Brasil: o país das reformas e dos atentados                          

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O nosso Brasil sempre foi conhecido como um país bonito, de imensas riquezas naturais, livres de catástrofes climáticas e “isento” ao terrorismo.

De fato, a terra das bananas nunca foi um grande alvo dos que promovem o terror em função de uma falida e perigosa ideologia.

Não há, por aqui, relatos consistentes de um atentado. Entretanto, os cidadãos sofrem com eles todos os dias.

Erroneamente, com a chegada do novo comando ao Planalto Central, boa parte da população verde e amarela acreditou que haveria um “cessar-fogo” e poderíamos respirar um pouco.

Erramos.

É um privilégio não termos que lutar como o bravo povo de Israel que nesta semana foi vítima de ataques a civis, vindos de Gaza.

O curioso é que no mesmo período fomos alvejados por duas grandes tentativas de golpe a ferir profundamente todas as esperanças de liberdade ante ao rescaldo vermelho deixado pelo PT.

Eu me refiro ao soturno aumento dos salários dos ministros do STF, protagonizados por um Senado a decair.

Falo, também, da segunda pauta. Eles querem diminuir o alcance da lei da ficha limpa para que os derrotados no pleito deste ano e outros inúmeros ladrões saiam beneficiados.

Observando o cenário como um todo, o governo algoz do maior atentado da história do planeta, em termos de corrupção, parece que ainda estica os seus tentáculos a fim de comprometer os sonhos de milhões de bons brasileiros. Erguei-vos, eleitores.

Não permitamos lamúrias futuras, vamos protestar agora contra o que há de errado e o que estão tentando fomentar para comprometer o início econômico e social do ano que se inicia.

Precisamos apoiar a Reforma da Previdência, que urge e compromete o sistema.

Necessita-se cidadãos fiscais para ficarem atentos a  todo e qualquer desvio de conduta de quem foi eleito agora é de quem já está lá.

Se nós somos contribuintes, queremos retorno.

Aos milhões de profissionais altamente qualificados que vivem aqui, peço atenção e união para não sermos reféns de mais atentados.

O convite está na mesa.

Ditadura cubana anuncia oficialmente saída do programa “Mais Médicos”

A ditadura de Cuba confirmou que irá deixar o programa Mais Médicos. A decisão foi anunciada depois de o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), ter dito que pretende humanizar o acordo que havia sido feito com o governo do PT. Em resposta, Cuba chamou os novos termos do governo brasileiro de “declarações ameaçadoras e depreciativas”.

Presidente brasileiro explica as novas condições do programa.

“Além de explorar seus cidadãos ao não pagar integralmente os salários dos profissionais, a ditadura cubana demonstra grande irresponsabilidade ao desconsiderar os impactos negativos na vida e na saúde dos brasileiros e na integridade dos cubanos”, afirmou o presidente em seu twitter.

“Em torno de 70% do salário desses médicos é confiscado para a ditadura cubana e outra coisa, que é um desrespeito com quem recebe o tratamento por parte desses cubanos, não temos qualquer comprovação que eles sejam realmente médicos e estejam aptos a desempenhar a sua função. Agora, a decisão de suspender isso, foi unilateral por parte do governo, governo não, da ditadura cubana. Eu jamais faria um acordo com Cuba nesses termos, isso é trabalho escravo”, disse Bolsonaro.

O sucessor do ditador Raúl Castro, Miguel Díaz-Canel, comentou a decisão em seu twitter.

“Com dignidade, profunda sensibilidade, profissionalismo, entrega e altruísmo, os “colaboradores” cubanos prestaram um valioso serviço ao povo do Brasil. Atitudes com tal dimensão humana devem ser respeitadas e defendidas”, postou.

O Ministério da Saúde informou que fará um edital de convocação para médicos interessados nas vagas deixadas pelos cubanos. A prioridade será para candidatos brasileiros formados no Brasil e, depois, os formados no exterior.

Não podemos abandonar os irmãos venezuelanos, diz Bolsonaro

O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou hoje (14) que o governo federal precisa ter uma atuação mais “efetiva” na crise migratória de venezuelanos. Segundo ele, é preciso apoiar os governos de Roraima e de Boa Vista no suporte aos imigrantes que chegam diariamente à região. Bolsonaro criticou ainda a inclusão da Venezuela no Mercosul (bloco que reúne Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai).

