de São Paulo eram boicotados, ridicularizados e tratados como teóricos da conspiração, como aconteceu com Olavo de Carvalho.

Enquanto a imprensa calava, o Foro conseguiu uma quase hegemonia política no continente.

Em vermelho, países controlados por partidos ligados ao Foro de São Paulo, no auge do seu poder em 2011.

Em setembro de 2005, em discurso oficial no Palácio do Planalto, contando com a presença de Hugo Chávez, Lula discursou:

“Em função da existência do Foro de São Paulo, o companheiro Marco Aurélio tem exercido uma função extraordinária nesse trabalho de consolidação daquilo que começamos em 1990… Foi assim que nós, em janeiro de 2003, propusemos ao nosso companheiro, presidente Chávez, a criação do Grupo de Amigos para encontrar uma solução tranqüila que, graças a Deus, aconteceu na Venezuela. E só foi possível graças a uma ação política de companheiros. Não era uma ação política de um Estado com outro Estado, ou de um presidente com outro presidente. Quem está lembrado, o Chávez participou de um dos foros que fizemos em Havana. E graças a essa relação foi possível construirmos, com muitas divergências políticas, a consolidação do que aconteceu na Venezuela, com o referendo que consagrou o Chávez como presidente da Venezuela.

Foi assim que nós pudemos atuar junto a outros países com os nossos companheiros do movimento social, dos partidos daqueles países, do movimento sindical, sempre utilizando a relação construída no Foro de São Paulo para que pudéssemos conversar sem que parecesse e sem que as pessoas entendessem qualquer interferência política.”

Antes disso, em julho do mesmo ano, Lula deu um discurso no Palácio do Planalto, para comemorar os 15 anos do Foro, e foi apenas a partir deste ato que a imprensa brasileira começou a reconhecer a existência da instituição política que dominou a América Latina e foi uma máquina de produzir políticos corruptos e totalitários. E mesmo assim, os jornalistas que escreviam sobre o tema tratavam o Foro como uma espécia de clube de debates da esquerda, nada mais do que isso.

Como podemos chamar esses sujeitos de “guardiões da verdade”?

Após as denúncias originais do Mensalão terem atingido o governo, mas poupado Lula, a grande imprensa voltou a investigar a fundo a grande máquina de corrupção montada pelo PT apenas a partir da reta final da campanha de reeleição de Dilma Rousseff. Mesmo assim, quase sempre focando na corrupção financeira, e não na própria natureza totalitária do regime.

Durante o seu tempo no poder, o PT buscou um equilíbrio tênue, entre a manutenção do crescimento econômico com medidas responsáveis e a implementação do seu projeto gramsciano de tomada de todos os espaços, dentro e fora do Estado. O seu trabalho foi facilitado por um cenário econômico global extramente positivo, especialmente por conta do crescimento chinês e o apetite da potência asiática pelas commodities brasileiras.

Aí está a resposta para quem argumenta em defesa do lulopetismo utilizando o respeito aparente do movimento pelos preceitos democráticos durante os seus mandatos. Essa estratégia tinha três motivações básicas:

  1. O Brasil é um país muito grande e diverso, contando com uma classe média vasta e um povo conservador, dificultando a consolidação de uma ditadura em pouco tempo.
  2. O país serviria como fonte de recursos para financiar outras ditaduras socialistas em processo mais avançado de consolidação, como a Venezuela.
  3. As Forças Armadas não estavam sob o controle do partido e não aceitariam a imposição de uma ditadura.

Esse último fator talvez tenha sido o determinante para salvar o Brasil de um destino venezuelano. De qualquer forma, líderes petistas demonstraram arrependimento por não terem acelerado o projeto totalitário. Após o Impeachment, falando para correligionários, Jaques Wagner foi muito claro:

“Nós tomamos o poder pela beira do voto. E pela beira do voto, por enquanto temos que jogar pelas regras deles. Esse é o problema.”

Não obstante, tivemos claras demonstrações dos objetivos nada democráticos do partido, nas resoluções do Foro de São Paulo e do próprio partido, na sua expansão acelerado do Estado, na implementação do culto de personalidade de Lula, em iniciativas como o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) que entre outras coisas buscada instituir o controle da imprensa e do Decreto 8.243 que buscava implementar os sovietes no Brasil.

