EUA reconhecem Jerusalém como capital de Israel; muçulmanos respondem com chamadas à Jihad


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O Presidente Donald J. Trump fez um discurso histórico esta noite no qual ele acata uma resolução do Congresso dos EUA aprovada em 1995, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel e mudar a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém.

Está é uma tremenda oportunidade para que as autoridades palestinas em particular, e muçulmanas em geral, amadureçam e começem a trabalhar de modo efetivo pela paz no Oriente Médio. Contudo, não é isso que se vê, como estas manchetes abaixo retratam. Os muçulmanos ameaçam reponder com Jihad (leia aqui o que é Jihad). Eles não crescem.

  • Presidente da Turquia, Erdogan, diz que reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel significa “cruzar a linha vermelha.” (The Blaze)
  • Presidente da Turquia chama reunião de emergência da Organização da Cooperação Islâmica (OIC) para decidirem como reagirem contra a decisão dos EUA (France24). “Em 10 dias, iremos reunir todo o mundo muçulmano. Iremos continuar com a nossa luta (jihad) até o fim, e vamos por um fim no nosse relacionamento com Israel.” A OIC é, após a ONU, o maior grupamento político do mundo: 57 países muçulmanos fazem parte dela
  • Hamas ameaça com intifada se EUA reconhecerem Jerusalém como capital de Israel (Al Arabiya)
  • Xeique Muhamad Hussein, “Mufti da Palestina”, diz que reconhecer Jerusalém como capital de Israel é um ataque aos muçulmanos (Arutz Sheva).
  • Porta-voz palestina diz que “em hipótese alguma existirá diálogo com os EUA e que o processo de paz está terminado.” (AP)
  • Hamas diz que decisão de Trump “abre os portões do Inferno.”
  • Primeiro-Ministro da Turquia Bekir Bozdag: “declarar Jerusalém capital de Israel irá começar um incêndio sem fim.” (Reuters)
  • Rei da Arábia Saudita Salman: “decisão de Trump uma provocação flagrante aos muçulmanos de todo o mundo.” (BBC)
  • Palestinos queimam retrato de Trump (isso é algo previsível).