Nós não podemos abandonar nossos irmãos, que passam uma situação bastante complicada, mas o governo federal não pode deixar que apenas o governo de Roraima e de Boa Vista, basicamente, resolva esse assunto, então teria que ter uma participação mais efetiva da nossa parte“, disse o presidente eleito em entrevista no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

Suspensa temporariamente do Mercosul, a Venezuela foi alvo de críticas de Bolsonaro, que indicou o que faria se fosse o presidente da República em exercício quando houve a eclosão da crise no país vizinho. “Eu teria tomado providências contra a Venezuela há muito tempo, quando se falou em Mercosul. Pela cláusula democrática, a Venezuela nem poderia ter entrado no Mercosul. E depois que entrou, deveria ter saído.

Questionado sobre a transferência da Embaixada do Brasil de Tel Aviv para Jerusalém, como defende, o presidente eleito reiterou que “cada país tem o direito de dizer onde é a sua capital”. Mas disse que confirmará a decisão apenas depois da posse. “Quando eu assumir em [1º de] janeiro [de 2019], você vai ter essa resposta.

Itamaraty

O presidente eleito concedeu entrevista ao lado do embaixador Ernesto Fraga Araújo, anunciado para o cargo de ministro das Relações Exteriores de seu futuro governo. Bolsonaro pediu que o novo auxiliar motive o MRE e invista na abertura de negócios para o Brasil. “Incrementar a questão de negócios com o mundo todo, sem o viés ideológico de um lado ou do outro”, afirmou.

O futuro ministro respondeu a duas perguntas. Ele chamou a eleição de Bolsonaro como um “momento extraordinário que o Brasil está vivendo” e prometeu atuar em defesa do interesse nacional e em cooperação com todos os países parceiros. Diplomata há 29 anos, Araújo tem 51 anos de idade e é diretor do Departamento de Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty.

Ministros

Com o novo anúncio, sobe para oito os nomes confirmados para a equipe ministerial do governo eleito. Alguns escolhidos atuam diretamente no governo de transição. Bolsonaro disse que, até o próximo dia 30 de novembro, todo o primeiro escalão de seu futuro governo terá sido anunciado. Ele vem prometendo reduzir de 29 para de 15 a 17 o número de ministérios, extinguindo pastas e fundindo outras.

O presidente eleito também confirmou ter se reunido com Viviane Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna, e que estaria cotada para assumir o Ministério da Educação, mas evitou apontá-la como cotada para o cargo.

Estamos atrás de um ministro da Educação, não quer dizer que vai sair de uma sugestão dela, nada está garantido no tocante à isso. Queremos um ministro que realmente seja bastante ativo, porque há um aparelhamento enorme na educação e a prova disso que estamos nos últimos lugares da prova do Pisa [Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes], é uma vergonha isso daí. Das 200 melhores universidades do mundo, nenhuma é brasileira. Não queremos formar militantes.

Fonte: EBC

Ernesto Araújo é o novo Ministro das Relações Exteriores

Bolsonaro anunciou hoje (14) através de postagens em suas redes sociais, Ernesto Araújo, como novo nome para o Ministério das Relações Exteriores (MRE), também conhecido como Itamaraty.

Ernesto Henrique Fraga Araújo, nasceu em 15/5/1967 em Porto Alegre-RS, filho de Henrique Fonseca de Araújo (Procurador-Geral da República 1975-1979) e Marylin Mendes Fraga Araújo. Sobrinho do Almirante Ernesto de Araújo, ex-Diretor da Escola Superior de Guerra.

  • Bacharelado em Letras, Universidade de Brasília, 1988.
  • Ingressado no Itamaraty em 1990.
  • Curso de Preparação à Carreira Diplomática, Instituto Rio Branco, 1990-1991.
  • Assessor na Divisão do Mercosul, MRE, 1991-1995, responsável pela negociação da Tarifa Externa Comum e regimes comerciais do Mercosul.
  • Terceiro e Segundo Secretário na Missão do Brasil junto à União Europeia, Bruxelas, 1995-1999, responsável pela relação Mercosul-União Europeia.
  • Segundo e Primeiro Secretário na Embaixada do Brasil na Alemanha, Bonn e Berlim, 1999-2003, responsável pelo Setor Econômico da Embaixada.
  • Chefe da Divisão de Serviços, Investimentos e Assuntos Financeiros, MRE, 2003-2005, responsável pelas negociações de serviços e investimentos na OMC, Mercosul, etc.
  • Chefe da Divisão de Negociações Extra-Regionais do Mercosul, 2005-2007, responsável pelas negociações Mercosul-União Europeia, Mercosul-Israel, etc.
  • Conselheiro e Ministro-Conselheiro na Embaixada do Brasil no Canadá, Ottawa, 2007-2010, responsável pela vice-chefia de Missão.
  • Ministro-Conselheiro na Embaixada do Brasil nos Estados Unidos, Washington, 2010-2015, responsável pela coordenação econômica da Embaixada (2010-2011) e pela vice-chefia de Missão (2011-2015).
  • Subchefe de Gabinete do Ministro das Relações Exteriores, MRE, 2015-2016.
  • Diretor do Departamento dos Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos, MRE, desde outubro de 2016.
  • Promoção a Ministro de Primeira Classe, por merecimento, junho de 2018.