Quando Míriam Leitão fez a sua declaração, defendendo o “DNA democrático do PT”, representando a opinião reinante na extrema-imprensa, ela sabia de tudo isso. Ou seja, foi uma mentira descarada.

Mas é possível compreender a sua posição: assim como os seus colegas, Míriam teve uma formação marxista. Apesar de ter se afastado da busca pela implementação da ditadura do proletariado como forma de alcançar a utopia comunista, ela e seus colegas mantém uma outra utopia em mente: a formação de um governo socialista controlado por sábios altruístas que promoveria a justiça social através de políticas redistributivas e crescimento econômico através de intervenções estatais em maior ou menor grau, o que eles chamam de democracia socialista.

Na cabeça desses jornalistas, o PT não estava errado em essência, apenas na forma, onde os seus nobres objetivos foram desvirtuados por indivíduos corruptos. Alguns desses integrantes da extrema-imprensa vão mais longe. Sabem que Lula e toda a cúpula do partido são corruptos até o tutano, mas todos os políticos brasileiros seriam. Porém, os petistas pelo menos “cuidaram” do povo ao instituir programas sociais, merecendo portanto um tratamento diferenciado.

Por isso a insistência entre esses jornalistas num reconhecimento por parte do PT do erro e um pedido formal de desculpas, que nunca aconteceu, nem acontecerá. Assim seria mais fácil defendê-lo. Quem acredita nos interesses nobres de um partido comunista é ingênuo ou canalha. O PT nunca pedirá desculpas porque no código moral do partido, tudo que é feito para avançar a revolução é correto, o que inclui os piores crimes.

Há pouco, conversei com um jornalista venezuelano que era um entusiasta de Hugo Chávez. O jornalista era tratado com um herói pelo partido, pois defendia o “Socialismo do Século XXI”, até o dia que resolveu escrever uma matéria sobre um escândalo de corrupção, pela qual passou a ser perseguido. Alguns anos depois o seu jornal foi fechado, o que aconteceu com toda a imprensa. O último jornal da Venezuela foi fechado na semana passada e hoje a única forma de imprensa existente é um canal de TV estatal, repassando a visão oficial da narcoditadura genocida que simplesmente destruiu o outrora país mais rico do continente. O jornalista venezuelano se arrepende do seu apoio inicial ao regime, mas agora é tarde demais. O partido chavista conseguiu alcançar o que o PT apenas sonhou: o controle de todas instituições, incluindo as Forças Armadas. Não há meios de derrotar a ditadura instalada.

Voltando ao Brasil, essa visão esquerdista da imprensa ficou muito evidente durante a campanha eleitoral. Na verdade, foi um dos motivos da vitória de Bolsonaro. O viés ficou tão evidente que o povo identificou a imprensa como um dos instrumentos controlados pelo establishment para evitar uma verdadeira mudança no país.

Desde o início da campanha, houve um enorme esforço para levar o candidato do PSDB ao segundo turno, ou mesmo Ciro Gomes, reproduzindo a farsa democrática que marcou o cenário político brasileiro desde o final do regime militar: só candidatos de esquerda poderiam competir.

Ao perceber que Bolsonaro realmente tinha chances de ganhar, a imprensa passou a atacá-lo 24 horas por dia, com manipulações ou simplesmente com mentiras. Não sugiro aqui uma santidade do candidato, mas mesmo os seus erros e posturas equivocadas não eram tratados na forma de crítica, mas sim em ataques no estilo assassinato de reputação.

Ainda em maio, o editor da revista esquerdista Piauí já avisava que a imprensa iria “tentar pegar Bolsonaro de qualquer jeito, fingindo fazer jornalismo”, emendando que a frase seria “irônica”, claro.

“Eu conversei com quatro colegas em cargo de chefia ou que tem grande visibilidade nos veículos em que atuam, foi uma conversa em ‘off’, ela tava falando do debate interno do veículo, como que o veículo tá discutindo a candidatura do Bolsonaro. A Folha tem a avaliação que o colunismo político do jornal é, e vai ficar mais ainda massivamente contra o Bolsonaro e a reportagem isso não só na Folha, de uma maneira geral, vai tentar pegar o Bolsonaro de qualquer jeito, na linha ‘como posso prejudicar o Bolsonaro fingindo que estou fazendo jornalismo.” Fernando de Barros e Silva, editor da revista Piauí.

