Sim! Seja de navio ou de kombi, a intenção é ter dezenas de milhões de muçulmanos no Brasil (para avançar a sua agenda política)


Este ARTIGO foi publicado originalmente neste SITE

Surgiu um rumor de que 13 navios oriundos da Europa estariam trazendo 1.8 milhões de muçulmanos para o Brasil, já a partir de julho. É claro que basta fazer as contas para saber que os números não batem, pois cada navio estaria trazendo 138 mil passageiros, e não existem barcos capazes disso!

Contudo, este rumor tem um fundo de realidade. Explico. Existe sim a intenção de se criar uma sólida base muçulmana no Brasil. Isso tem sido falado abertamente, seja em reuniões de líderes muçulmanos no exterior, seja em discursos em mesquitas, seja no Facebook de mesquitas. Vejam exemplos abaixo:

(1) Encontro de líderes muçulmanos aponta que América Latina é prioridade. Reunião realizada na Turquia, em 2014, tratou do expansionismo islâmico para o continente (Epoch Times).

(2) Discurso de líder da Mesquita Brasil expõe plano para o Brasil. Objetivo é ter números para influir políticamente no Brasil e avançar a lei do islão, a Sharia.

(3) Mesquita do Brasil deseja a implantação da Sharia no Brasil em 50 anos. O texto da postagem na página do Facebook da mesquita diz:

“O Cristianismo será banido do Brasil assim como o ateismo, o Islam triunfará e os soldados de Alá vencerá a guerra contra os incrédulos e idólatras de cristo em 50 anos o Brasil será islâmico a política nos espera teremos a Sharia a verdadeira justiça de Alá sobre os perversos.”

Nós, é claro, não queremos isso. Nós sabemos que a implementação política do islamismo é podre (leia o artigo Lei Islâmica (Sharia), resumo do que não presta e o livro Lei Islâmica (Sharia) para os nao muçulmanos), Nós sabemos que os “muçulmanos de verdade” desejam se governar e ser governados pela Sharia (e isso implica que nós, os não muçulmanos, termos que nos submeter a restrições ou mesmo a um status de cidadão de segunda classe – leia Muçulmanos querem Sharia). Basta ver o que acontece nos países de maioria islâmica ao redor do mundo, mesmo os considerados “moderados”, como a Indonésia
O rumor tem também o seu fundamento se formos olhar o modo como os governos (seja Lula, Dilma ou Temer) tiveram e têm uma posição que eu diria ser bastante anti-patriota com respeito à defesa da nossa soberania.

PS. Defender a soberania do seu país não é coisa de “radical de direita” não. Veja como Stalin, Fidel, Mao, defenderam a soberania dos seus respectivos países! A turma da Esquerda que defende um “mundo sem fronteiras” e “globalizado” está fazendo papel de peão do capitalismo internacional, escrevendo na sua própria testa: eu sou otário!) 

O que tem ocorrido nos últimos anos é uma ação do governo federal, e do Congresso Nacional, para abrir as portas para o Brasil de um modo que qualquer um pode entrar e fazer o que quiser com os mesmo direitos que os cidadãos brasileiros. Veja os exemplos mais recentes: 

1.  Lei de Migração aprovada pelo Congresso, na prática, elimina as fronteiras do Brasil. O Presidente Temer a sancionou com alguns vetos, mas não a vetou por completo. 

2. Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprova alteração na Constituição que permitirá que qualquer estrangeiro possa votar e ser votado (IstoÉ), e ter os mesmos direitos que os brasileiros. Isso extingue a cidadania brasileira.

3. Ministro da Justiça afirma que Brasil irá aceitar todos os ‘refugiados sírios’, “não importa se forem 10 mil ou 100 mil” (Vídeo).

4.  Prefeito de São Paulo pretende vender propriedades da prefeitura para o capital islâmico.

5. Governo Federal avança cooperação militar com Emirados Árabes Unidos e uma fábrica de armamentos será constriuda em Goías em parceria com os árabes. 

6. Governo Britânico oferece 30 milhões de libras para o reassentamento dos refugiados muçulmanos para a América Latina e Ásia. O Estadão apurou com fontes dos serviços de refugiados da ONU que o Brasil seria um dos países escolhidos para reassentar parte desses refugiados. (Estadão).

7. ONGs que lutam para que o Brasil abra suas fronteiras têm financiamento do exterior, inclusive da Open Society Foundation, do ínfamo George Soros (veja ao final do artigo neste link).   

Este rumor é um exagero, e nós devemos evitá-los. Porém, o que é certo é que existe mesmo uma pressão, externa e interna, para facilitar a entrada de imigrantes islâmicos. E a maioria dos nossos políticos parecem estar totalmente “vendidos” no assunto.

Aí, alguém diz: mas José, você é racista por ser contra a imigração e contra muçulmanos.

A minha resposta é simples.

  1. Eu não sou contra imigrantes ateus, agnósticos, hindús, xintos, judeus, budistas, cristãos, do candoblé, …, pois nenhum deles pertence a um sistema político-religioso que tem uma doutrina de conquista e subjugação dos outros, como o islamismo possui. Seria preciso um mecanismo de controle de qualidade muito bom para se certificar que o imigrante muçulmano não é um aderente da Sharia, ou adepto do salafismo, wahabismo, Irmandade Muçulmana ou komeinismo. Não deveríamos permitir que estes últimos entrassem no Brasil, incluindo neste grupo os clérigos islâmicos.
  2. Eu não sou contra muçulmanos, eu sou contra o que não presta da Sharia e contra a Jihad. Eu me dou muito bem com os muçulmanos que são contra a Sharia e querem viver longe dela (e, creia, o seu número é enorme). A rigor, os muçulmanos são as maiores vítimas do islão. 
  3. Racismo se aplica a raças e não a religiões ou ideologias. Nunca ví um ateu ser acusado de racista ao rejeitar os argumentos de um cristão sobre a existência de Deus! Resistir ao islão político, a tudo aquilo que não presta na lei islâmica Sharia, e à Jihad não é racismo. Ao contrário, isso é um atestado de sanidade!

De modo que, com rumor ou sem rumor, precisamos continuar atentos, ajudar a criar consciência na maioria das pessoas que conhecemos, e aumentar a pressão sobre os políticos, que afinal deveriam nos representar.

Termino parafraseando Winston Churchill:

Se você não lutar por aquilo que é o correto quando você pode vencer facilmente e sem derramamento de sangue; se você não lutar quando sua vitória é certa e não muito cara; você pode se ver defronte a um momento no qual você terá que lutar com todas as probabilidades contra você e com apenas uma chance precária de sobrevivência. Pode até haver um caso piorVocê pode ter que lutar quando não há esperança alguma de vitória, porque é melhor morrer do que viver como escravo.