Condecorações:

  • Grande Oficial da Ordem de Rio Branco
  • Comendador da Ordem do Mérito Naval
  • Comendador da Ordem do Mérito da Defesa

Publicações:

  • Ocidente (poesia). São Paulo, Roswitha Kempf Editores, 1985.
  • Mercosul Hoje (coautoria com Sergio Florêncio). São Paulo, Alfa Omega, 1995.
  • A porta de Mogar (ficção). São Paulo, Alfa Omega, 1998.
  • Xarab fica (ficção). São Paulo, Alfa Omega, 1999.
  • Quatro 3 (ficção). São Paulo, Alfa Omega, 2000.
  • Mercosul: as negociações extra-regionais. Brasília, FUNAG, 2008.
  • “Trump e o Ocidente”, in Cardernos de Política Exterior, nº 6. Brasília, FUNAG, 2018

“100% eu só confio no meu pai e na minha mãe”, diz Bolsonaro sobre Onyx Lorenzoni

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De acordo com O Antagonista, Jair Bolsonaro disse que Onyx Lorenzoni continua indicado para ser o chefe da Casa Civil.

“Pelo o que eu sei, ele não é réu em nada”, disse o presidente eleito.

Ao ser questionado sobre sua confiança no futuro ministro, declarou:

“100% eu só confio no meu pai e na minha mãe.”

Onyx é suspeito de receber R$ 100 mil via caixa dois da J&F.

Presidente Jair Bolsonaro Decidiu: Um Trumpista No Itamaraty

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou na tarde dessa quarta-feira o nome do Embaixador Ernesto Araújo para o cargo de Ministro das Relações Exteriores. Diplomata de carreira do Itamaraty há quase trinta anos, o Embaixador Ernesto Araújo possui concepções semelhantes às de Donald Trump no que diz respeito a relações internacionais e na defesa dos valores e da cultura da civilização ocidental. 

Defensor da Lava Jato e crítico sistemático do petismo e da agenda ideológica da esquerda em geral, a indicação de Ernesto Araújo contou com o apoio do professor Olavo de Carvalho, que é cotado para ser o Embaixador do Brasil nos Estados Unidos, além de influenciar na escolha do futuro Ministro da Educação e Cultura.

As implicações da escolha de Ernesto Araújo e os novos rumos da política externa brasileira sob o governo de Jair Bolsonaro serão tratados em artigos do Crítica Nacional nos próximos dias. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews


Paulo Guedes: “O modelo econômico perverso corrompeu a política”

Imagem: Daniel Ramalho/AFP

De acordo com O Globo, o futuro ministro da Economia Paulo Guedes, no encontro com os governadores eleitos nesta quarta-feira (14), afirmou:

O modelo econômico perverso corrompeu a política. Foi a economia que corrompeu a classe política. E foi a economia que travou o crescimento econômico. A solução é sair desse modelo econômico perverso. Isso significa que a classe política tem que reassumir o controle. Porque a classe política tem hoje o dinheiro carimbado e não pode fazer nada; 94% do dinheiro está carimbado.”

Ter religião é ser irracional?

ALGUNS AUTODENOMINADOS “racionalistas” argumentam que a religião é sempre irracional, na medida em que afirma que existe uma realidade além da razão e, logo, a sua própria base seria um tipo de fé cega. De fato, você pode se autodeclarar racionalista, mas isso não faz com que as posições que você assume sejam razoáveis. Apesar de todo esse discurso sobre razão contrário à fé cega, os racionalistas estão muitas vezes entre as pessoas mais irracionais…

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“Cubano que pedir asilo aqui, vai ter”, diz Bolsonaro

Imagem: Nelson Almeida | AFP

O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (14), em uma entrevista coletiva concedida no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), que, assim que ele assumir a Presidência, todo cubano que quiser pedir asilo ao governo brasileiro vai obter.

A declaração foi feita em meio ao anúncio do futuro ministro das Relações Exteriores, o diplomata de carreira Ernesto Araújo (Leia a matéria clicando AQUI).

O presidente eleito comentou que “jamais faria acordo com Cuba nesses termos”, porque não poderia compactar com “regime de escravidão”.