Foi exatamente o que aconteceu.

Como a Polônia está enriquecendo?

Neste último vídeo em homenagem a Polônia, encerrando a série iniciada nesta quinta-feira, explica-se o sucesso econômico polonês depois do fim do domínio comunista e da adoção de medidas que abrissem o mercado.

Um país empobrecido pelo socialismo, assolado pelos fantasmas da escravidão e da fome, recuperou-se desencadeando todo o poder criador de seu povo contra o ancien régime, colocando suas bases por terra em velocidade impressionante, recriando e recuperando a tradição e as liberdades do povo.

Destaca-se na tragetória da Polônia o rumo firme que permitiu crescimento constante, ininterrupto, o controle inflacionário, a multiplicação da renda e a elevação do país como potência regional capaz de fazer frentes a economias consolidadas, como Portugal e Espanha.

Mesmo no campo econômico é possível perceber a altivez de espírito polonesa, como mostra-se quando esta faz com que famílias paguem menos impostos, diminuindo o peso do já enxuto estado polaco que é depositado nas costas daqueles que assumem o sagrado dever unirem-se para trasmitir, com o amor que aqui vimos nos últimos dias, a tocha civilizatória para uma nova geração.

Para encerrar, cabe relembrar uma frase célebre de Lech Wałęsa em entrevista ao Washington Post: “de fato, nossas almas contém exatamente o contrário do que eles queriam. Queriam que não acreditássemos em Deus, e nossas igrejas estão cheias. Queriam que fôssemos materialistas e incapazes de sacrifícios; nós somos antimaterialistas e capazes de sacrifícios. Eles queriam que tivessmos medo dos tanques e das armas, mas a despeito não temos medo algum”.

Tradução: Andrey Costa

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Coronel Telhada está na mira do PCC

O Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) descobriu que o Primeiro Comando da Capital (PCC) tem cinco alvos em seu plano de atentados contra autoridades em São Paulo. O atual secretário da Administração Penitenciária (SAP), Lourival Gomes, e o deputado estadual Coronel Telhada (PP) completam a lista que tem o ex-secretário da Segurança Pública Antonio Ferreira Pinto, o promotor Lincoln Gakiya e o coordenador dos presídios na região oeste do estado, Roberto Medina.

A descoberta da existência de novos alvos da facção criminosa foi relatada na sexta-feira (14), pelos promotores de Justiça Sebastião José Penna Filho Brasil, do setor de inteligência do Ministério Público de São Paulo, e Amauri Silveira Filho, secretário executivo do Gaeco, ao procurador-geral de Justiça Gianpaolo Poggio Smanio.

“Considerando a gravidade, levamos estes fatos ao conhecimento de vossa excelência, com a sugestão de que as autoridades nominadas sejam comunicadas”, escreveram os promotores.

Fonte: A Tribuna

O terrorista italiano Cesari Battisti está foragido após Temer assinar decreto de extradição

O terrorista “queridinho” da esquerda brasileira, finalmente recebe a extradição do governo brasileiro

Está chegando ao fim a fuga de Cesare Battisti da Justiça italiana: o juiz do Supremo Tribunal Federal (STF) Luis Fux ordenou a prisão do terrorista, o ex-membro da Pac (Proletari Armati per il Comunismo) na Itália solicitou sua extradição para que desconta prisão perpétua. A notícia foi divulgada pela TV brasileira. Battisti vive no Brasil desde 2010, quando obteve permissão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para permanecer no país. Atrás do turno, o novo presidente da República, Jair Bolsonaro , que tem o poder de rever o ato ou decidir se vai entregar Battisti para a Itália. A prisão do terrorista foi solicitada pela Procuradoria Geral do Brasil, Raquel Dodge., para “evitar o risco de fuga e garantir uma possível extradição”, de acordo com um comunicado divulgado pelo Ministério Público.

O presidente Michel Temer assinou na tarde desta sexta-feira (14) o decreto de extradição do ex-ativista italiano Cesare Battisti, segundo informou o Palácio do Planalto.

Battisti foi condenado na Itália por quatro assassinatos entre os anos de 1977 e 1979, quando integrava o grupo guerrilheiro PAC (Proletários Armados pelo Comunismo). Na Itália, Battisti foi condenado à prisão perpétua. O italiano fugiu e, em 2004, veio para o Brasil. Ele foi preso no Brasil em 2007. Em 2009, o STF autorizou sua extradição, mas afirmou que a decisão final sobre entregá-lo ou não ao governo da Itália cabia ao presidente da República. Em seu último dia de governo, em 2010, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) negou a extradição de Battisti.

Sob o governo Temer, o Ministério da Justiça abriu um processo para reavaliar a extradição de Battisti. A defesa do italiano recorreu ao STF e Fux concedeu uma liminar (decisão provisória) impedindo sua extradição até que o Supremo analisasse novamente o caso. Agora, Fux revogou a própria decisão, de outubro de 2017, que impedia a extradição e determinou a prisão do italiano.

A defesa afirma que a decisão do ex-presidente Lula de negar a extradição não poderia ser modificada pelos presidentes subsequentes, sob risco de ofender o “princípio da segurança jurídica”. Os advogados de Battisti dizem ainda que ele tem um filho brasileiro menor de idade que depende dele economicamente, o que deveria ser levado em consideração para impedir a extradição. A extradição de Battisti era uma das promessas de campanha do presidente eleito, Jair Bolsonaro, tendo sido elogiada pelo ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini, que pertence a um partido de direita no país. Nesta sexta, Bolsonaro voltou a enfatizar que tomaria a decisão pela extradição caso Temer não o fizesse.

Agentes italianos já estão no Brasil para conduzir Battisti até a Itália

Agentes italianos chegaram ao Brasil prontos para levar o terrorista Cesare Battisti para a Itália. Battisti é fugitivo após o sinal verde para a extradição concedida pelo presidente Michel Temer na noite de ontem.

Jair Bolsonaro, escreveu em sua conta pessoal do Twitter (14/12), um agradecimento ao ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini, a respeito do italiano foragido Cesare Battisti.

Em italiano e em português, Bolsonaro agradeceu a “consideração de sempre” de Salvini. “Que tudo seja normalizado brevemente no caso deste terrorista assassino defendido pelos companheiros de ideais brasileiros! Conte conosco!”.

Mais cedo hoje, Salvini escreveu na rede social que um foragido que “goza da vida nas praias do Brasil, na cara das vítimas, me deixa com raiva! Faço grande mérito ao presidente Jair Bolsonaro que ajudará a Itália a fazer justiça, ‘presenteando’ a Battisti um futuro em sua terra natal”.

Battisti foi considerado foragido pela Polícia Federal nesta sexta-feira após o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, ter feito um pedido de prisão nesta quinta, 13. A Itália pede a extradição do criminoso desde 2007, negada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2010. Desde a campanha eleitoral, Bolsonaro promete a captura e extradição de Battisti à Itália

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Nicolás Maduro acusa Bolsonaro de tramar sua deposição e assassinato

Maduro, durante uma entrevista coletiva C. HERNÁNDEZ EFE

https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/13/internacional/1544669416_680013.html

Nicolás Maduro tem oficialmente um novo inimigo: o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro. O Executivo venezuelano denunciou nesta quarta-feira, 12, que os Estados Unidos estariam preparando um plano de magnicídio com a cumplicidade os Governos brasileiro e colombiano. “Hoje venho, outra vez, denunciar o complô que se prepara na Casa Branca para violentar a democracia, me assassinar e impor um governo ditatorial na Venezuela”, disse. “Ninguém no Brasil quer que o futuro Governo de Jair Bolsonaro se meta numa aventura militar contra o povo da Venezuela”, acrescentou.

O mandatário acusou diretamente John Bolton, assessor de segurança da Casa Branca, de encabeçar o suposto complô. E aproveitou sua denúncia pública para dedicar uma série de desqualificações a seu homólogo colombiano, o direitista Iván Duque: “Ele não quer relações diplomáticas, nem políticas, nem de comunicação com o Governo legítimo da Venezuela”.

O discurso do inimigo externo é recorrente no chavismo. Maduro pediu às Forças Armadas que estejam “preparadas” para um ataque estrangeiro. “Que nunca se enganem, porque vamos dar uma lição”, advertiu. Na segunda-feira, 10, o presidente havia alardeado a presença de dois bombardeiros russos,com capacidade para transportar armas nucleares, e manobras militares no aeroporto Simón Bolívar, nos arredores de Caracas. As relações entre a Rússia e a Venezuela são estreitas desde que o chavismo assumiu o poder, a exatos 20 anos. Sua aliança se baseia na troca de armas e equipamentos militares por petróleo.

A demonstração de força desagradou a Administração de Donald Trump. O secretário de Estado Mike Pompeo qualificou-a como um ato de “dois Governos corruptos esbanjando dinheiro público”. Enquanto isso, o Governo de Vladimir Putin respondeu que as palavras do norte-americano eram “inapropriadas”.

O herdeiro político de Chávez não se apoia apenas em seu homólogo Putin. Há alguns dias, gabou-se do respaldo da Turquia, país com o qual firmou acordos no valor de 5,1 bilhões de dólares (19,7 bilhões de reais). Trata-se de uma estratégia para demonstrar que não está plenamente isolado nesta reta final para o 10 de janeiro, quando toma posse em seu segundo mandato, cuja legitimidade é colocada em dúvida por vários governos democráticos. Acusam-no de ter sido reeleito em um pleito “fraudulento” e não admitido pela oposição, em 20 de maio. “Os Governos que façam o que quiserem. Se quiserem ir embora da Venezuela com seus embaixadores, podem ir todos, já!”, disse o mandatário.

Nunca antes um presidente venezuelano tinha contado com tanta reprovação na América. Mas a baixa popularidade e a rejeição não detêm Maduro, segundo quem várias das “mais importantes potências” internacionais “respeitam, apoiam e gostam” do seu Governo.

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“Só ficaremos satisfeitos quando Battisti for extraditado”, diz ministro italiano

O ministro da Justiça italiano, Alfonso Bonafede, afirmou na sexta-feira (14) em sua conta no Twitter, que o governo da Itália só ficará satisfeito quando o terrorista Cesare Battisti for extraditado para o país.

O terrorista vive no Brasil desde 2004.

Foram aceitos nossos pedidos sobre os quais o Ministério da Justiça está trabalhando há muito tempo. Mas só ficaremos satisfeitos quando Battisti for extraditado à Itália.“, twittou Alfonso.

Rússia vai montar base militar no Caribe

Dois Tu-160 da Força Aérea Russa escoltados por um caça F-16 venezuelano

A Rússia decidiu instalar sua presença militar no Caribe por um longo prazo, em conjunto com a ditadura socialista da Venezuela, em uma de suas ilhas no Mar do Caribe. A decisão é uma resposta ao governo Trump, após retirar os EUA doTratado de Forças Nucleares Intermediárias (INF). Os recentes vôos de bombardeiros nucleares russos de longo alcance Tu-160 fazem parte desse esforço.

A agência estatal russa TASS informou que as autoridades russas decidiram instalar aeronaves estratégicas em uma das ilhas da Venezuela no Caribe, que possue uma base naval e um aeródromo militar. Segundo o comunicado, especialistas militares russos já haviam checado a ilha de La Orchila, localizada a 200 quilômetros a nordeste de Caracas. As leis venezuelanas proíbem a instalação de bases militares no país, mas é possível a instalação temporária de aviões de guerra.

“É a idéia certa incluir a Venezuela em missões de aviação de longo alcance”, disse o especialista militar Coronel Shamil Gareyev ao jornal russo Novaya Gazeta, acrescentando que também é economicamente razoável. “Nossos bombardeiros estratégicos não só não terão que voltar para a Rússia todas as vezes, mas também não realizarão reabastecimento aéreo enquanto estiverem em uma missão de patrulha nas Américas. Nossas aeronaves Tu-160 chegam à sua base na Venezuela, realizam vôos, executam suas missões e são substituídas num esquema rotativo.

“O envio dos bombardeiros estratégicos russos Tu-160 à América do Sul é um sinal para Trump perceber que o abandono dos tratados de desarmamento nuclear terá um efeito bumerangue”, acrescentou outro especialista militar russo.

À medida que a recomposição geopolítica após os anos desastrosos da administração Obama continua, o Ocidente pode esperar mais pancadas no peito do Kremlin. Esse desenvolvimento só poderia aumentar o foco do governo Trump na mudança de regime em Caracas, à medida que as pessoas continuam a sofrer imensamente sob o presidente venezuelano Maduro e suas políticas socialistas que destruíram a economia do país rico com a maior reserva de petróleo do mundo.

Fonte: tsarizm.com

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